A luta continua!

Quero aproveitar esse espaço para agradecer a todos o apoio que tenho recebido nesses últimos dias. Com certeza, são as palavras de carinho e solidariedade, que nos fortalecem. E reafirmo que a luta continua!

Como todos também sabem, minha ideia inicial era vir candidato a deputado federal, mas por uma vontade do partido, meu nome foi indicado a vice na chapa do governador Pezão. E como tudo pode mudar, também por decisão do PDT, deixei de concorrer à vaga, e sigo como coordenador da campanha majoritária.

O que posso dizer agora é que não vou me abater. Sigo em frente apoiando Pezão, e conto com vocês para o reelegermos governador! A candidatura de Pezão é muito importante para dar continuidade ao processo de mudanças que vivemos nos últimos anos em nosso estado.

A campanha já começou e até outubro, temos um longo caminho a percorrer. Mas, com certeza, será um caminho vitorioso! Lado a lado com Pezão vamos percorrer cada canto do nosso estado e propagar essa ideia. A mudança só começou.

Mais uma vez, muito obrigado a todos que demonstraram amizade e carinho quando mais precisei. Quem conhece minha trajetória sabe dos meus princípios e o quanto luto por uma política ética e transparente. Vou em frente de cabeça erguida. Sempre.

Dias dedicados a visitas especiais

Ao longo de junho e nessa primeira semana de julho, realizei uma série de importantes visitas a hospitais de grande relevância no estado, em seus respectivos atendimentos. Dentre eles está o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, referência para casos de partos de alto risco.

Além de um trabalho diferenciado que vai desde o acolhimento da mãe ao nascimento da criança e assistência pós-operatório, chegando a três mil atendimentos/mês, a unidade conta com 139 leitos e 59 unidades de tratamento intensivo, e um espaço chamado ‘Casa da Mãe’ que hospeda as mães que moram longe e estão com seus bebês na UTI neonatal.

Em Mesquita, visitei o Hospital da Mãe, que também realiza partos, mas de menor complexidade, com uma média de dois a três mil atendimentos/mês, e um trabalho diferenciado de técnicas de aleitamento.

Anexo à estrutura, a ‘Clínica da Mãe’ disponibiliza o atendimento e acompanhamento da gestante ao longo da gravidez e no pós-parto, com serviços de nutrição e psicologia, por exemplo, e exames como ultrassom e tocografia, que avalia a saúde do bebê ainda no útero da mãe.

Já o Hospital São Francisco, na Tijuca, conta um Centro Estadual de Transplantes. Nosso estado é o quarto do país em cirurgias de transplantes, 30% deles realizados na unidade. Desse total, 90% das intervenções acontecem pelo SUS.

O Instituto Estadual do Cérebro, no Centro, conta com um centro especializado de pesquisa e atendimento para pessoas com epilepsia. Atendimento de excelência que nenhuma rede privada possui.

Por fim, o Centro de Diagnósticos por Imagem do Governo do Estado, o Rio Imagem, que completou dois anos de atividade em 2013, realizando mais de 270 mil exames entre tomografias, ressonâncias magnéticas, ultrassonografias, mamografias e outros procedimentos. A unidade é referência para a população e para os médicos. É um projeto vencedor e um modelo a ser seguido.

Complexo Guandu 2: garantia de mais água para a Baixada Fluminense

Os Governos Federal, Estadual e a Cedae assinaram há poucos dias um importante empréstimo com a Caixa Econômica Federal, de mais de R$ 3 bilhões, para a construção de um novo sistema produtor de água tratada: o Complexo Guandu 2, que vai aumentar a quantidade de água potável beneficiando 3 milhões de moradores da Região Metropolitana, principalmente da Baixada Fluminense.

O Guandu 2 consiste na implantação de uma nova estação de tratamento para 12 mil litros por segundo, com elevatória de água tratada, linha de recalque (que é tubulação que abastece o reservatório) e o próprio reservatório para armazenar 57 milhões de litros. Com esses recursos também serão construídos 17 novos reservatórios em diversos municípios da Baixada Fluminense, além da reforma de outros nove que estão fora de operação.

E mais: serão construídos ainda 16 elevatórias de grande porte (sistemas de bombeamento) e serão assentados 95 quilômetros de adutoras para abastecer os reservatórios e outros 760 quilômetros de troncos e rede distribuidora, além da instalação de mais de 100 mil ligações prediais. A previsão é que parte do sistema já seja entregue em 2015, quando devem ser concluídas as reformas dos reservatórios inoperantes. Com isso, a Baixada vai receber um volume 70% maior de água tratada.

O Complexo Guandu 2, sem dúvidas, é mais um grande investimento, fruto da parceria dos Governos Federal e do Estado, em benefício da Baixada Fluminense que, recentemente, comemorou também inúmeras ruas contempladas pelo Bairro Novo em Belford Roxo, com recursos na ordem de R$ 116 milhões. Sem água não haveria vida. E saber que a Baixada terá a rede de água universalizada é uma grande notícia. E mais uma grande conquista por um Rio cada vez melhor!

Inauguramos o Caminho do Futuro

Julho começou com o pé direito. No primeira dia do mês, demos um grande salto na mobilidade urbana do estado com a inauguração do Arco Metropolitano, uma obra aguardada há 40 anos, mas que só em 2008, depois de ser incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (o PAC 2), começou a ser construído. Seu nome oficial é Rodovia BR-493/RJ-109.

São pouco mais de 70 quilômetros prontos, inaugurados, que vão influenciar diretamente a produtividade das indústrias do estado, com reflexos nos fronteiras vizinhas e até na economia do país. Serão via de escoamento do tráfego pesado da região metropolitana, desafogando a Avenida Brasil, Rodovia Presidente Dutra e a Rodovia Washington Luís (a BR-040).

Com o Arco, serão mais de 35 mil veículos, sendo 10 mil caminhões de carga, que deixarão de circular por essas vias, por dia. O trecho inaugurado hoje liga Itaguaí, na Região Metropolitana, a Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que faz conexão com a Rio-Petrópolis (BR-116) até Magé, e de lá, a BR-493 até Manilha, em trecho que está sendo duplicado. Ao todo são 145 quilômetros de estrada.

Produtor e consumidor também ganham com o Arco Metropolitano. O frete fica mais barato. A estimativa é que a obra reduza em até 20% os custos de transporte de mercadorias entre o Porto de Itaguaí e os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, e o Distrito Federal. O impacto do PIB do Estado será de R$ 1,8 bilhão. E mais de 10 mil empregos diretos gerados.

Durante as obras foram realizadas três mil desapropriações. Sítios arqueológicos também foram descobertos com as escavações, 68 pra ser mais exato. E foi preciso, ainda, construir oito viadutos sobre dutos da Petrobras e dois outros sobre um lago em Seropédica, para não pôr em risco o habitat da rã Physalaemus soarei, espécie rara, ameaçada de extinção.

Foram retiradas e catalogadas pelo Instituto de Arqueologia Brasileira mais de 50 mil peças inteiras e fragmentadas no decorrer do trajeto e nas cercanias da rodovia, entre carimbos africanos, louças europeias dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX, sambaquis, louças chinesas e até urnas funerárias na cultura tupi-guarani. Peças com mais de até dois mil anos de existência.

Ainda é preciso a construção de 25,5 quilômetros de rodovia sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que devem ficar prontos em 2016. O Arco Metropolitano é o maior desafio rodoviário do estado. Numa ponta tem o Comperj, na outra, o Porto de Itaguaí, que deve se tornar o segundo maior porto do Brasil.

Minha solidariedade aos pescadores da Colônia Z7

Quero aqui expressar minha solidariedade aos pescadores da Colônia Z7, de Itaipu, que tiveram seus barcos e materiais de mergulho totalmente destruídos por um incêndio no dia 27 último que atingiu o galpão, na Prainha de Piratininga. Inúmeros foram os prejuízos para esses homens que agora estão com suas famílias totalmente desamparadas. Trabalhadores que vivem exclusivamente da pesca e, agora, praticamente não sabem como agir e não têm condições de se reerguerem sozinhos, sem ajuda.

Dia 29 de junho foi Dia de São Pedro, padroeiro dos pescadores. Mas para eles a data, tão especial, não pode ser comemorada. Minha relação com a Colônia Z7 sempre foi de parceria, e não poderia deixar de me posicionar perante uma situação tão lastimável. Estou à disposição para ajudá-los. A polícia agora investiga o ocorrido. E espero uma atenção maior com o caso.

A meu pedido, o subsecretário de Estado de Pesca e Aquicultura, Marco Botelho, está prestando auxílio direto aos pescadores desde sábado à tarde, um dia após o incêndio. Entre os apoios, ele acompanhou um grupo de 20 profissionais da pesca e Rodrigo Garçone, presidente da Associação de Moradores de Boa Vista, em depoimentos feitos na 81ª DP (Itaipu), onde o fato foi registrado.

Outra ação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap) foi solicitar ao presidente da Colônia Z-7, Ilke Cristiano Branco Almeida, o levantamento detalhado dos prejuízos para análise de demais providências a serem tomadas. Como forma  de reforçar as apurações, a secretaria solicitou ainda perícia minuciosa no local.

Temos mesmo que agir. São 30 anos de uma história que não pode e não merece acabar assim.