Mais Pezão para Niterói

Dando continuidade ao artigo que publiquei na semana passada sobre algumas das propostas de governo de Pezão para Niterói, hoje quero falar sobre seus objetivos para a Saúde, Mobilidade e Qualificação Profissional, áreas tão importantes e essenciais para que Niterói continue no caminho certo.

Com Pezão teremos um novo Hospital Azevedo Lima, que será totalmente reformado. Teremos uma unidade do Rio Imagem, com modernos laboratórios de exames radiológicos gratuitos, a exemplo da que existe no Centro do Rio, que completou dois anos de atividade em 2013, realizando mais de 270 mil exames, sendo referência para a população e para os médicos.

E por falar em médicos, teremos mais seis mil profissionais contratados para ampliar o Médicos de Família. Além de mais duas UPAs que serão construídas para garantir assistência integral e de qualidade a todos os moradores, agora com atendimento pediátrico e para a terceira idade. Assim como serão implantadas mais três Clínicas da Família.

Para alavancar a mobilidade de Niterói, Pezão vai investir na aquisição de mais nove barcas até 2015. Há também projetos como o BRT Corredor RJ-104 (ligando Niterói a Manilha, em Itaboraí, passando por São Gonçalo), e o BRT Corredor BR-101 (também ligando Niterói a Manilha). Projetos difíceis de tirar do papel, mas que a exemplo do Arco Metropolitano, com muita disposição, foi possível realizar.

Oportunidades de qualificação profissional serão oferecidas nas mais diversas áreas preparando os jovens para disputar uma vaga no mercado de trabalho. E para continuar avançando na facilidade de acesso ao emprego, Pezão vai criar mais quatro Centros Vocacionais Tecnológicos (os CVTs), atuando em parceria com a Faetec.

Com Pezão a mudança só começou.

Hospital Estadual do Cérebro: um ano de funcionamento e exemplo de qualidade no atendimento

O Instituto Estadual do Cérebro (IEC), instalado no prédio que antes sediava o antigo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (o Into), acolhe pacientes do SUS que sofrem de doenças ligadas ao sistema nervoso e precisam de cirurgia. São pessoas acometidas por aneurisma, tumor, AVC, Parkinson ou epilepsia e que necessitam de intervenções complicadas. Uma estrutura sem igual que pude conhecer há poucos meses, que conta com um centro especializado de pesquisa e atendimento para pessoas com epilepsia. Atendimento de excelência que nenhuma rede privada possui.

Para esse tratamento de qualidade, que já é destaque em apenas um ano de funcionamento, o IEC conta com 44 leitos de UI, nove ambulatórios e 523 funcionários, sendo 180 deles médicos de variadas especialidades, além de enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos. Cada uma das quatro salas de cirurgia do complexo é dotada ainda de um neuronavegador, um aparelho capaz de fazer uma leitura tridimensional do cérebro e indicar com precisão milimétrica o local afetado.

Com mil cirurgias realizadas, o IEC se propõe a ser mais que uma casa de saúde. A ideia é agregar a pesquisa científica ao atendimento à população e também funcionar como um núcleo de formação de jovens médicos. Como exemplo, diariamente, a equipe se reúne para debater o prognóstico dos pacientes e detalhar as técnicas empregadas nos tratamentos. Em alguns casos as abordagens acabam estabelecendo parâmetros até então desconhecidos pela literatura médica.

Há pelo menos 200 anos os cientistas se dedicam a desvendar o intrincado mecanismo de funcionamento do cérebro, uma complexa estrutura que envolve a interação de 100 bilhões de neurônios. No Instituto Estadual do Cérebro, os procedimentos são executados em conformidade com os mais recentes protocolos internacionais. Nessa lista se inclui a estimulação cerebral profunda, que atenua os sintomas da doença de Parkinson por meio da implantação de um eletrodo no cérebro. O objetivo é regular a atividade encefálica, numa dinâmica semelhante à do marca-passo cardíaco.

No início de julho, foi concluída toda a pendência para a construção de um anexo ao lado da sede. Com investimento de quase R$ 50 milhões, o prédio terá 12 andares, UTI pediátrica, 135 leitos de enfermaria, laboratórios de pesquisa e centro de reabilitação. A previsão é que, quando a nova ala entrar atividade, em 2016, as cirurgias pulem de cinco para dez por dia. O IEC é, sem dúvidas, motivo de orgulho para a Saúde do nosso estado.

‘Desculpe, David Luiz’, por Cristovam Buarque

Hoje quero repercutir um artigo muito interessante escrito pelo senador Cristovam Buarque para o jornal O Globo, na coluna Opinião. Cristovam fala de tragédias mundiais como a Guerra Civil dos Estados Unidos que deixou 600 mil mortos, e terremotos que abalaram estruturas de outros países. Situações muitas vezes banalizadas, ou que caíram no esquecimento.

Paralelo a esses fatos, o autor faz uma comparação com o futebol e as perdas do Brasil em Copas do Mundo. Estas sim, situações que jamais deixarão de ser mencionadas. Cristovam as trata até mesmo como traumas e lamenta o quanto não somos capazes de cobrar dos nos nossos líderes políticos a “cura” de tantos problemas sociais que vivenciamos, o mesmo que exigimos dos jogadores e técnicos brasileiros.

‘Desculpe, David Luiz’ chama atenção pelo simples fato de ser um texto tão verdadeiro. Uma leitura obrigatória para todos nós.

Desculpe, David Luiz

Nós, políticos, não estamos ganhando a Copa do Bem-Estar

Os EUA tiveram uma guerra civil que custou cerca de 600 mil vidas. A Alemanha foi derrotada duas vezes no período de 27 anos e a França foi ocupada pelos alemães. Outros países tiveram grandes traumas por terremotos e maremotos. Nossos traumas foram derrotas no futebol: para o Uruguai, em 16 de julho de 1950, e Alemanha, em 8 de julho de 2014. Sofremos por causa dos 7 a 1 no futebol, mas esquecemos dos 103 a zero para a Alemanha em Prêmios Nobel.

A realidade social não nos traumatiza porque nossos grandes problemas foram banalizados.

Consideramos tragédia ter o quarto melhor time de futebol do mundo, mas não nos traumatiza quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou que estamos em 88º lugar em educação; nem quando, em 15 de março de 2013, o PNUD divulgou que estamos em 85º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano; ou quando o Banco Mundial nos coloca como o oitavo pior país em concentração de renda; ou ainda quando soubemos que somos o 54º país em competitividade no mercado mundial; ou quando o IBGE divulgou, em 27 de setembro de 2013, o aumento no número de adultos analfabetos de 2011 a 2012.

Nenhum trauma aconteceu quando a Transparência Internacional nos reprova em corrupção; ou quando vemos que, no ano passado, 54 mil brasileiros foram assassinados no país e outros 50 mil mortos no trânsito. Não nos traumatiza o fato de que 50 milhões de brasileiros — desalojados históricos pelo modelo econômico — passariam fome se não fossem as pequenas transferências de renda, como se eles fossem abrigados depois de uma inundação. Não nos choca a destruição de 9% a mais de florestas em 2013 do que em 2012.

Sofremos com as derrotas no futebol porque elas não foram banalizadas, são exceções na nossa trajetória de vitórias. Não nos traumatizam os desastres sociais porque nos acostumamos a eles e nos acomodamos. Por isso, não exigimos de nossos líderes políticos o mesmo que exigimos dos jogadores e técnicos.

Ao ouvir David Luiz pedir desculpas porque não foi “capaz de fazer seu povo feliz, pelo menos no futebol”, pensei que deveria pedir desculpas a ele, porque sou parte da seleção brasileira de líderes políticos e não consigo fazer o necessário para facilitar a vida de cada brasileiro em busca de sua felicidade.

O político não proporciona felicidade, como um artilheiro que faz gols, mas deve eliminar os entulhos sociais, tais como transporte público ineficiente, fila nos hospitais, escolas sem qualidade e violência descontrolada, que dificultam o caminho de cada pessoa em busca de sua felicidade pessoal. Esses entulhos sociais que povoam o Brasil provam que nós, os políticos brasileiros, não estamos ganhando a Copa do Bem-Estar, base necessária, embora não suficiente, para a felicidade de cada pessoa.

Por isso, eu e todos os políticos com mandatos, não David Luiz, devemos pedir desculpas por não eliminarmos os entulhos que dificultam a busca da felicidade pelos brasileiros.

Luiz Fernando Pezão para Niterói: a mudança só começou

Começou a circular o caderno de campanha do Pezão com as propostas de governo voltadas para Niterói. Com orgulho, quero falar de três ações em especial, que são frutos de causas que sempre defendi, e que foram agregadas ao Plano de Governo.

O policiamento comunitário, por exemplo, é luta antiga minha para a área de segurança pública. Uma iniciativa inicialmente implantada em Santa Rosa e depois estendido para outros bairros da Zona Sul, da Zona Norte e da Região Oceânica, mas que com o passar dos anos sofreu revezes até ser desativado.

Além das três Companhias Destacadas, as Delegacias Legal e a Divisão de Homicídios instaladas em Niterói intensificando as ações de segurança na região, com Pezão eleito, além de três Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) implantadas, vamos ter o retorno do policiamento comunitário nas ruas da cidade.

Outra grande proposta é a revitalização do Horto, no Fonseca, que vai ser transformado em uma extensa área de lazer para a população. O Palácio Euclides da Cunha será restaurado e vai abrigar uma Biblioteca Parque, nos mesmos moldes das que existem na Rocinha e em Manguinhos, com acervo literário, oficinas e plataformas multimídia.

A reforma do Caio Martins também está em pauta. Com Pezão, o estádio vai ser revitalizado e transformado em um parque para a toda a família. Esse novo espaço terá atividades de lazer e de esportes gratuitas para todas as idades, além de ampla infraestrutura com vestiários, acesso à internet, pistas de skate e quadras diversas. Niterói terá um complexo de lazer e esporte.

Esse, inclusive, é um desejo antigo meu, que trouxe pra discussão quando concorri à prefeitura de Niterói. O Caio Martins é importante para o esporte, para a cidade e faz parte da nossa história. E de vital importância na formação de atletas. Essa reconquista é um direito dos niteroienses!

É por esses e outros motivos que é importante elegermos Pezão. E para que isso aconteça, é essencial estarmos juntos, unidos nesse objetivo. Eleger Pezão é fundamental para garantir que sigamos no rumo certo. É a continuidade de um processo de mudanças profundas e grande relevância no nosso estado. A mudança só começou.

Os resultados da Copa em Niterói

Um estudo do Observatório de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), realizado em parceria com a Niterói Empresa de Lazer e Turismo (a Neltur), divulgado no sábado, dia 19, mostrou o balanço da atividade turística de Niterói durante a Copa.

Foram quase 120 mil turistas e um impacto direto na economia da cidade de aproximados R$ 87 milhões. Essa pesquisa permitiu traçar o perfil de cada turista, informação que será usada no planejamento de políticas públicas para o setor.

Pouco mais de 48% do total de visitantes são estrangeiros e vieram de países como Chile, Estados Unidos, Argentina, Colômbia e México. Metade deles tem idade entre 21 e 34 anos. E as obras de Oscar Niemeyer foram apontadas por 42% desse público como a principal motivação para visitar a cidade.

Esses dados evidenciam o crescimento do turismo da cidade e confirmam a lista que o Ministério do Turismo chegou a divulgar em 2012, que mostrava Niterói entre os principais destinos turísticos durante os jogos do Mundial.

Esses dados também vão servir como base na preparação para outros grandes eventos que estão para acontecer, como, o Encontro com a África, e, 2015, e as Olimpíadas de 2016. Um cenário me traz grande alegria. Sempre acreditei no potencial da nossa cidade.

Mais três batalhões da PM para mais segurança da população

Segurança Pública sempre foi um assunto recorrente no meu blog. Um tema relevante e necessário que ganhou merecido destaque quando, há poucos dias, o governador Pezão anunciou a implantação de mais três batalhões da Polícia Militar no estado, que deverão ser instalados até o fim do ano.

As unidades serão em Nova Iguaçu, Itaguaí e outro na Região dos Lagos. Além disso, logo será apresentado um plano para o setor de segurança, válido até 2020, que prevê o aumento do efetivo. Serão 54 mil novos policiais até o fim do ano.

Essa questão da sensação de insegurança da população é algo que muito tem se falado. Assim como muito tem sido feito para reverter o quadro. Eu, como militante antigo da área que sou, tenho a segurança como prioridade, e também tenho agido, até onde tenho alcance, em busca de soluções.

Tenho me mantido empenhado para que um dos novos batalhões possa atender o Leste Fluminense, dividindo a área do 35º BPM de Itaboraí, o 12º BPM de Niterói, também responsável pelo patrulhamento de Maricá, com o 25º Batalhão de Cabo Frio.

Segurança Pública sempre será um problema de todos, e todos precisamos intervir em busca do nosso maior bem comum: a tranquilidade de estarmos seguros. O anúncio dos três novos batalhões é um grande ganho para nosso estado. Estamos no caminho certo.

Linha 4 do Metrô: grande avanço na mobilidade do estado

Essa semana o governador Pezão visitou o canteiro de obras da Linha 4 do Metrô. A boa notícia é que o cronograma das intervenções está, sim, em dia. E também estão em andamento os termos de referência para levar o metrô do Jardim Oceânico ao Recreio, Méier, Madureira e Praça XV.

Nove mil metros de túneis – cada um com 1,2 quilômetros de trilhos instalados – já foram construídos pelo método de detonações controladas. Por meio de licitação, será escolhida a empresa que vai elaborar o Plano Metroviário da Região Metropolitana (o PDM), que é o estudo de expansão da rede de metrô para os próximos 30 anos.

Daí em diante serão 12 meses até que sejam apresentadas análises sobre o uso do solo, a demanda e a viabilidade da implantação de novas linhas para ampliar o sistema no Grande Rio. Esse levantamento terá como base dados do Plano Diretor de Transportes Urbanos (PDTU), que analisa informações sobre os deslocamentos da população da Região Metropolitana do Rio.

Em abril, foi aberto processo de licitação para fazer o projeto básico do trecho que vai ligar a Gávea ao Largo da Carioca, no Centro, passando pelo Jardim Botânico, Humaitá e Botafogo. E outros três trajetos também serão licitados: Jardim Oceânico-Recreio; Estação Uruguai-Engenhão e Estácio-Carioca.

A Linha 4 do Metrô vai transportar mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa. O sistema entra em operação no primeiro semestre de 2016, e é mais um grande feito para a mobilidade do nosso estado!

O sucesso da nossa primeira ação de rua

Nossa caminhada deste sábado no Jardim Catarina, em São Gonçalo, foi um sucesso! Foi muito bonito e emocionante ver mais de 300 pessoas cantando num só coro o jingle da campanha de reeleição do governador Pezão que, de tão contagiante, já está na boca do povo.

 Por volta das 10h30, saímos da Rua Ouro Fino, próximo à Niterói-Manilha, em direção à Avenida Doutor Albino Aparato, a principal de Jardim Catarina, um dos muitos bairros da Região Metropolitana contemplados pelo Programa Bairro Novo, do Governo do Estado.

Caminhamos duas horas, por mais de 20 quadras do Jardim Catarina, maior loteamento da América Latina. Por onde passamos, ouvimos palavras de apoio e incentivo que nos dão a certeza de que estamos no caminho certo. E me marcou o abraço caloroso que recebi da professora Dalva Rodrigues, de 65 anos, que mora em Apolo II e tem uma creche filantrópica no Jardim Catarina, a Amor Maior.

Dona Dalva falava da sua alegria em ter de volta a qualidade de vida com a chegada do asfalto em ruas onde, antes, existia lama e poeira. O Bairro Novo melhorou a infraestrutura e trouxe mais dignidade aos moradores de Jardim Catarina. Bom ver esse sorriso estampado no rosto das pessoas!

Eu digo e repito: a candidatura de Pezão é muito importante para dar continuidade não só ao Bairro Novo, mas a um processo de mudanças muito positivas que nosso estado tem vivido. Para que isso aconteça, é essencial estarmos juntos, unidos nesse objetivo. Obrigado a todos que estiveram conosco no Jardim Catarina, bairro escolhido para receber nossa primeira grande ação nas ruas para reelegermos Pezão governador.

Pela federalização da educação básica brasileira

Entrou na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado o projeto do senador Cristovam Buarque que determina a realização de plebiscito nacional para consultar o eleitorado brasileiro a respeito da transferência para a União da responsabilidade pela educação básica. A ideia é que uma pesquisa seja feita já no primeiro turno das eleições, em outubro.

Cada pessoa que for entrevistada deverá responder, com sim ou não, à seguinte questão: “O financiamento da educação básica pública e gratuita deve passar a ser da responsabilidade do governo federal?”. Atualmente, estados e municípios são responsáveis por cerca de 80% dos recursos destinados à educação, enquanto a União participa com apenas 20%.

Como consequência, há disparidades na infraestrutura escolar pelo país afora: incapacidade de diversos governos estaduais e prefeituras para honrar o piso salarial dos professores; lacunas na oferta de vagas em creches; e a inexistência de um padrão nacional mínimo de qualidade.

Se o projeto for aceito, o Congresso comunicará ao TSE, que expedirá instruções para a realização do plebiscito. Vale explicar que federalizar não significa centralizar a gerência da educação básica nas mãos do governo federal, mas garantir a responsabilidade da União pelo seu financiamento.

A luta pela federalização da Educação Básica tem o meu apoio! Só a educação é capaz de fazer com que todos os cidadãos tenham o preparo necessário para que, no futuro, possam alcançar melhores condições de uma vida digna. Educação de qualidade é um direito de todos. Uma das minhas principais bandeiras de luta. Uma luta iniciada por Leonel Brizola.

Sou Felipe, Sou Pezão governador

Quero aproveitar esse espaço para agradecer a todos o apoio que tenho recebido nesses últimos dias. Com certeza, são as palavras de carinho e solidariedade, que nos fortalecem. E reafirmo que a luta continua!

Como todos também sabem, minha ideia inicial era vir candidato a deputado federal, mas por uma vontade do partido, meu nome foi indicado a vice na chapa do governador Pezão. E como tudo pode mudar, também por decisão do PDT, deixei de concorrer à vaga.

Com isso, atendendo a um convite do governador, assumi a função de coordenador na campanha de Pezão. Sem dúvida, trata-se de um grande desafio, o qual encaro com serenidade, ciente da importância de reelegermos o governador.

Pezão representa a continuidade de um processo de mudanças profundas no Estado do Rio. Pela primeira vez desde o último governo Brizola, a segurança pública foi gerida pensando não só em quem mora nas áreas nobres, mas sobretudo em quem vive naquelas áreas mais esquecidas. Igualmente, foi esse governo que decidiu, desde 2011, implantar um cronograma, que segue em execução, objetivando atingir o índice de 100% das escolas estaduais atuando em tempo integral.

É o governo que investiu em saúde pública como há muito não se via, implantando hospitais mais eficientes, centros de diagnóstico de primeira linha e atenção emergencial em áreas onde não havia nada. É o mesmo governo que acabou com a política do “pão e circo” para levar obras de infraestrutura para a Região Metropolitana e para todo o interior do estado. Um desses exemplos é o Programa Bairro Novo.

Eleger Pezão é fundamental para garantir que o Estado do Rio siga no rumo certo. É por isso que, a partir de agora, decidi concentrar todas as minhas ações nesse único objetivo. E já arregacei as mangas. Ontem, dia 10, promovemos um grande café da manhã, no Centro do Rio, com Pezão, o presidente do PDT e candidato ao Senado Carlos Lupi e mais de 100 candidatos a deputado do PDT, numa bela demonstração de apoio do partido a esse projeto.

Esse apoio, claro, será mútuo. E é muito mais fácil pedir votos por quem fez, faz, e muito tem realizado em favor do nosso estado. Por isso temos que olhar pra frente e garantir a eleição de Pezão, que começou sua história política no PDT e tem grande afeição pelo partido, além dos grandes ensinamentos que teve de Leonel Brizola. Pezão é um grande companheiro. E política de verdade se faz assim, com união e parceria.

Amanhã teremos mais um grande encontro, agora na rua. Vamos caminhar por ruas do Jardim Catarina, em São Gonçalo, um dos muitos bairros da Região Metropolitana que foram contemplados com o Programa Bairro Novo, do Governo do Estado. E conto com o apoio e a participação de todos que, assim como eu, querem Pezão governador. Divulguem, compartilhem, compareçam. Vamos abraçar essa ideia: a mudança só começou.