ONU em Niterói

Essa semana li no jornal O Globo que a Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu abrigar em Niterói o escritório que trata da Estratégia Internacional para Redução de Desastres (Eird), o primeiro no Brasil. Vejo o fato como reconhecimento de nossa cidade e alento para nosso país, que recentemente sofreu com sua maior catástrofe natural já registrada, ocorrida na Região Serrana, no fim do ano passado. Uma das causas que mais justificaram a decisão, aliás, foi justamente essa calamidade, que vitimou 900 pessoas.
Sabemos, também, que não só o Rio de Janeiro, mas muitos estados do nosso país presenciam o crescimento da população e a ocupação desordenada. E que mudanças extremas no clima são capazes de sequenciar desastres que, somados, podem causar estragos irreparáveis. Daí a importância em investir na prevenção de desastres, conscientização sobre riscos e planejamentos urbanos, fatores primordiais.
Conscientização sobre riscos em planejamentos urbanos, aliás, é um dos objetivos em pauta dos profissionais que atuarão nessa nova Unidade de representação da ONU. Tema que eu, inclusive, já defendi anteriormente, quando falei sobre a revisão dos planos urbanísticos em Niterói. Só para relembrarmos, os Planos Urbanísticos Regionais (PUR) funcionam como indicativos de crescimento e organização das cidades.
As negociações para a instalação do escritório no Brasil começaram em 2009 e contaram com forte apoio do Departamento de Físico-Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) e seu representante, o professor Airton Bodstein de Barros, que atua no Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). A Unidade vai reunir especialistas de várias áreas que trabalharão em propostas de redução de acidentes e mortes.
Rio de Janeiro e Santa Catarina estavam na disputa, mas a escolha por Niterói foi feita pelo chefe do escritório da Eird da América Latina, Ricardo Mena, em Paris. A sede em Niterói será a Casa Amarela, em frente ao campus da UFF na Praia Vermelha, entre Gragoatá e Boa Viagem.
Mais importante ainda é saber que o escritório deverá atender toda a América do Sul. Uma grande conquista para Niterói!

Para sempre, Brizola

Na segunda-feira (23), estive no lançamento do livro ‘Brizola – A Legalidade e Outros Pensamentos Conclusivos’, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro. Brizola foi, sem dúvida alguma, político singular, que marcou a história da política brasileira na luta por um país que caminhasse por seus próprios pés, longe de qualquer dependência estrangeira, que pudesse comprometer o progresso do Brasil.
Nascido em Carazinho, no Sul do país, Brizola foi lançado à vida pública por Getúlio Vargas. Foi governador do Rio Grande do Sul aos 37 anos de idade, em plena guerra fria. Reestruturou a administração, implantou reforma agrária, erradicou 50% do analfabetismo entre os gaúchos e deixou mais de três mil escolas gratuitas naquele estado para que todas as crianças tivessem acesso à educação.
Com o Golpe de 64, foi forçado a exilar-se no Uruguai até 1979, quando retornou ao país e se deparou com a opressão do governo e de grandes empresas que o perseguiam sistematicamente. Ainda assim, foi eleito, por duas vezes, governador do Rio de Janeiro, onde implantou o programa de educação integral, construindo 500 CIEPs. Brizola concorreu por duas vezes à presidência através do partido que fundou em 1980, o PDT.
Brizola sempre lutou sob a inspiração do nacionalismo e do trabalhismo, pelo desenvolvimento do país, por mais dignidade para o povo brasileiro, pelos direitos e conquistas do trabalho e da educação.
Faleceu em 2004, aos 82 anos, já bastante debilitado. Na época, o então presidente Lula decretou luto oficial de três dias.
Como prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e governador do Rio Grande do Sul, deputado federal pelo Rio Grande do Sul, além de duas vezes governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola deixou, ao longo dos quase 60 anos de vida pública, um legado de grandes ações que o fizeram estar, hoje, entre os grandes heróis de nossa nação.
Além do vereador Leonel Brizola Neto, também estiveram presentes no lançamento, Miguel Vitoriano, secretário geral PDT Niterói, Maria José Latgé, presidente do MAP/PDT e Túlio Mota, presidente da Juventude Socialista PDT Niterói, dentre outros dirigentes partidários.
O livro é de autoria de Oswaldo Maneschy, Apio Gomes, Paulo Becker e Madalena Sapucaia, lançado pela Editora Nitpress. A obra é parte de um grande projeto que busca valorizar as ideias de um político idealizador, que foi Leonel de Moura Brizola.

Niterói: 2014 nos espera

Ao ler O Globo Niterói, semana passada, fiquei muito feliz ao saber que Niterói está incluída na lista de roteiros turísticos para a Copa de 2014. Uma ótima notícia para nós, cidadãos niteroienses, que tanto prezamos a cultura e o turismo em nossa cidade. Essa lista é de autoria do Ministério do Turismo, que selecionou os municípios mais requisitados na destinação de recursos e promoção oficial do evento. Há uma estimativa de mais de R$ 70 milhões em investimentos ainda para este ano, entre campanhas e convênios.
Bem sabemos da importância de Niterói estar entre as cidades selecionadas. Esse é um bom momento para impulsionar oportunidades de emprego, o turismo local e, principalmente, mais geração de renda. E já se tem em mente algumas vertentes para aplicação da verba de modo a divulgar o que temos de melhor e prepará-la para receber pessoas de todo o mundo.
O Governo do Estado já iniciou um projeto de promoção dessas cidades em feiras nacionais e internacionais. Esse estudo mostra também o tipo de segmento turístico que cada município se encaixa, os pontos de visitação mais requisitados e a distância entre eles e as doze cidades sedes do Mundial, entre elas Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Nos critérios de seleção avaliados, Niterói se sobressaiu em praticamente todos. Não só por nossas belas praias, a gastronomia, a cultura e o esporte também foram destaque. Posso citar, entre nossos maiores projetos arquitetônicos, o MAC, marca maior da cidade, o 2º maior complexo de fortificações militantes do país e o Museu de Arqueologia reformado há pouco. Assim como a Biblioteca Estadual de Niterói, agora também reformada e o Caminho Niemeyer.
Espera-se receber cerca de 600 mil estrangeiros e três milhões de brasileiros circulando pelo Brasil. Aumentando o tempo de permanência desses visitantes nas localidades, maiores os benefícios.
Todo esse cenário me traz muita alegria. Acredito no potencial de nossa cidade e o quanto é significativa sua participação na história do Rio de Janeiro. Outras cidades divulgadas pelo Ministério do Turismo foram Arraial do Cabo, Búzios, Angra dos Reis, Ilha Grande e Paraty, dentre outras. Niterói tem méritos para ser uma das cidades mais visitadas.

Apoio do Governo do Estado fortalece metas do DRM-RJ

É com satisfação que escrevo sobre o trabalho que vem sendo realizado pelo presidente do Departamento de Recursos Minerais (DRM-RJ) e meu amigo, Flavio Erthal, principalmente após o estímulo do Governo do Estado a programas de prevenção de enchentes e deslizamentos, e investimentos em sistemas de alerta nas áreas abaladas pelas fortes chuvas ocorridas nas regiões Serrana e Noroeste.

Além de linhas de financiamento com base no trabalho desenvolvido pelo DRM-RJ, há investimentos constantes em treinamento de agentes de seguranças para atuar nas áreas afetadas, novas viaturas para as Defesas Civis e planos de prevenção de acidentes.

Merece destaque a atuação dos geólogos do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro que, durante as tragédias das chuvas, logo na primeira semana do ano, se deslocaram para atender ocorrências em 13 municípios diferentes, intensificando ações nas regiões Serrana e Noroeste do estado. Todo esse trabalho é orientado pelo Plano de Contingência 2011/2012, que define protocolos, procedimentos e critérios para atuação no período chuvoso, em apoio à Defesa Civil e aos municípios.

Em Sapucaia, distrito de Jamapará, por exemplo, foi executado, junto a pesquisadores das universidades, o mapeamento de risco iminente a deslizamentos no distrito, com previsão de conclusão para 25 de janeiro.

Para melhor entendermos, o DRM-RJ – Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro é vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (SEDEIS). Desenvolve ações de mapeamento, análise e prevenção de riscos geológicos e demais questões ambientais.

Para saber mais, acesse: http://www.drm.rj.gov.br/

O país do futebol precisa ser o país da educação

Projeto do Maracanã para 2014Nos quatro anos que faltam para dar um passe decisivo e realizar gol de placa, o Brasil necessita de mais transporte, mais hospedagem, total segurança e novos estádios.  Apesar do francês Jerôme Valcke, secretário-geral da Fifa, considerar o Brasil com enorme potencial para realizar a Copa de 2014 com sucesso.

Todas as alterações nos Estados-sede são para atender exigências da Fifa. Mas, pelo que se vê, poucas construções e reformas saíram do papel. E as previsões de custos alcançam valores surpreendentes para justificar uma utilização futura desses espaços esportivos. Sabemos que o Brasil é o país do futebol, mas precisa também se tornar o país da educação e das oportunidades para os jovens, reais representantes do nosso futuro.

Numa análise comparativa do custo em milhões por estádio, publicada em O Globo do dia 11/07, alguns dados para apreciação:

Cidades, estádios e milhões

Precisamos avaliar a capacidade do governo em levantar esses recursos, seja nas áreas governamental ou privada, acompanhar as planilhas com estimativas de preços e o desempenho das construtoras nas obras. A população não pode abrir mão de garantir que esses recursos sejam convertidos em conquistas sociais permanentes.

Uma linha de empréstimos do BNDES para as cidades-sede reformarem ou construírem estádios e arenas esportivas já está sendo disponibilizada. E o presidente Lula declarou que “todos os gastos e contratações, no período das obras, serão divulgados na internet e poderão ser acompanhados em tempo real por qualquer brasileiro”.

É nosso papel acompanhar e analisar todos esses gastos. É nosso dever impedir que surjam superfaturamentos nessas grandiosas obras esportivas.

Não podemos nos esquecer que escolas e áreas de lazer para as nossas crianças são muito mais importantes que estádios para grandes jogos. Talvez aula não seja tão divertida de se assistir quanto uma partida de futebol. Mas a gente sabe qual dos dois é que vai garantir o futuro do país, não é verdade?

Novas técnicas para o aperfeiçoamento da escrita

nullA iniciação nas salas de aula do ensino fundamental pela filosofia fonética (o fonema vocálico e o som das palavras) vem sendo apresentado por meio de materiais didádicos preparados para os alunos de acordo com suas necessidades individuais. São placas de letras mostradas em sala de aula pela professora que emite sons correspondentes à pronúncia correta.

Ao tomarem conhecimento de cada letra, isoladamente, o ensinamento passa para a formação de sílabas e, a seguir, para as palavras completas. O objetivo é a construção de frases que farão parte de textos escritos pelos alunos. Este método, criado pela pedagoga Karla Honória Santos, tem mostrado excelentes resultados na alfabetização de crianças. Uma vez assimilado, fica mais fácil alcançar uma boa alfabetização.

Para acompanhar os níveis de dificuldade de cada aluno, a pedagoga conta com o cronograma de aulas diárias em sala específica repleta de recursos educacionais. Apesar de estarem no mesmo ambiente, essa “vivência individual” contribui para graus de aprendizados diferenciados, criando uma quantidade de alunos observadores quanto ao desempenho do seu colega. E cada aluno pode escrever o que desejar e a maneira em que a tarefa será realizada.

Com isso, todo o processo passa a ser inspiração para melhores resultados, comprovando o sucesso desse método educacional.

UM NOVO PASSO

Quanto à caligrafia, os alunos aprendem a ouvir sons e as letras iniciais. Ao compreender o som das palavras, eles tentam reconhecê-las sem a preocupação de saber escrevê-las corretamente. Para Andréa Bechara, pedagoga do ensino fundamental, “a letra legível é muito importante para a compreensão da mensagem elaborada, respeitando todo e qualquer limite de cada modelo de texto apresentado”.

O objetivo é desenvolver no aluno uma letra compreensível. A estética do texto se conquista com o interesse ao “criar uma escrita” e, posteriormente, pela descoberta da leitura.

Conta limpa reaproxima prestação de contas

O comportamento ético na política nacional deslanchou no Congresso em setembro do ano passado. Contando com o respaldo de aproximadamente 1,5 milhão de assinaturas, o projeto Ficha Limpa foi finalmente aprovado.
Não bastasse a legítima pressão do eleitorado, em parte se utilizando da mídia eletrônica, a expressiva vitória da aprovação do projeto ganhou respaldo com as seguidas decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de que a “Lei Ficha Limpa” já se encontra em vigência. Agora, qualquer solicitação de candidato no momento do pedido de registro da sua candidatura passa por esta avaliação. Com isso, os ficha-sujas serão banidos das casas parlamentares, fortalecendo – finalmente – as instituições democráticas. Este é um grande passo rumo à moralização da política.
O senador Cristovam Buarque trouxe, na última semana, uma nova ideia que tem tudo a ver com o que procuramos para a política brasileira. Trata-se de aprofundar a ideia do Ficha Limpa, criando regras para tornar mais transparentes as finanças de cada campanha eleitoral. O político, além de Ficha Limpa, passa a ter que ser Conta Limpa.
Ao lançar essa proposta também pela internet, o senador constatou que houve uma participação positiva e intensa em relação à Conta Limpa. O que vem a ser isso? O eleitor poderá escolher aqueles candidatos que possuam Conta Limpa.
A primeira coisa é saber qual o limite de gastos que cada candidato vai fazer na próxima eleição. E que nenhum deles poderá gastar mais do que um valor determinado, proporcional ao tamanho do seu Estado e/ou proporcional ao número de eleitores. Esses critérios não podem ser (ou ter) o mesmo limite, por exemplo, do Distrito Federal para com o estado de São Paulo. Mas, certamente, é preciso limitar os gastos de cada candidato. E também fazer valer, em escala proporcional, para Governador, Prefeito, Vereador, Deputados Estadual e Federal, e Senador.
Hoje, com a possibilidade de se gastar, de forma ilimitada, muitos candidatos com Ficha Limpa não conseguem ser eleitos democraticamente. A proposta da Conta Limpa mostrará ao eleitor se o candidato está gastando de uma maneira ostentatória.
Então, o primeiro item deverá ser um limite de gasto; o segundo é que todo candidato precisará abrir mão do seu sigilo bancário enquanto for candidato. E vale também para pós-eleição, não devendo haver, em momento algum, sigilo bancário. Quem tem vida pública tem que ter suas contas públicas. Ninguém é obrigado a se candidatar. Agora, se é candidato, tem que aceitar algumas condições. E uma delas passa pela Conta Limpa. Se você não tem acesso à conta bancária do seu candidato, se quer a Conta Limpa, escolha um que tenha essa conta aberta.
O terceiro ponto é que todos os gastos de campanha deverão ser divulgados on-line. Conta de campanha tem de ser transparente. Qualquer eleitor poderá entrar na conta de campanha do candidato e saber quais foram os recursos depositados, quais foram os gastos e usados em quê?
Outro quesito é conhecer quem são os doadores. Quando você não sabe na campanha quem são os doadores, preocupe-se! Pode haver conivência, ou mesmo acordos espúrios. Ao mesmo tempo, se o candidato expõe quem dá dinheiro é porque essa é uma pessoa legal, é uma pessoa decente. Não há nenhum problema em receber dinheiro de alguém e dizer que este contribuiu para a campanha. Abertura e transparência são palavras-chave da conta aberta.
É preciso complementar o Ficha Limpa com a Conta Limpa, e mostrar a transparência absoluta no financiamento de campanha, nas contas pessoais de cada indivíduo que tem vida pública. Este é mais um passo na direção da democracia que nós sonhamos.

Uma nova etapa da conversa

Ser um representante público traz algumas responsabilidades. Uma delas é o contato permanente com os moradores da nossa localidade.

Sempre acreditei nisso e sempre busquei praticar esse princípio. Hoje, por exemplo, estive no Pé Pequeno com engenheiros da Defesa Civil vistoriando casas a serem interditadas.

Muita gente diz que isso não é função de vereador – e talvez não seja mesmo. Mas eu sempre gostei de estar presente quando defronte a situações em que eu pudesse ajudar. Meus amigos sempre implicavam comigo por isso, mas eu nem ligava. É uma coisa de criação mesmo, não tem muita explicação. Com a eleição pra vereador, acho qeu eu meio que passei a considerar isso também como responsabilidade.

Agora, estamos nós aqui, eu e vocês, falando sobre isso pela internet. Sou capaz de afirmar que ainda hoje me surpreendo com a potencialidade disso aqui. Lembro da época em que eu organizava encontros com a turma do mIRC e tenho certeza que naquele tempo eu não tinha noção alguma da rapidez e da profundidade de interação que a internet ainda possibilitaria.

Fico feliz por poder tirar proveito disso de alguma forma. Quero inclusive, com esse post, abrir uma nova etapa em meu blog: o falar diretamente. Algo que já venho cultivando no twitter e que agora quero expandir pra cá também. O que vocês acham?

Quando acontece uma tragédia

O Estado do Rio de Janeiro acaba de sofrer sua maior catástrofe dos últimos 40 anos. Só em Niterói, até o presente momento, são mais de 60 mortes e mais de 2000 desabrigados. São muitas as explicações físicas, geográficas e técnicas dadas pelas autoridades e pelos especialistas.

Enquanto isso, milhares de seres humanos ficam sem suas casas, sem comida, sem água, sem o mínimo de condições básicas de sobrevivência. Não é hora de lamentação. É hora de refletir e mobilizar a sociedade em torno de um único objetivo: SALVAR VIDAS!

Ontem (06/04/2010) vimos na internet uma grande cobertura espontânea de mídia e informação, nunca antes vista, através de vídeos, redes sociais, troca de e-mails e etc. Isso prova que o poder de comunicação e mobilização através dos meios de comunicação é muito grande! E que este poder, quando organizado, é capaz de produzir grandes transformações!

É preciso despertar em cada um, o sentimento mais belo que um ser humano pode ter: SOLIDARIEDADE! É preciso que cada um se coloque no lugar do seu próximo; daquele que perdeu sua casa e seus entes! É hora de despertar nas nossas crianças e jovens, o sentimento de que todos podem ajudar! E a ajuda não precisa ser muita coisa! Basta uma fralda, uma roupa, uma garrafa de água! Toda ajuda é bem vinda. Se cada um ajudar com aquilo que pode, com certeza fará a diferença para dar condições mínimas de vida às milhares de pessoas que estão nesta situação. Vamos todos ajudar!

Saiba como ajudar os desabrigados pelas chuvas em Niterói

Niterói está mobilizada para recolher doações para os desabrigados pela chuva

Desabrigados de Niterói estão sendo encaminhados para vários lugares