Mudança na central de atendimento do Samu para melhor prestação de serviço

O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (o Samu), ganhou um importante aliado na otimização do trabalho das equipes com a mudança da sua central de atendimento para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova.

O Samu conta em sua estrutura com 75 ambulâncias espalhadas de forma estratégica por 34 pontos para atender as ocorrências da capital, numa média de 460 atendimentos diários e cerca de três mil ligações/dia.

Com a chegada do CICC, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações de Defesa Social, que já contava 204 atendentes do 190 da PM e 365 policiais do Centro de Controle Operacional da Polícia Militar, responsáveis por despachar os atendimentos para as ocorrências policiais diárias.

A equipe do Samu, gerenciada pelo Corpo de Bombeiros, ocupa um espaço de 380 metros quadrados no segundo andar do CICC. E com a ajuda do Video Wall, um telão de 17 metros de comprimento, cinco de altura e 98 monitores com acesso as imagens de mais de mil câmeras instaladas pela cidade e viaturas policiais, facilita muito a distribuição das equipes.

Essa junção das equipes num só espaço físico contribui para a redução do tempo-resposta no atendimento dos casos. Isso ajuda também na utilização dos recursos a serem despachados, como viaturas e ambulâncias. A intenção é agilizar o atendimento à população nos casos de emergência e trabalhar em conjunto com os demais órgãos do estado e dos municípios.

Mais segurança para a Baixada e a Região dos Lagos

A Baixada Fluminense e a Região dos Lagos vão ganhar três novos batalhões da Polícia Militar em Nova Iguaçu, Itaguaí e Araruama. A escolha por estas cidades se dá em razão do aumento de empreendimentos urbanos como o Arco Metropolitano e o Comperj, por exemplo. Além, claro, do fato de ajudar na interface entre os batalhões e as delegacias locais.

Na Baixada, Nova Iguaçu – que antes era atendida pelo 20º BPM (de Mesquita) – vai ter um batalhão exclusivo (1º BPM), para atuar na área das 52ª, 53ª e 58ª delegacias de Polícia Civil. Já Itaguaí e também Seropédica terão o policiamento feito pelo 42º BPM, que vai abranger as circunscrições das 48ª e 50ª delegacias.

Na Região dos Lagos, Araruama e Saquarema – assim como os municípios vizinhos de Rio Bonito e Silva Jardim – vão ser atendidas pelo 13º BPM, que corresponde à região das 118ª, 119ª, 120ª e 124ª DPs. Sendo assim, o 25º Batalhão da PM em Cabo Frio ficará somente com os municípios de São Pedro da Aldeia, Cabo Frio, Búzios, Iguaba Grande e Arraial do Cabo.

A melhor distribuição do efetivo da Polícia Militar é, sem dúvidas, um dos mais significativos benefícios para os moradores destas cidades, que ganham com a melhoria na prestação do serviço. A autorização para instalação dos batalhões foi publicada esta semana no Diário Oficial do Estado.

A implantação do BRT na Ponte Rio-Niterói

O jornal O Globo Niterói publicou na edição do último sábado, dia 26, uma proposta de minha autoria enviada à Agência Nacional de Transportes Terrestres (a ANTT) – como projeto que pode constar no novo edital de licitação da Ponte Rio-Niterói – que prevê a construção de BRT na via com 13,29 quilômetros de corredor exclusivo para ônibus.

Pela proposta, o corredor teria ligação com o BRT TransBrasil, no Rio, ainda em planejamento. Já em Niterói, seria integrado aos corredores do Leste Fluminense: à RJ-104 (Rodovia Niterói-Manilha) e também à RJ-106 (Rodovia AmaralPeixoto). Sendo ainda integrado ao terminal previsto para ser construído no Bairro de Santana, no Barreto.

As baias que existem seriam interligadas umas às outras para possibilitar a construção dos corredores centrais, exclusivos para os ônibus, um para cada sentido. Isso é possível segundo os engenheiros. O que não podemos permitir é que se dê a concessão da Ponte para uma empresa por mais 20 ou 30 anos, sem que haja um benefício real para a população.

Por isso a importância de aprovarmos esse projeto, tornando o transporte público mais atrativo e eficiente. Com a implantação do BRT na Ponte, o tempo de viagem para que utiliza transporte público poderá ser reduzido em até 50%. Há ainda uma estimativa de que apenas um ônibus articulado, com corredor exclusivo, pode retirar três ônibus convencionais de circulação.

A ANTT encerrou na sexta-feira, 25, o recebimento dos projetos para compor o edital da nova licitação da Ponte Rio-Niterói. O contrato vigente, firmado entre o Governo Federal e a CCR Ponte em 1994, expira no final de maio do ano que vem. Por isso, um novo documento, ainda em elaboração, será apresentado pela agência até o fim desse ano. E já no próximo mês vai responder a todas as contribuições recebidas. Estou na torcida!

A licença-paternidade em debate

A ampliação da licença-paternidade em Niterói gerou intensos debates nesta última semana. Ao passo em que foi aprovado o projeto de Emenda à Lei Orgânica do Município, de autoria do vereador Henrique Vieira (do PSOL), que aumenta a licença-paternidade de cinco para 30 dias, publicado no Diário Oficial, o prefeito Rodrigo Neves acionou a Procuradoria do Município para tentar derrubar na Justiça a emenda.

Para os especialistas a participação do pai na formação do bebê traz inúmeros benefícios. A mãe também se sente mais segura e, por isso, amamenta melhor e por mais tempo, o que é crucial para o desenvolvimento do bebê. Além disso, o cérebro do bebê cresce 2g por dia até os seis meses de vida. Nessa fase, quanto mais estímulos dos pais, maior é o desenvolvimento cerebral. Há, inclusive, uma tendência à redução da violência contra a mulher.

A Constituição de 1988 foi feita com um indicativo de cinco dias de licença, mas com a necessidade de uma lei complementar. O que até hoje não aconteceu. O Instituto Promundo, com sede no Rio e atuação em 25 países, desde 2008 trabalha para envolver os homens com a paternidade e, ano que vem, pretende construir uma rede de parlamentares interessados em discutir as propostas de ampliação da licença-paternidade.

Enquanto na América do Sul as licenças-paternidade variam de nenhum a cinco dias, na Alemanha, por exemplo, a licença-paternidade é de até um ano e dois meses (com direito a até 67% da remuneração), mas pode chegar a três anos (sem remuneração). Já no Japão, a licença-paternidade é de um ano (com direito a 25% dos salários), de acordo com dados do Instituto Papai. E há ainda quem defenda o modelo da licença paternal aplicada na Suécia, que concede 14 meses ao casal, a serem divididos da forma como for mais conveniente.

No Congresso Nacional, há pelo menos dez projetos de lei semelhantes de ampliação da licença-paternidade. No caso da licença-maternidade, o benefício é garantido por quatro meses pelo Ministério da Previdência Social. Já o período dado aos homens é um encargo das empresas empregadoras.

Eu sou pai de duas meninas e sei o quanto é importante a participação e a presença do pai em apoio à mulher nos primeiros meses de vida da criança. E mais: na relação afetiva com a criança. Sou a favor da ampliação da licença-paternidade para 30 dias e acho um absurdo a prefeitura querer mudar uma iniciativa tão bonita como essa. E você, o que pensa a respeito?

#AMudançaSóComeçou

É… O segundo turno já é neste domingo! Como passou rápido! E desde o primeiro turno até agora, foram dias de muita agitação e expectativa, mas sempre confirmando que estamos no caminho certo.

Pezão é, sem dúvida alguma, o melhor candidato para governar o nosso estado, o mais preparado, o que tem as melhores propostas e o compromisso de dar continuidade ao processo de mudanças que vivemos nesses últimos anos.

A campanha está em sua reta final, e Pezão subindo cada vez mais nas pesquisas… Com certeza, será um caminho vitorioso. Já está sendo. Por isso, eu peço o seu voto em Pezão para governador no dia 26. Vamos juntos rumo à vitória! É 15 na cabeça!

A participação da família na formação do jovem leitor

Ler é essencial e sempre será a melhor forma de aprendizado. E transformar a leitura em um momento agradável para as crianças pode ser a chave para a formação de jovens e adultos leitores. A leitura em família, inclusive, é apontada por especialistas e professores como estímulo ao vínculo afetivo. Algo que propicia uma relação mais forte entre pais e filhos.

Concordo plenamente. E pratico esse hábito em casa, com minhas filhas Clara e Mariana. Sempre que passo por uma livraria compro algo novo para lermos juntos. Penso que a criança estimulada a encontrar o livro desde cedo tem uma relação prazerosa com a leitura, e não uma relação de obrigação.

Recentemente, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, divulgou que cerca de 90% daqueles que gostam de ler ganharam livros em algum momento da vida. E é justamente por meio da leitura que as crianças têm acesso ao conhecimento, à cultura, fatores importantes para a formação dela como cidadãos críticos.

Outra discussão bastante interessante é o que chamam de leitura mediada, base do projeto Roedores de Livros, do Distrito Federal. A iniciativa promove leituras em grupo com crianças e jovens de cinco a 14 anos, além de funcionar como uma biblioteca. O dia a dia da criança com o livro traz um enriquecimento muito grande para o seu futuro.

Mas de nada adianta dizer que a leitura é importante, que a criança tem que ler, se os pais não dão o exemplo. A lição começa em casa.

O primeiro passo para restabelecer a legalidade em Niterói

A poucos dias, o vereador e meu amigo Bruno Lessa (do PSDB) ingressou com uma ação à Justiça pedindo a proibição dos operadores de trânsito terceirizados de aplicarem multas nos motoristas da cidade, além da anulação de cerca de 20 mil autos de infração aplicados desde 2013 e a devolução do dinheiro das multas que já foram pagas num prazo de 60 dias. A decisão foi tema de uma reportagem especial do jornal O Globo Bairros, publicada no último dia 6.

Também segundo a decisão, a contratação de mão de obra terceirizada para o exercício da função de fiscalização de trânsito não tem embasamento legal e pode ser caracterizada como usurpação de função pública. Operadores de trânsito terceirizados não são concursados e, por isso, não tem competência legal para fiscalizar, sendo muitas vezes destituídos de qualquer formação adequada para o exercício da função. A partir de agora, somente agentes de trânsito concursados e a polícia militar podem fiscalizar o trânsito.

Esse caso lembra muito uma ação judicial que motivou a anulação de cerca de 600 mil multas de agentes não concursados, entre 1998 e 2004, também em Niterói. O fato de operadores de trânsito autuarem motoristas é um ato expressamente ilegal e infringe o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) que veta a lavratura de autos de infração por solicitação de terceiros. Parabéns ao Bruno pela iniciativa. É o primeiro passo para restabelecer a legalidade em nossa cidade.

Cristo Redentor: 83 anos de um dos maiores ícones mundiais

Uma das sete novas maravilhas do mundo, o Cristo Redentor comemorou 83 anos no domingo, dia 12, com muita história pra contar. Uma história que começou em 1922, quando o Brasil comemorou cem anos como nação independente.

A ideia de construir um Cristo na capital do país (que na época era o Rio de Janeiro), no entanto, já era conhecida desde o século XIX, quando o padre Pierre-Marie Bos fez a sugestão para a princesa Isabel.

Após uma grande assembleia, o Morro do Corcovado foi escolhido para abrigar a imagem. E depois disso, um grande abaixo-assinado conseguiu fazer com que o presidente Epitácio Pessoa liberasse o início das obras.

O projeto foi do engenheiro Heitor da Silva Costa, desenhado pelo artista plástico Carlos Oswald, e seu escultor foi o francês de origem polonesa Maxmillien Paul Landowski, que a fez de pedra-sabão, com 38 metros de altura, em partes separadas.

As peças foram reunidas todas na Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado. E para chegar ao Corcovado, foram transportadas pelos vagões do trem que cortava a Estrada de Ferro do Corcovado, construída em 1884.

Há quem diga, erroneamente, que o Cristo foi um presente da França para o Brasil quando, na verdade, a obra foi erguida a partir de doações de fiéis de paróquias e arquidioceses de todo o país.

Tombado definitivamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (o IPHAN) em 2009, o monumento do Cristo Redentor passou por obras de recuperação em 1980, ano da visita do Papa João Paulo II.

Em 1990, sofreu ampla restauração por meio de um convênio entre a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, a Rede Globo, a Shell do Brasil, o IBAMA, o SPHAN e a prefeitura do Rio. E em 2010, foi novamente restaurado pela Vale em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

O Cristo Redentor também é referência em obras cinematográficas. A mais recente é o pôster do filme ‘2012’. E na série de TV americana ‘Life After People’ (‘O Mundo sem Ninguém’, em livre tradução), um dos episódios exibe a imagem.

Em comemoração ao aniversário do Cristo, está sendo lançado o site www.cristoredentoroficial.com.br e iluminações especiais nas cores verde, amarelo, azul e rosa – por causa do Outubro Rosa – deverão continuar durante a semana. Parabéns a um dos maiores ícones mundiais, que é nosso!

Nossas áreas verdes: não podemos retroceder na preservação ambiental

Um alerta que fica para uma cidade como o Rio, que tanto se orgulha da sua expressiva área verde, é o que mostra a estimativa da Fundação Parques e Jardins, realizada recentemente. De 2011 a 2013, ruas e praças da capital receberam 127.877 novas árvores, em sua maioria espécies da Mata Atlântica, em média, 42 mil por ano. Mas vandalismo, doenças fitossanitárias e acidentes viários provocam a perda de cerca 11 mil árvores por ano, cerca de 30% do total plantado.

Outra dificuldade é convencer os cidadãos da importância da manutenção das áreas verdes. Na chamada Área de Planejamento 3 (o AP-3), que abrange bairros da Zona Norte, do Méier a Deodoro, nada menos do que 70% dos plantios previstos não podem ser concretizados. Talvez o que falte seja um plano diretor de arborização que permita uma gestão mais eficiente. A Prefeitura do Rio estima que as ruas e praças abriguem 700 mil árvores. Mas o município não sabe qual o tamanho exato do déficit de cobertura vegetal.

De fato, o Rio precisa ainda avançar para atingir patamares satisfatórios. Desde 2007, as perdas nos plantios caíram 20%. E há cerca de sete anos, as mudas passaram a ser plantadas com 2,5 metros de altura – quando antes a média era de 1,80m e largura de 2 a 3 cm – o dobro do protocolo anterior. E, infelizmente, há moradores que se negam a receber mudas em frente às suas casas ou prédios. Muitos acham que a árvore é uma vilã, que fornece esconderijo a ladrões. Mas os benefícios são gigantescos.

Uma única árvore, por exemplo, pode causar um conforto térmico de até quatro graus e fazer o serviço de três aparelhos de ar-condicionado. Um fato positivo é que em 2013, o Rio recebeu 57.014 novas mudas em áreas públicas, um recorde nos últimos anos. Números que equivalem a uma árvore para cada grupo de 110 pessoas ou 2,1 hectares. A política de reflorestamento é amparada pela lei 613/1984, a lei do “Habite-se” que prevê uma árvore a cada 150 metros quadrados de novas construções residenciais.

Do lado de cá da baía, Niterói vive uma situação igualmente preocupante. As árvores da Avenida Thomás Edison Vieira (a Rua das Árvores, em Pendotiba) estão sendo envenenadas, mal podadas e cortadas. E, com isso, correm o risco de desaparecerem. Isso reflete em algo que há muito vem acontecendo na cidade, uma verdadeira guerra às arvores. Basta lembrar como era a Alameda Boaventura, no Fonseca, antes da implantação do BRT; da derrubada de 334 indivíduos arbóreos centenários no Parque Nacional da Serra da Tiririca pela Igreja Católica, para a realização de uma missa durante a Jornada Mundial da Juventude no ano passado; e, mais recentemente, de três árvores “Cássia de Sião” pela Prefeitura, para as obras de alargamento da Estrada Leopoldo Fróes, em São Francisco.

A poucos dias atrás, uma matéria do jornalista André Trigueiro, exibida no RJTV 2ª edição, mostrou que a seca no Rio Paraíba do Sul não é resultado somente da falta de chuvas. O desmatamento nas margens do rio contribui, e muito, para o problema. Isso por que, quando a água não encontra barreiras, vai embora rapidamente e não penetra o solo, interrompendo, assim, o seu ciclo natural. E posso ainda apontar outro ponto crucial que demonstra a importância das áreas verdes para a nossa sobrevivência. O processo respiratório delas, que é o inverso do nosso: absorvem gás carbônico e eliminam oxigênio, além de água.

Isso significa que as árvores funcionam como verdadeiros purificadores de ar, e ainda absorvem a radiação solar e melhoram sensação térmica. Por isso, defendo a criação e a manutenção de áreas verdes em nossa cidade – como a transformação do Caio Martins e do Horto do Fonseca em grandes parques urbanos, a exemplo do que já acontece no Rio de Janeiro, com o Parque Madureira, e em cidades como Buenos Aires e Nova Iorque. E há, ainda, um projeto de lei de minha autoria, que apresentei na Alerj em maio, que determina que podas ou derrubadas de árvores devam ser precedidas de análise técnica permissão de órgão ambiental.

E, caso fique comprovado que a poda ou derrubada da árvore seja desnecessária ou arbitrária, deverá ser aplicada ao responsável multa a ser definida pelo órgão de fiscalização. E caso importe no comprometimento do elemento arbóreo, a concessionária será obrigada a compensar o dano com o plantio de mudas da mesma espécie, mediante avaliação prévia do órgão ambiental competente, que também deverá indicar o local do plantio.

Um documento produzido pela Union of Concerned Scientists (União dos Cientistas Preocupados, em tradução livre) apresentado em junho deste ano durante uma reunião da ONU na Alemanha sobre mudanças climáticas, apontou que o Brasil foi o país que mais reduziu o desmatamento e as emissões de gases causadores do aquecimento global.

Apesar do governo federal ter divulgado dados indicando um aumento de 28% na taxa de desmatamento da Amazônia no período entre agosto de 2012 e julho de 2013 na comparação com o ano anterior, ainda assim o Brasil teve sucesso em suas políticas para coibir o desmatamento – como a criação de novas áreas protegidas na Amazônia, incluindo reservas indígenas e unidades de uso sustentável; o comprometimento da indústria da soja em não comprar grãos produzidos em terras desmatadas da Amazônia desde 2006; a exclusão de produtores que desmatam da cadeia de suprimentos; e o acordo de Redd+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal) entre Brasil e Noruega, que prevê incentivos para países em desenvolvimento reduzirem emissões, por meio de financiamento de países ricos.

No entanto, o novo Código Florestal pode colocar em xeque todas essas conquistas. É importante termos consciência de como as áreas verdes são fundamentais para a vida no planeta e que o chamado desenvolvimento socioeconômico deve, primeiramente, respeitar a natureza. Diante de tantos avanços, nem Niterói e muito menos o nosso estado, podem retroceder na preservação ambiental.