Até a ONU já sabe: Educação no Brasil precisa mudar

Ultimamente tenho manifestado minha preocupação com a educação com frequência e acho que as informações divulgadas ontem pela ONU refletem o meu pensamento. Se, por um lado, os índices mostram que o país está de fato se desenvolvendo na direção correta, por outro deixam claro que certas coisas precisam melhorar muito – a educação está entre elas.

O Brasil subiu quatro posições no ranking global de bem estar das populações, de acordo novo Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), em relação ao ano passado. Nosso país está em 73º lugar entre 169 países e o principal entrave é a educação.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) este ano mudou sua metodologia. O cálculo do IDH brasileiro foi feito através do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e passou de 0,693 para 0,699. A escala varia de zero, o pior, a 1, o melhor.

Ao aprimorar sua metodologia o Pnud expôs as enormes falhas do Brasil na educação. Pelo cálculo antigo, nosso IDH era de 0,813. O IDH considerava dois indicadores: A taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade e a taxa de matrícula nos ensinos fundamental, médio e superior. O novo índice avalia a média de anos de estudo atual da população e o critério de “anos de estudo esperados”, que projeta qual será a escolaridade média nos próximos anos levando em conta fatores como repetência e evasão.

Outro dado revelado é a média de anos de estudos do Brasil que é de 7,2 anos. A mesma de Zimbábue, o último colocado no ranking.

Estes índices nos mostram que o Brasil tem que prosperar e muito. É preciso ficar claro que saber ler e escrever não tem relação direta com qualidade de ensino, o número de matriculados tampouco. É na área da educação que a população brasileira mais sente a privação de oportunidades.

Reafirmo minha convicção, como um político educacionista, que temos oferecer educação de qualidade e em tempo integral em todas as escolas públicas do país. Com a criança o dia todo no colégio a mãe, por exemplo, poderia trabalhar e aumentar a renda familiar.

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Sobre Felipe Peixoto

Sou Felipe Peixoto, niteroiense com muito orgulho, casado com Graziela, pai de Clara e Mariana e vice-presidente do PSB. Tenho 40 anos, todos eles vividos em Niterói. Minha paixão pela política vem desde a infância. Comecei bem cedo, aos 9 anos, instalando na garagem da minha casa, no Pé Pequeno, em Niterói, um comitê mirim para a campanha de Darcy Ribeiro a governador do Estado do Rio em 1986. Adquiri muitas experiências ao longo desses 30 anos, 18 deles dedicados ao serviço público, e todos essenciais para o meu amadurecimento e preparo para seguir firme, adiante, na luta em defesa por melhorias da qualidade de vida da população. Conheça mais sobre minha trajetória no meu site: www.felipepeixoto.com.br. Acompanhe lá detalhes das leis que apresentei na Assembleia Legislativa do Estado do Rio e na Câmara Municipal de Niterói, cidade onde nasci, sempre vivi e escolhi para continuar com minha caminhada, servindo ao povo e criando minhas filhas.

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