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Com perfil do Facebook no limite, “curta” a minha página de trabalho.

Esta semana meu perfil do Facebook atingiu a marca de 5 mil amigos. Agradeço a todos que se interessam pelo meu trabalho e me adicionaram. Muitos participam ativamente colaborando com suas opiniões. Contudo este é o número limite que o site comporta, sendo impossível adicionar mais pessoas.

Para quem deseja receber informações sobre minha atuação política, a alternativa é “curtir” a minha página. O endereço é http://www.facebook.com/felipepeixotopdt. Ela está vinculada ao próprio Facebook e é atualizada com as mesmas informações do perfil. Por ser uma página comum, ela pode ser acessada por qualquer pessoa, ainda que esta não seja participante do grupo de relacionamento.

Como faço para “Curtir” a página Felipe Peixoto?

Você pode encontrar a Página através do navegador de buscas do Facebook, digitando o nome Felipe Peixoto. Logo o acesso à página aparecerá junto com outros links relativos ao nome.

O link da página também está disponível em Informações no meu perfil.

Outra opção é inserir o endereço http://www.facebook.com/felipepeixotopdt em seu navegador de busca da internet.

Ao visualizar a Página, clique em “Curtir” ao lado do meu nome.

Internet como vanguarda da eleição

O novo nesta eleição brasileira tem um nome: internet. Apesar dos 10 anos viajando no imaginário coletivo com ferramentas como Orkut, Facebook e Twitter, atravessando fronteiras em todo o mundo, a nossa comunicação virtual ainda é contida diante do debate político. A exploração da potencialidade da rede permanece, entre nós, muito precária.
Mesmo assim a internet tem contribuído para a qualificação do panorama político brasileiro. Ela veio para aproximar eleitor X candidato, como uma ferramenta de mobilização.
Todos os sites oficiais de campanha nos revelaram o formato de uma agenda eleitoral, a melhor distribuição de material de apoio, ou mesmo um influente canal de aproximação.
Na verdade, sempre buscamos uma referencia externa para definir o que tentamos evidenciar. No caso da política, é menos com o intuito de conhecer novas propostas e mais com o apoio em declarar o engajamento. As mídias sociais estão rápidas na utilização dos serviços como orientação no comando da campanha eleitoral.
A internet será – em um futuro breve – fator de aproximação, apesar das estratégias traçadas pelo pessoal de campanha, capaz de blindar qualquer candidato.
As mídias sociais estão se tornando instrumento de vanguarda para atender e entender o discurso político. Desta vez, a participação do internauta irá fazer a diferença nas urnas eletrônicas.

Lutar é questão de sobrevivência

Todos nós sabemos que sem luta não há conquista, não há amadurecimento. Se nenhum de nós lutasse pela igualdade do direito pleno, quantas pessoas estariam ainda hoje amargurando o jugo da imposição?

Lutar é imprescindível. E não é uma questão de escolha. E sim, de sobrevivência.

No entanto, nenhuma luta será bem-sucedida sem mobilização. E toda e qualquer luta necessita de determinação. Mobilização, determinação e organização são conceitos que precisam ser trabalhados ao mesmo tempo, pois eles estão interligados.

Lutar sem mobilização é luta de poucos e se torna irrelevante. Lutar sem organização é luta sem bandeira e sem proposta, portanto facilmente combalida.

Organizar-se e mobilizar-se permanentemente é o maior desafio de qualquer movimento consciente. As grandes distâncias existentes para a comunicação entre as pessoas foram rompidas. Com o advento da internet nos falamos aqui, agora, já, imediatamente, sem perda de tempo, levando nossas ideias para além dos antigos horizontes.

Não são poucos os exemplos bem sucedidos de mobilização através da rede. Temos o dever de aprender com esses exemplos e construir um caminho que possibilite ampliar nossa organização e nossa determinação. Tendo sempre em mente que nosso objetivo maior é lutar pela educação do povo do nosso Estado. Proporcionando a todos, e em especial à imensa juventude, alcançar seus objetivos, transformando-os em conquistas para um futuro digno.

Esta luta não é uma questão de escolha. É uma questão de sobrevivência.

Surgem novos desafios

Como representante público, sei das minhas obrigações e responsabilidades. Por isso sempre mantive um contato permanente com as pessoas que vivem em nossa cidade.

Por acreditar na importância do dialogar permanente, tenho procurado transformar a comunicação com todos os cidadãos que consultam e buscam soluções em resultados positivos através da mídia eletrônica. Hoje tão difundida em sites, blogs, e-mails e afins. Os tempos mudaram. A nova comunicação viaja numa velocidade em que o tempo não pára e o amanhã é agora.

Com a eleição para deputado estadual, na condição de candidato estreante ao pleito, acredito ser de grande responsabilidade essa representatividade que a mim foi depositada quando eleito o vereador mais votado em toda a história de Niterói.

Busco a continuidade dessa representação política, agora em um patamar mais amplo, pois irei atuar em todo Estado. Esse novo desafio pretendido me conduz a novos enfrentamentos que, em meio ao que já consolidei, passa a ser considerado também como enorme responsabilidade.

Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho defendido o uso democrático da mídia eletrônica, tão difundida nas redes sociais.

Está chegando a hora

Parece que a política está finalmente se moralizando. E o percurso dessa caminhada se deu com o apoio da população que levou para o Congresso 1,5 milhão de assinaturas para a implementação do projeto Ficha Limpa.

A participação do eleitorado fez valer a pressão ao utilizar a mídia eletrônica junto aos congressistas. Os candidatos ficha suja estão sendo banidos das casas parlamentares. Se ainda não de todo, pois muitos se utilizam de liminares, o caminho está calçado em julgamentos inadiáveis.

É preciso também garantir transparência absoluta no financiamento de campanha, inclusive nas contas pessoais de cada indivíduo que tenha vida pública. Este é mais um passo na direção da democracia que nós sonhamos.

Todos os gastos de campanha deverão ser divulgados on-line. Conta de campanha tem de ser transparente e deve ser divulgada pelo postulante a um cargo público. Qualquer eleitor poderá entrar na conta de campanha do candidato e saber quais foram os recursos depositados, quais foram os gastos e usados de que forma.

O comportamento ético na política nacional finalmente tem seu desfecho. O senador Cristovam Buarque, empenhado nesta moralização, chegou a propor a aplicação da Conta Limpa, que estou seguindo.

É este Brasil que todos nós queremos.

Eu, como candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro, tenho atualizado semanalmente a minha prestação de contas no meu site.

Uma ferramenta de trabalho que o Poder Público deveria se preparar

Quando a Internet em nosso país será de fato “democratizada”? Apesar das lan house, das escolas e universidades, dos cybers cafés, o acesso ainda é restrito aos brasileiros. Porém, para estas eleições de 2010, já podemos observar e avaliar o quanto a internet está sendo utilizada por diversas classes sociais.

De acordo com estimativa do IBOPE, este número já ultrapassou os 65 milhões de usuários, considerando-se que a pessoa se conecta de qualquer tipo de lugar, seja residência, trabalho, biblioteca ou telecentro. Estamos conversando com um terço da nossa população.

No entanto, é inegável que a grande rede seja hoje o espaço mais aberto e ampliado de discussão política em qualquer lugar do mundo. Qualquer indivíduo conectado é capaz de multiplicar seu pensamento numa velocidade nunca imaginável anteriormente – e a política ganha muito com isso.

Uma pesquisa recente feita pelo Facebook, nos Estados Unidos, comparou as redes sociais na internet e o resultado foi que, em média, as pessoas influenciavam 10 amigos no mundo “real”, mas no mundo “virtual” este número saltava para 40.

No Brasil o potencial da internet tem contribuído para desvendar irregularidades. Foi através da disponibilização online de gastos do governo que se descobriu a farra dos cartões corporativos. Alguém ainda lembra ou já caiu na lixeira do esquecimento? Além disso, hoje é possível ter muito mais controle sobre os representantes eleitos pela internet. Facilmente descobre-se se ele está envolvido em algum processo judicial; que posições vêm adotando em determinados assuntos; como é o financiamento das suas campanhas.

As possibilidades vão sendo cada vez mais ampliadas e os limites são quebrados frequentemente. As ferramentas de comunicação permitem construir conteúdo de forma colaborativa e interagir de uma maneira antes inimaginável. Tentar impedir este avanço é tolo; ficar alheio é impossível.

Campanha na internet é objetiva. É dinâmica. Mas, principalmente, campanha na internet requer conteúdo. Talvez seja por isso que ainda encontre resistência por aí. Escrever com conteúdo é fundamental para se comunicar com todo o mundo.

Como candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro, constitui uma equipe de comunicação para atender e atuar em todos os segmentos da internet por acreditar nesta ferramenta. O Poder Público, em todos os seus níveis, deveria fazer o mesmo.

Internet combina com democracia

Ano eleitoral com registro impensável há um tempo atrás. A tecnologia veio permitir e apontar o que os eleitores online estão vendo, comentando e decidindo em qual candidato votar.

Essa abordagem mais democrática através de blog, Twitter, Facebook, MySpace, Orkut, Youtube, site de relacionamento, rede social, tudo desembocando no filtro democrático da opinião pública. Como alguém pode dizer que não se interessa pelo eleitor virtual?

Esses eleitores descobriram não apenas a informação que desejavam, mas também passaram a trocar opiniões sobre o jogo do poder. Abandonaram velhos conceitos eleitoreiros e passaram a tomar decisões mais científicas sobre onde depositar seu voto.

Agora todos estão plugados. Jovens adolescentes e pessoas maduras acompanham de perto os candidatos pela internet. Os interesses desses navegadores, através da disponibilidade desta revolucionária tecnologia, vêm descobrir online dados significativos para definir o voto.

Como candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro participo dessas redes sociais.

Eleição e Participação

O que leva uma pessoa que vai usar em outubro, mais uma vez, o seu título de eleitor, a gravar uma imagem, em celular, sobre um comício político? E mais: postar essa imagem no Youtube para conhecimento de todos os usuários desta imensa rede social?

Conscientização? Mostrar que não é apenas uma curtição junto aos amigos? Fico com a primeira indagação.

Penso que não há mais espaço para qualquer tipo de alienação. Temos que participar. Mostrar nossas preferências. Sem qualquer medo de crítica ou indiferença.

São pessoas com esse espírito, como esse do vídeo, que desejam e torcem por um país melhor. Pelo seu futuro melhor.

Só assim vamos poder mudar as regras do jogo. Essa pessoa marcou um tento de placa. E seu vídeo vale replay. Clique e veja.

Uma nova etapa da conversa

Ser um representante público traz algumas responsabilidades. Uma delas é o contato permanente com os moradores da nossa localidade.

Sempre acreditei nisso e sempre busquei praticar esse princípio. Hoje, por exemplo, estive no Pé Pequeno com engenheiros da Defesa Civil vistoriando casas a serem interditadas.

Muita gente diz que isso não é função de vereador – e talvez não seja mesmo. Mas eu sempre gostei de estar presente quando defronte a situações em que eu pudesse ajudar. Meus amigos sempre implicavam comigo por isso, mas eu nem ligava. É uma coisa de criação mesmo, não tem muita explicação. Com a eleição pra vereador, acho qeu eu meio que passei a considerar isso também como responsabilidade.

Agora, estamos nós aqui, eu e vocês, falando sobre isso pela internet. Sou capaz de afirmar que ainda hoje me surpreendo com a potencialidade disso aqui. Lembro da época em que eu organizava encontros com a turma do mIRC e tenho certeza que naquele tempo eu não tinha noção alguma da rapidez e da profundidade de interação que a internet ainda possibilitaria.

Fico feliz por poder tirar proveito disso de alguma forma. Quero inclusive, com esse post, abrir uma nova etapa em meu blog: o falar diretamente. Algo que já venho cultivando no twitter e que agora quero expandir pra cá também. O que vocês acham?

O marco civil vai regulamentar a internet no Brasil

Quais são os direitos básicos do brasileiro na rede? Quais são as suas obrigações? Que diretrizes devem ser apontadas para democratizar de fato a internet em nosso país? Estas são algumas das perguntas que diversos pensadores, governantes, empresários e ativistas da grande rede vêm tentando responder.

O Ministério da Justiça, em parceria com a FGV-Rio, provocaram esta discussão ainda em 2009, através de um blog vinculado ao portal Cultura Digital. Após um período em que diversas questões foram levantadas, começou-se a desenhar o escopo daquele que será o anteprojeto de criação do Marco Civil da Internet Brasileira.

A idéia do projeto tem duas origens. A primeira e mais antiga é a necessidade de se discutir de forma específica a realidade promovida por esta nova lei: as nuances do mundo digital. A segunda, e mais urgente, é a tramitação final, na Câmara dos Deputados, de um projeto de lei que já ficou conhecido como “Projeto Azeredo”, por ter sido relatado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) em sua tramitação no Senado. O projeto, originário da própria Câmara, foi acrescido de um substitutivo elaborado pelo senador tucano, que estabelece diversas restrições ao uso da internet no país.

Não custa lembrar que este senador foi o maior patrocinador, há pouco tempo, da tentativa frustrada de se transformar a internet em um espaço sem livre discussão política durante as eleições. As tentativas dos senadores em restringir a liberdade de expressão online foram arduamente criticadas pela mídia, pelos usuários e pelos ativistas da internet. Numa conjuntura em que o Senado estava exalando um forte odor de corrupção, não restou aos senadores outra postura senão recuar e aceitar o que desejava a opinião pública.

Este novo capítulo da discussão, no entanto, se mostra muito mais importante que o primeiro, uma vez que suas determinações não implicam apenas no uso da internet nas eleições, mas inclui todo o aspecto da vida digital em nosso país.

Por falta de uma regulamentação, hoje blogueiros estão sendo julgados e condenados por comentários feitos em seus blogs. Organizações conservadoras crescem defendendo a tentativa (inviável) de exercer controle total sobre as informações veiculadas na internet. Ao mesmo tempo, os defensores da internet livre ficavam paralizados, defendendo a ausência de regulamentação em vez de discutir uma forma inteligente de fazê-la.

O anteprojeto de lei do novo marco civil está agora em fase de finalização no Ministério da Justiça. Uma vez pronto, permanecerá em discussão através da internet por mais 45 dias, antes de ser enviado ao Congresso para discussão. Apesar de ser um ano eleitoral, a expectativa do Ministério é aprovar e promulgar pelo menos uma parte do texto em 2010.

A internet não pode ser vista como algo separado do “mundo offline”, ela é conseqüência deste. As relações estabelecidas na rede necessariamente tem como base as contradições e sensações percebidas na vida concreta. Tratá-la como um “território sem lei” que necessita de “disciplina” e “ordem” não garante nem a disciplina nem a ordem desejadas, e ainda cria dificuldades para a inovação e para a livre circulação de idéias.

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