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Mais escolas em Niterói
Dias atrás, escrevi sobre as reformas em algumas bibliotecas públicas de Niterói, projeto da Fundação da Biblioteca Nacional que irá investir na modernização e atualização de acervos de algumas escolas da Rede Municipal de Ensino. Mais promissor ainda, é saber que nossos alunos poderão contar com mais seis escolas que serão implantadas até 2013. Reflexo dos números obtidos no início desse ano letivo. Só em matrículas novas, foram expedidas 1.200 para este ano. Niterói conta, hoje, com 103 unidades escolares municipais, num total de 28 mil alunos regularmente matriculados.
Salas de aula ampliadas e ambientes mais organizados, assim como novas áreas de leitura, novos equipamentos e mais acessibilidade propiciam, de fato, mais qualidade na educação, fator primordial para o futuro de nossas crianças e jovens. Nesse mesmo ritmo, Icaraí, Grota do Surucucu e Pé Pequeno serão contempladas com três novas escolas, ainda este ano. Para 2013, três unidades serão implantadas em Itaipú, no Sapê e Caramujo.
Projetos iniciados e bem sucedidos como programas de incentivo à leitura, iniciação científica e apoio à matemática serão mantidos, além de reforço no fluxo escolar. Um dos objetivos é adequar a idade com a série do aluno, regularizando, assim, a matrícula de acordo com o nível correspondente. Essa, na verdade, é uma medida estratégica para sanar umas das maiores problemáticas da educação pública brasileira.
Outro avanço que me deixa também muito confiante é a expansão dos serviços de assistência aos alunos portadores de necessidades especiais. Soube de muitas famílias de outras cidades, inclusive, que procuram nossas escolas por reconhecerem a qualidade no atendimento que prestamos, com pedagogos, professores, instrutores e pessoas capacitadas para essa demanda.
Também para este ano estão previstos para acontecer a revisão do Plano Municipal de Educação e o Salão da Leitura, proposta muito interessante, seguindo o estilo da Bienal, onde estudantes e editoras poderão interagir, fortalecendo o vínculo do aluno com a leitura e ampliando programas e estruturas educativas.
Um novo cenário para nossas bibliotecas
A volta às aulas trará surpresas para os alunos das escolas públicas de Niterói. Esta semana, O Fluminense publicou uma excelente matéria sobre reformas em algumas das bibliotecas da nossa Rede Municipal de Ensino. Sem dúvidas, um grande presente para nossos alunos. O projeto, fruto de uma parceria entre a Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC) e o Sistema Nacional de Informação e Indicadores Culturais (SNIIC), através do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), irá investir R$ 36 mil em programas de modernização e atualização de acervos.
De fato, ambientes mais organizados e novos livros permitirão mais facilidade no acesso à leitura, sem falar na contribuição à qualidade do aprendizado. A FBN já estipulou pontos de vendas para que as editoras possam vender seus títulos ao preço máximo de R$ 10. A previsão é que até março o novo acervo já esteja disponível.
Recentemente acompanhamos a restauração da Biblioteca Estadual de Niterói, grande projeto da Secretaria de Estado de Cultura. Sou membro da Associação dos Amigos da Biblioteca Estadual, vistoriei as obras e, hoje, estou muito satisfeito com os resultados: mais acesso à informação e inclusão social. Merecida conquista de nossa cidade.
Esse cenário promissor me traz muita alegria. Mais que reformas, estamos falando no futuro das nossas crianças. O incentivo à prática da leitura é primordial para a formação de cidadãos plenos em cultura e cidadania.
Das cinco Bibliotecas Populares de Niterói, três serão contempladas. São elas: Biblioteca Popular Municipal Cora Coralina, no Centro; Biblioteca Popular Municipal Aguinaldo Pereira de Macedo, na Vila Ipiranga; e Biblioteca Popular Municipal Albertina Fortuna Barros, no Badu. Ao todo, temos um acervo com mais de 27 mil títulos cadastrados nessas unidades, e ainda contamos com as bibliotecas da Universidade Federal Fluminense (UFF) que agregam duas das mais importantes bases bibliográficas, que somam mais de 11 mil livros.
Nossos jovens leitores agradecem esse projeto!
Educação em Niterói assiste momento de valorização
Ontem, os profissionais da Educação em Niterói receberam uma boa notícia. Pelo segundo ano consecutivo, a categoria recebeu um reajuste salarial. O valor total dos reajustes de 2010 e 2011 passa dos 26%. E o aumento já contará para o mês de junho.
Falta agora aprovação do projeto de lei pela Câmara que estabelece a contratação de professores com formação de nível superior. A seleção acontecerá a partir de 2013 e segue a orientação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB).
As duas ações contribuem para melhorar a qualidade de ensino do município. Os novos critérios de contratação vão garantir melhor qualificação no ensino. Já o salário de R$ 1406 pode não ser o ideal, mas é um dos melhores do Estado. Em todo caso, está acima do piso nacional que é de R$ 1.187,14.
Falando nisso, o piso nacional é uma conquista do senador Cristóvão Buarque. Ele deu entrada no projeto de Lei em 2004 e depois de muito debate foi finalmente aprovado e sancionado pelo, então, presidente Lula em 2008. Mas alguns Estados não gostaram da notícia e entraram com uma ação no STF. Isso fez com que a Lei do Piso ficasse sem efeito por três anos. Felizmente, em abril, o STF votou a favor da lei, validando-a.
Devemos, agora, dar apoio ao senador em seu novo desafio que é estabelecer uma carreira nacional do magistério da educação de base adotando o plano de cargos e salários do ensino básico do Colégio Pedro II.
Metade dos brasileiros entre 15 e 17 anos está fora do ensino médio
A política governamental para acelerar os estudos de quem ficou para trás na infância não atinge os adolescentes de maneira satisfatória. Metade dos jovens com idade entre 15 e 17 anos (calcula-se 5 milhões de alunos) não está matriculada no ensino médio. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), de 2009, mostram que há mais de 5 milhões de estudantes nesta situação.
As taxas de escolaridade de jovens entre 15 a 17 anos, no ensino médio, mostram que os índices são baixos em todo o país e que há grande desigualdade regional (em %). Também é preciso investir na formação de professores para atender a carência de profissionais no ensino médio.
O programa Bolsa Família contribuiu para o aumento de jovens pobres no ensino médio. Os investimentos feitos pelo ministério em áreas mais carentes, como o Plano de Ações Articuladas e Plano de Desenvolvimento da Educação, foram essenciais para garantir o aumento da progressão dos adolescentes mais pobres nos estudos.
Apesar das taxas de escolarização terem melhorado nos últimos anos (em 2009, por exemplo, chegou a 50,9%, o que representa 5.237.610 jovens), mesmo assim há desigualdade regional e econômica. Os estudantes das famílias mais pobres, com idade entre 15 e 17 anos, estão mais atrasados nos estudos. As taxas de escolarização que medem a porcentagem da população com essa faixa etária que estão na etapa educacional correta mostram que as diferenças são grandes (em %).
É preciso integrar união, estados e municípios para garantir estabilidade ao percurso educacional das crianças brasileiras. É fundamental continuar investindo na educação para reduzir as curvas de desigualdade ainda existente.
O ensino médio precisa de uma política que seja encarada como “estratégia nacional”. O número de matrículas nessa etapa, especialmente quanto à idade dos jovens, é muito pequeno. A população brasileira, em crescimento, não tem a metade dos adolescentes que deveria no ensino médio. Com isso, os jovens ficam sem condições mínimas para exercerem seus direitos de cidadão.
Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho defendido que o Estado invista 10% do seu PIB na Educação. A proposta é compartilhada pelo senador Cristovam Buarque, líder do Movimento Educacionista Brasileiro.
Educação no Brasil: para onde vamos?
Os números preocupam: 51% da população brasileira, entre 25 e 64 anos, ainda não completaram o ensino médio em 2008. Nos países desenvolvidos da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) o índice é de 29%.
O ensino médio é apontado como condição mínima de formação para se conseguir uma
vaga no disputado mercado de trabalho. O que influencia a estrutura da economia do nosso país que promove emprego para pessoas com mão de obra menos qualificada.
Pesquisa mostra que na população ativa 4,7% dos desempregados ainda não concluíram o ensino secundário e 6,1% são os que concluíram o mesmo nível de ensino.
A OCDE propõe mais investimento em educação em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), apesar de ter aumentado de 3,7% (entre 1994 e 2000) para 5,2% (em 2007). Mas ainda é bem inferior à média de 6,2% nos países desenvolvidos.
Nos ciclos primário e secundário, no Brasil os gastos por aluno é de US$ 1,8 mil, enquanto nos países da OCDE é de US$ 7,6 mil. E, o mais alarmante, o nível de educação da população adulta é de 61% (abaixo do 2º grau), 28% (acima do 2º grau) e 11% (universitário).
O Brasil vem melhorando o percentual destinado à educação. De qualquer forma, para garantir um crescimento econômico, acirrado pela concorrência no mercado de trabalho, é necessário mais investimentos na qualidade da educação.Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho defendido que o Estado invista 10% do seu PIB na Educação. A proposta é compartilhada pelo senador Cristovam Buarque, líder do Movimento Educacionista Brasileiro.
A educação é fundamental para o futuro do país.
Cristovam Buarque é senador educacionista
Hoje mais cedo estava panfletando na rua e fui abordado por uma moça com uma consideração que ainda não tinha ouvido nesta campanha: o Cristovam Buarque não deveria ser candidato ao Senado e, sim, à Presidência da República.
E ela me perguntou: por que é que a coisa não foi assim?
Eu de início tomei um susto. Numa disputa tão polarizada entre Dilma e Serra, ainda sobrava espaço para alguém que entendia o valor que a educação precisa ter em nosso país. Me lembrei logo em seguida daquele momento em que nós, dentro do PDT, debatíamos a nossa posição para as eleições nacionais. Eu fiz parte do grupo que defendeu a candidatura do senador Cristovam Buarque a presidente, mesmo sabendo que, para isso, seria preciso que ele abrisse mão de seu mandato como senador. O partido, no entanto, entendeu que seria mais importante manter Cristovam no Senado e todos concordamos com a decisão.
E é isso que buscamos. Educar para um futuro melhor. Com dignidade. Com esperança de alcançar o direito à vida.
Tempo de renovação. Mudar esse pensamento retrógrado de que o importante é dar “pão e circo!”. Não tem graça nenhuma! Com a população alfabetizada, recebendo educação em tempo integral, breve, no futuro que já desponta, haverá oportunidades iguais para todos.
Cristovam Buarque precisa estar no Senado. É que ele, na tribuna, com suas ideias e brilhante oratória, há de poder mudar o rumo do nosso país. E lá permanecer resistindo. Com luta. Na busca da conscientização dos seus pares por saber que ele estará implantando o Movimento Educacionista nesse imenso país.
Cristovam Buarque é e será sempre o nosso senador estadista.
O Brasil precisa de Cristovam Buarque no Senado
Autor da proposta de ensino em tempo integral para toda a educação básica, o senador Cristovam Buarque acredita que só uma “revolução” pode mudar o ensino do país. E esta passaria pelo aumento dos salários dos profissionais, construção de novos e mais prédios equipados, a adoção do turno e da educação integrais.
O Movimento Educacionista já é uma realidade. Ao acreditar na iniciativa concreta de Cristovam Buarque, o eleitor de Brasília certamente irá depositar seu voto no senador. Educação é fator primordial para o crescimento do país.
Nós, que acreditamos na necessidade da boa educação para mudar o futuro de crianças e adolescentes, precisamos reafirmar, nas urnas, a eleição do Cristovam no Senado Federal.
Cristovam é um político ético, dinâmico e visivelmente preocupado com o futuro da nação.
O senador propõe que os recursos para a implantação do turno integral não sejam pulverizados nas redes de ensino de todo o país. Por conta disso e da não erradicação do analfabetismo, que vem aumentando nos últimos anos, não podemos deixar que sejamos ultrapassados, muito em breve, por países com muito menos recursos que nós. Com as novas exigências do mundo, não basta alfabetizar, é preciso muito mais.
E começar por refazer toda a rede escolar em pelo menos 70%. Esse dinheiro deverá ser usado nas redes de 250 cidades a cada ano. Ao fim de 20 anos o país terá feito a revolução de que precisamos.
Com a obrigatoriedade da oferta do ensino fundamental em tempo integral para todas as escolas do país, até 2022, em razão do declínio do crescimento demográfico, passa a ser viável sua implantação.
Não desanime. Com Cristovam Buarque numa cadeira do Senado, muitas cadeiras escolares estarão garantidas para as salas de aula desse imenso país.
