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A vitória é sua
Suor, lágrimas, gritos, sorrisos. Tudo isso se misturava enquanto comemorávamos o resultado das urnas no último domingo. Reunido com amigos na mesma casa que funcionou de comitê nas minhas 2 eleições anteriores, estava eufórico e tranquilo ao mesmo tempo: o trabalho foi bem feito, o resultado foi positivo.Não é à toa que nossa campanha foi vitoriosa, quando toda a classe política de Niterói nos dava como vencidos. Não é à toa que tivemos 32.855 votos, espalhados por 85 municípios, provando que por todo o Estado do Rio existem pessoas ansiosas pela mudança na forma de se fazer política.
Vote pela transformação
Domingo, 3 de outubro de 2010.
Amanhã é o dia de você exercer o seu direito de cidadão livre. E consciente em promover as mudanças que, com o seu voto, poderá consolidar o caminho deste nosso Estado.
Participe. Esta transformação, tão desejada pelas pessoas de bem, não quer e não pode mais aguardar para discutir os problemas que tanto nos aflige. Deixemos de lado o tempo da espera.
Que seja um domingo de festa. Da democracia. Do seu direito pleno do dever cumprido. Com transparência e ética. Renove. Vote. Transforme.
As gerações futuras hão de agradecer a sua incansável luta. Por melhores tempos. De esperança. De confiança. De participação.
O futuro começa hoje.
Sou candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro e conto com seu voto.
Como escolher um candidato
Nas eleições de 2010 os escândalos e casos de corrupção no cenário político são alguns dos fatores que afastam os adolescentes das urnas. Indignados, eles afirmam que a maioria dos estudantes, com idades entre 16 e 18 anos, não vai votar no próximo domingo, dia 3 de outubro, porque não acredita em mudanças.
Há no meio estudantil certo desencanto dos adolescentes pela política até em função do que está sendo apresentado com tantos casos de
corrupção. Por isso as escolas devem desenvolver o processo de reflexão nos estudantes desde pequenos para fazê-los acreditar o quanto a participação dessa faixa etária é importante.
Quando os adolescentes pensam em eleições, educação é a área que mais merece atenção de todos. Se por um lado há o descrédito nos políticos, por outro existe a certeza de que área como a educação precisa ser urgentemente melhorada. E ela é fundamental para que todas as pessoas desenvolvam o pensamento crítico, exigindo ética e transparência dos candidatos a cargos públicos, para que os jovens possam retornar à política e começar a cobrar seus direitos.
E essa política vem perdendo o foco por causa de tanta corrupção, em todas as esferas; mas acredito que ainda há um futuro promissor. Se todos os jovens se conscientizarem que só participando intensamente conseguirão mudar este estigma, a esperança irá prevalecer.
Gosto e faço política desde os 9 anos. Reconheço que os canais de tevê para jovens quase nunca abordam o assunto. Nem mesmo as escolas dão informações sobre eleições ou ensinam, por exemplo, quais as funções de cada político em sua cidade e em seu estado.
Os jovens precisam voltar a acreditar que podem mudar a política e escolher o futuro do nosso país. Sou candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro.
Internet como vanguarda da eleição
O novo nesta eleição brasileira tem um nome: internet. Apesar dos 10 anos viajando no imaginário coletivo com ferramentas como Orkut, Facebook e Twitter, atravessando fronteiras em todo o mundo, a nossa comunicação virtual ainda é contida diante do debate político. A exploração da potencialidade da rede permanece, entre nós, muito precária.
Mesmo assim a internet tem contribuído para a qualificação do panorama político brasileiro. Ela veio para aproximar eleitor X candidato, como uma ferramenta de mobilização.
Todos os sites oficiais de campanha nos revelaram o formato de uma agenda eleitoral, a melhor distribuição de material de apoio, ou mesmo um influente canal de aproximação.
Na verdade, sempre buscamos uma referencia externa para definir o que tentamos evidenciar. No caso da política, é menos com o intuito de conhecer novas propostas e mais com o apoio em declarar o engajamento. As mídias sociais estão rápidas na utilização dos serviços como orientação no comando da campanha eleitoral.
A internet será – em um futuro breve – fator de aproximação, apesar das estratégias traçadas pelo pessoal de campanha, capaz de blindar qualquer candidato.
As mídias sociais estão se tornando instrumento de vanguarda para atender e entender o discurso político. Desta vez, a participação do internauta irá fazer a diferença nas urnas eletrônicas.
STF adia a decisão sobre a Lei da Ficha Limpa
O julgamento sobre a validade da lei da Ficha Limpa, projeto de iniciativa popular, com mais de 1,3 milhão de assinaturas, foi concluído com um empate de 5 a 5, o que frustrou todas as expectativas daqueles, assim como eu, se pronunciaram a favor da lei. Diante do impasse, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram suspender o julgamento e marcar para o dia 27 de setembro, segunda-feira, às 14 h, uma sessão extraordinária.
O presidente do STF, Cezar Peluso, apesar de ter a prerrogativa de desempatar o placar, preferiu não utilizar o seu voto. Agora, o impasse apresenta duas opções: esperar a nomeação de um novo ministro para a Corte ou manter a decisão da Justiça Eleitoral.
Durante o debate entre os ministros do STF
, foi levada em conta – em razão do empate – a possibilidade de seguir o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidiu pela validade da Lei da Ficha Limpa na eleição deste ano e pela aplicação da lei a casos anteriores à sua vigência.
A Lei da Ficha Limpa proíbe a candidatura de políticos condenados em decisões colegiadas e que renunciaram a mandato eletivo para escapar de cassação.
O que preocupa é que esta decisão só poderá ser revista após as eleições. Isso quer dizer que o candidato “ficha suja” poderá concorrer normalmente ao pleito do dia 3 de outubro.
Metade dos ministros defendeu a aplicação da Lei para estas eleições. Mas o empate no julgamento da lei ocorreu porque a 11ª cadeira do Tribunal está vaga. Votaram a favor da aplicação imediata do projeto os ministros Carlos Ayres Britto – que foi o relator -, Cármem Lúcia, Ellen Gracie, Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa. Como principal argumento, os defensores da Lei lembraram que todos os partidos políticos tinham realizado suas convenções para escolha de candidatos depois da aprovação da Lei, conhecendo, portanto, suas consequências.
A outra metade, composta pelo presidente da Casa, Cezar Peluso, e os ministros Celso de Mello, Gilmar Mendes, Marco Aurélio de Mello e Dias Toffoli, votou contra. Apesar de defenderem a constitucionalidade do projeto, eles afirmaram que a norma não poderia ser aplicada para este pleito.
Ao ser proclamado o resultado final, os ministros travaram uma intensa discussão, onde procuravam uma resolução diferente para o crucial impasse. Uma saída possível é que haja nova sessão na próxima semana com a presença do 11º ministro, cuja indicação é atribuição do presidente da República.
O ministro Ricardo Lewandowski, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral, defendeu neste momento que diante do empate deveria prevalecer as regras do regimento interno do STF e da Súmula Vinculante 10. Elas orientam para a manutenção da Lei.
Continuamos atentos aguardando a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A consolidação da Ficha Limpa é a resposta que todos os eleitores de bem esperam para mudar este país. Sou candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro para defender estes valores.
Surgem novos desafios
Como representante público, sei das minhas obrigações e responsabilidades. Por isso sempre mantive um contato permanente com as pessoas que vivem em nossa cidade.
Por acreditar na importância do dialogar permanente, tenho procurado transformar a comunicação com todos os cidadãos que consultam e buscam soluções em resultados positivos através da mídia eletrônica. Hoje tão difundida em sites, blogs, e-mails e afins. Os tempos mudaram. A nova comunicação viaja numa velocidade em que o tempo não pára e o amanhã é agora.
Com a eleição para deputado estadual, na condição de candidato estreante ao pleito, acredito ser de grande responsabilidade essa representatividade que a
mim foi depositada quando eleito o vereador mais votado em toda a história de Niterói.
Busco a continuidade dessa representação política, agora em um patamar mais amplo, pois irei atuar em todo Estado. Esse novo desafio pretendido me conduz a novos enfrentamentos que, em meio ao que já consolidei, passa a ser considerado também como enorme responsabilidade.
Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho defendido o uso democrático da mídia eletrônica, tão difundida nas redes sociais.
Está chegando a hora
Parece que a política está finalmente se moralizando. E o percurso dessa caminhada se deu com o apoio da população que levou para o Congresso 1,5 milhão de assinaturas para a implementação do projeto Ficha Limpa.
A participação do eleitorado fez valer a pressão ao utilizar a mídia eletrônica junto aos congressistas. Os candidatos ficha suja estão sendo banidos das casas parlamentares. Se ainda não de todo, pois muitos se utilizam de liminares,
o caminho está calçado em julgamentos inadiáveis.
É preciso também garantir transparência absoluta no financiamento de campanha, inclusive nas contas pessoais de cada indivíduo que tenha vida pública. Este é mais um passo na direção da democracia que nós sonhamos.
Todos os gastos de campanha deverão ser divulgados on-line. Conta de campanha tem de ser transparente e deve ser divulgada pelo postulante a um cargo público. Qualquer eleitor poderá entrar na conta de campanha do candidato e saber quais foram os recursos depositados, quais foram os gastos e usados de que forma.
O comportamento ético na política nacional finalmente tem seu desfecho. O senador Cristovam Buarque, empenhado nesta moralização, chegou a propor a aplicação da Conta Limpa, que estou seguindo.
É este Brasil que todos nós queremos.
Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho atualizado semanalmente a minha prestação de contas no meu site.
Não deixe de avisar aos seus amigos
Sem título de eleitor você não vota nestas eleições. A segunda via tem que ser solicitada até a próxima quinta-feira 30 de setembro de 2010.
Uma nova exigência está valendo nas eleições deste ano: o eleitor não poderá mais votar com apenas um documento. Você deverá, obrigatoriamente, apresentar dois documentos: o título e um outro documento com foto.
Junto com o título, você pode levar: carteira de identidade; identidade funcional; carteira de tr
abalho ou de habilitação com foto; e certificado de reservista.
Não serão admitidas certidões de nascimento ou de casamento.
Não deixe para a última hora! Procure já o seu título. Não achou? Vá ao cartório eleitoral mais próximo e faça uma segunda via. Não fique sem votar! O PRAZO PARA SOLICITAR A SEGUNDA VIA É ATÉ 30 DE SETEMBRO, na zona eleitoral mais próxima de sua residência.
DÚVIDAS COMUNS:
1. Onde você tira seu Título de Eleitor?
- Na Central de Atendimento ao Eleitor ou no cartório eleitoral da sua cidade.
2. Como tirar uma segunda via do seu Título?
- Você precisa de um documento oficial e original que contenha nome completo, data de nascimento, filiação e cidade onde nasceu (identidade, certidão de nascimento ou casamento, reservista, carteira de trabalho). Não serão aceitos a carteira de habilitação e o passaporte.
3. Quanto custa?
- A emissão do Título de Eleitor, quer seja primeira vez, segunda via, transferência ou revisão, é GRATUITA desde que o eleitor esteja em dia com suas obrigações eleitorais.
Fonte das informações: TSE
Uma ferramenta de trabalho que o Poder Público deveria se preparar
Quando a Internet em nosso país será de fato “democratizada”? Apesar das lan house, das escolas e universidades, dos cybers cafés, o acesso ainda é restrito aos brasileiros. Porém, para estas eleições de 2010, já podemos observar e avaliar o quanto a internet está sendo utilizada por diversas classes sociais.
De acordo com estimativa do IBOPE, este número já ultrapassou os 65 milhões de usuários, considerando-se que a pessoa se conecta de qualquer tipo de lugar, seja residência, trabalho, biblioteca ou telecentro. Estamos conversando com um terço da nossa população.
No entanto, é inegável que a grande rede seja hoje o espaço mais aberto e
ampliado de discussão política em qualquer lugar do mundo. Qualquer indivíduo conectado é capaz de multiplicar seu pensamento numa velocidade nunca imaginável anteriormente – e a política ganha muito com isso.
Uma pesquisa recente feita pelo Facebook, nos Estados Unidos, comparou as redes sociais na internet e o resultado foi que, em média, as pessoas influenciavam 10 amigos no mundo “real”, mas no mundo “virtual” este número saltava para 40.
No Brasil o potencial da internet tem contribuído para desvendar irregularidades. Foi através da disponibilização online de gastos do governo que se descobriu a farra dos cartões corporativos. Alguém ainda lembra ou já caiu na lixeira do esquecimento? Além disso, hoje é possível ter muito mais controle sobre os representantes eleitos pela internet. Facilmente descobre-se se ele está envolvido em algum processo judicial; que posições vêm adotando em determinados assuntos; como é o financiamento das suas campanhas.
As possibilidades vão sendo cada vez mais ampliadas e os limites são quebrados frequentemente. As ferramentas de comunicação permitem construir conteúdo de forma colaborativa e interagir de uma maneira antes inimaginável. Tentar impedir este avanço é tolo; ficar alheio é impossível.
Campanha na internet é objetiva. É dinâmica. Mas, principalmente, campanha na internet requer conteúdo. Talvez seja por isso que ainda encontre resistência por aí. Escrever com conteúdo é fundamental para se comunicar com todo o mundo.
Como candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro, constitui uma equipe de comunicação para atender e atuar em todos os segmentos da internet por acreditar nesta ferramenta. O Poder Público, em todos os seus níveis, deveria fazer o mesmo.
Está chegando a hora!
Está chegando a hora de votar. Com consciência. Votar em quem vem lutando pelos direitos do cidadão. Direito à moradia, ao saneamento básico, à saúde, à segurança e, sobretudo, à educação em tempo integral.
Lutar é fundamental. Sem luta, não há conquista nem tão pouco avanço. Se não existisse quem lutasse pela aniquilar essas
necessidades, como escolher um representante legítimo? Lutar é imprescindível. Não é uma questão de escolha. É uma questão de direito.
No entanto, nenhuma luta consegue ser bem-sucedida sem organização e mobilização. Estes são dois conceitos que precisam ser trabalhados ao mesmo tempo para alcançarmos nossos objetivos.
Luta sem mobilização é luta de poucos e se torna irrelevante. Luta sem organização é luta sem liderança e, portanto, facilmente combatida.
Este é o grande desafio desta eleição que se aproxima. Se as grandes distâncias do nosso Estado foram sempre uma barreira difícil de ser rompida, agora temos a possibilidade de usar a internet através de suas inúmeras redes, seja o Twitter, Facebook, Orkut, YouTube, entre tantas outras, para ir muito além dos antigos caminhos. Hoje há a necessidade permanente de estarmos on line.
Não são poucos os exemplos bem sucedidos de mobilização e de organização através da rede. Temos o dever de aprender com esses exemplos e construir um caminho que possibilite ampliar nossa comunicação com o eleitor. Tendo sempre em mente que nosso objetivo maior é lutar pelo crescimento do nosso Estado de forma planejada e com a indispensável participação popular.
Esta luta não é uma questão de escolha. É uma questão de responsabilidade.
Sou Felipe Peixoto candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro.
