Mercado São Pedro é destaque no Globo Niterói

O Mercado São Pedro, criado em meados do século XIX e tombado como Patrimônio Imaterial do Rio de Janeiro, foi destaque no Globo Niterói do último sábado, dia 8. Funcionando desde 1971 na Ponta d’Areia, chega a receber até três mil visitantes por semana. E quem tem o hábito de frequentar o Mercado São Pedro sabe que vai encontrar peixes e frutos do mar fresquinhos, de qualidade.

O Mercado São Pedro inicialmente funcionava na Rua Visconde do Rio Branco, que na época era chamada de Rua da Praia. Sua estrutura era toda feita em madeira e as suas dependências iam mar adentro sobre um cais flutuante.

Com o início do aterramento da orla do Centro de Niterói, no começo da década de 1970, o prédio foi então desativado e mudou-se para o atual endereço, onde hoje conta com 40 boxes, oito bares e restaurantes e uma loja de material de pesca, além de salas e escritórios. Diariamente, chega a ser comercializada uma média de 12 a 15 toneladas de pescado.

Sempre tive um carinho especial pelo Mercado São Pedro. E pude estreitar essa relação enquanto estive à frente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap), desenvolvendo projetos e programas voltados para a melhoria da qualidade de vida e trabalho dos nossos pescadores. E sempre que posso dou uma passada por lá.

Vem aí o 4º Festival Gastronomia do Mar

Começa no próximo sábado, dia 23, a 4ª edição do Festival Gastronomia do Mar, realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (a Sedrap), que é sucesso absoluto em Niterói e presença certa no calendário de eventos da cidade.

Além dos 70 restaurantes de Niterói e do Rio que estarão no circuito gastronômico e dos palcos gourmets montados no Mercado de Peixe São Pedro, na Rua Nóbrega (Jardim Icaraí) e na Praia de Copacabana, a novidade, esse ano, fica por conta da Orla Gourmet, em São Francisco.

Fico muito feliz pela boa aceitação do Gastronomia em Niterói. Um projeto que nasceu aqui, pela vocação histórica e natural que temos, com o objetivo de informar sobre a importância do peixe na nossa refeição diária e cultivar a cultura do consumo de pescado no estado.

E o aumento no consumo do pescado faz o comerciante vender mais e gerar mais emprego, enquanto o pescador pode cobrar um preço mais justo pelo produto. E o que se busca é exatamente isso, a valorização do pescador e o fomento da cadeia produtiva de pesca.

Não há como negar a vocação que Niterói tem com o mar. Dois terços do seu território estão voltados para a água. E os principais órgãos de pesca estão na cidade: a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj), a Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (Feperj), e o Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Saperj).

E, claro, o Mercado São Pedro. O maior centro de venda de pescado do Rio. Por semana, são comercializadas cerca de 60 toneladas de peixes. O mercado é também um ponto turístico. É muito comum encontrar pessoas do Rio comprando peixe fresco ou almoçando nos restaurantes.

O 4º Gastronomia do Mar acontece de 23 a 31 de agosto. A programação completa, e outras informações,  estão na página oficial do evento. Bom festival a todos!

O Banco de Alimentos da Ceasa é um dos muitos exemplos que podem fazer a diferença no combate ao desperdício alimentar no estado

A edição do Globo Repórter da última sexta, dia 02, apresentou uma matéria especial sobre o desperdício de comida no Brasil. Um desperdício que poderia alimentar 840 milhões de pessoas que passam fome no mundo e gera um prejuízo de quase R$ 2 trilhões na economia mundial.

Mais da metade desse desperdício não chega à mesa do consumidor porque se perde antes mesmo de entrar nos mercados. São produtos mal armazenados, manipulados da maneira errada. Isso mostra o quanto é importante, sim, mudar a forma de tratarmos os alimentos.

E foi justamente com a finalidade de dar um destino correto para o resíduo orgânico gerado pela Ceasa-RJ que a Central de Abastecimento passou a desenvolver o programa Banco de Alimentos, de combate ao desperdício alimentar e à fome, criado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (a Sedrap).

Todos os dias, a equipe do Banco de Alimentos sai a campo, indo de pavilhão em pavilhão, de box em box, para buscar com produtores e comerciantes, doações de alimentos que não estão em condições ideais de comercialização, mas que podem ser consumidos.

Depois da arrecadados, esses alimentos passam pelo processo de seleção para, finalmente serem embalados. Os que estão em perfeitas condições de consumo tem destino certo: mais de 120 instituições cadastradas em todo o estado e mais de 10 mil famílias de nove comunidades pacificadas são beneficiadas.

Jogamos fora 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, por ano. Um terço de toda a produção de alimentos do mundo inteiro. Existe comida suficiente para alimentar toda a população do planeta, mas o combate ao desperdício precisa avançar. E muito! O Banco de Alimentos é apenas um dos muitos exemplos de iniciativas simples, mas que podem fazer toda a diferença nesse processo.

Evitar o desperdício é, antes de tudo, uma questão de consciência e atitude.

Rio, a capital nacional das bikes

Andar de bicicleta, como já disse aqui outras vezes, é um hábito que cada vez mais conquista mais pessoas. E é muito importante difundirmos a ideia do uso da bicicleta como prática esportiva, meio de transporte e também a importância do seu papel na mobilidade urbana. Na cidade do Rio, o investimento nas magrelas já começa a mostrar resultados…

Ações públicas e privadas estão ajudando a aumentar ainda mais o número de adeptos das pedaladas não só como forma de lazer, mas também como meio de transporte. Em tempos de Olimpíadas de 2016, começa a ficar mais evidente uma consciência que há tempos despontou em cidades europeias como Copenhagen: a de que o espaço público deve pertencer, cada vez mais, a pedestres e ciclistas.

Ainda há muito a ser feito, mas a transformação está acontecendo. A malha cicloviária na cidade do Rio deu um salto impressionante de 150 quilômetros, em 2009, para os atuais 355, com metas de atingir 450 em dois anos. Pouco, se comparado à estrutura de cidades como Munique, onde há 1,3 mil quilômetros. Mas o suficiente para conceder ao Rio a medalha de segunda maior malha de ciclovias da América Latina.

Novas rotas estão surgindo com a inauguração de mais 3 quilômetros de ciclofaixas no coração do Rio. Do Museu de Arte Moderna, no Aterro, ao Centro, são três caminhos diferentes, elaborados em conjunto por ciclistas, especialistas em transporte e autoridades que entendem do assunto. Melhores bicicletários também estão sendo implantados.

Segundo a ONG Transporte Ativo, já são, no total, entre quatro e cinco mil vagas para bicicletas na cidade. Com estrutura toda de alumínio, o atual modelo é mais resistente que o anterior, de ferro. Por dia, segundo a prefeitura do Rio, são feitos 1,5 milhão de trajetos de bicicleta em toda a cidade. Apostar nas magrelas como maneira de mitigar problemas de trânsito tem dado certo!

Com mais bicicletas, ciclovias e bicicletários, a cidade do Rio se tornou a capital nacional das bikes. E vai sediar, no dia 6 de abril, a terceira edição do Pedal Cultural, projeto de cicloturismo desenvolvimento pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca como forma de incentivo ao uso das magrelas, aliado ao lazer,o esporte e a cultura.

Incentivar o uso das bikes num país onde a cultura de progresso ainda é ter carro é um grande desafio. Mas é com engajamento e o desejo de transformação que a coisa acontece. Foi o que me motivou a elaborar o Estatuto da Bicicleta para Niterói, que vigora atualmente na cidade. Pensava em garantir o trânsito seguro das bikes, com seu uso garantido e regulamentado pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Há, ainda assim, quem critique ou fale sobre a ineficiência da bicicleta como veículo. As pessoas temem que as ciclovias tomem o espaço dos carros. Mas essa mesma desconfiança aconteceu em Paris, Londres, Amsterdã e outras muitas cidades do mundo. Os resultados, no entanto, foram ótimos e hoje essas cidades exportam soluções cicloviárias, como Copenhagen e Munique.

Pedalar é uma prática saudável e sustentável. Além de ser um modo de vida muito mais prático. É muito importante difundirmos a ideia do uso da bicicleta.

IAB promove concurso para seleção de projeto para Centros Culturais de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty

O Governo do Estado e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Rio de Janeiro vão lançar na segunda, dia 6, o concurso nacional para a seleção de Projetos de Arquitetura dos Centros Culturais de Eventos e Exposições nas cidades de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty.

Essa é uma importante iniciativa que visa desenvolver o turismo de negócios no Estado, aliado à cultura arquitetônica, no sentido de promover maior adequação entre as novas edificações e os contextos específicos de cada localidade.

Há muito que os concursos constituem a melhor forma de escolha de um projeto. Foi assim com a reforma do nosso Cinema Icaraí e será com o futuro Centro de Convenções na Ceasa em Nova Friburgo, na Região Serrana. É a forma que mais dá visibilidade e confere debate às diferentes hipóteses construtivas.

As inscrições para o Concurso de Centros Culturais de Eventos e Exposições acontecem de 07/01 até o dia 07/03 e podem ser realizadas no Instituto de Arquitetos do Brasil, na Rua do Pinheiro, 10, no Flamengo. Ou também pelo site do concurso.

Cidade da pesca é tema de palestra em Portugal

No sábado, dia 23, embarco para Portugal, onde vou participar como um dos palestrantes da conferência “Aquacultura e Pescas Portugal-Brasil”, que acontece na segunda, dia 25, na Universidade de Aveiro.

Aceitei o convite feito pelo reitor da instituição, Manuel Assunção, e vou falar sobre a Cidade da  Pesca, projeto do Governo do Estado em São Gonçalo, que tem por objetivo a geração de renda, emprego, capacitação e melhoria da qualidade de vida dos pescadores.

O ministro de Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, também vai participar palestrando sobre “Oportunidades de Investimento na Aquicultura Brasileira”. Além de representantes do BNDES e do Ministério de Ciências e Tecnologia.

A conferência é organizada pela Reitoria da Universidade de Aveiro e vai reunir autoridades portuguesas como a ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, e membros de diversas entidades ligadas ao setor como, por exemplo, a Associação Portuguesa de Aquacultores e a Associação dos Industriais do Bacalhau.

Brasileiros estão perto de alcançar a meta estabelecida pela OMS de consumo do pescado

Uma recente pesquisa do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) revelou que os brasileiros estão cada vez mais perto da média de consumo de peixe recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMC). Bom para quem consome e para o comércio, principalmente quem vive da pesca artesanal.

12 quilos por pessoa, por ano, é a meta estabelecida. E em dois anos, a demanda pela procura de peixes e frutos do mar aumentou 23,7%. Esse aumento está relacionado, segundo o secretário de Infraestrutura e Fomento do MPA, Eloy Araújo, à melhoria da condição de vida dos brasileiros. Com isso, a procura por alimentos mais saudáveis tem sido constante, e o peixe é uma excelente escolha.

Outro dado interessante é que o governo tem incentivado a criação de peixes em cativeiro para dar suporte a essa demanda. A intenção é, também, diminuir o valor de importação do alimento na balança comercial. Cerca de 700 hectares de áreas em domínio da União produzem mais de 200 mil toneladas de peixes, ostras e mexilhões por ano.

Essas áreas estão localizadas em reservatórios de hidrelétricas e ambientes marinhos nos Estados de São Paulo, Tocantins, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Paraná e Rio de Janeiro. A aquicultura, que é o cultivo de pescado em águia doce ou salgada, é um dos segmentos que mais cresce no mundo.

A atividade gera um PIB pesqueiro nacional de R$ 5 bilhões, mobiliza mais de 800 profissionais e proporciona 3, 5 milhões de empregos diretos e indiretos. A meta do MPA é incentivar essa produção para que, até 2030, o Brasil se torne um dos maiores países produtores de pescado do mundo.

Inúmeros são os benefícios que a carne do peixe proporciona no combate e prevenção de diversas doenças. Por isso, seu consumo é tão recomendado por médicos e nutricionistas. Além, claro, de contribuir para uma alimentação mais equilibrada e saudável. Incluir o pescado na refeição diária é uma ótima pedida.

O sucesso de mais um Festival Gastronomia do Mar

Neste domingo (29) encerramos mais uma edição do Festival Gastronomia do Mar. Ao longo desses nove dias, foram 70 restaurantes que participaram do circuito com renomados chefs preparando pratos especiais e exclusivos. Esse ano a grande novidade é que levamos o festival para Copacabana.

Fico feliz com a boa aceitação do Festival em Niterói. O projeto nasceu aqui, na cidade, pela sua vocação histórica e natural, e tem o objetivo de informar sobre a importância do peixe na refeição do dia a dia e cultivar a cultura do consumo do pescado no Estado.

Niterói está se tornando um importante polo gastronômico no Estado ao mesmo tempo em que mostra que a pesca na cidade se destaca como fator relevante para muitas famílias que vivem dessa atividade.

Quero agradecer a todos que deram seu máximo para tornar possível a 3ª edição do Festival Gastronomia do Mar. Entre eles, integrantes da Fiperj e da Secretaria de Desenvolvimento Regional. Aos nossos patrocinadores Kolore Comunicação Visual e Casa Valduga, à C Comunicação pela logística da produção e organização, e o apoio da Prefeitura de Niterói.

Um agradecimento aos chefs Joachim Koerper, Bruno Marasco, Zela Brum, Roland Villard, Frederic Monnier, Silvia Paludo, Adrianne Balassiano, Ricardo Lapeyre, Alexandre Henriques e Federico Tagliabue. À sommelière Deise Novakoshi, ao enólogo João Valduga e o mixologista Bruno Simões.

Por fim, o meu muito obrigado especial a todos que prestigiaram o Festival Gastronomia do Mar. Vocês são os maiores beneficiados pelo consumo dos frutos do mar. Os responsáveis por mais este sucesso!

Novo avanço no projeto Cidade da Pesca

Ontem me reuni novamente com o prefeito de São Gonçalo, Neilton Mulin, para falarmos sobre os avanços no projeto Cidade da Pesca, proposta da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, que pretende impulsionar a atividade pesqueira no Estado.

Junto com a equipe da Secretaria de Meio Ambiente do município, revimos todo o estudo da Ilha de Itaoca, em São Gonçalo, onde pretendemos instalar um Terminal Público Pesqueiro e um Condomínio Industrial ligado à pesca. São 8,5 km² e o empreendimento vai ocupar uma área de 800 mil m².

Depois de conversar com o governador Sergio Cabral conseguimos, agora, a autorização do processo de desapropriação dessa área para que, futuramente, possam funcionar ali as cooperativas e as indústrias de processamento de pescado.

E inúmeras empresas já demonstraram interesse em investir no local. Até abril está previsto para já termos todos os terrenos desapropriados e o projeto já devidamente consolidado. A nossa intenção é fazer, deste, um lugar privilegiado para o pescador.

A Cidade da Pesca vai viabilizar cerca de 10 mil empregos na região. Nosso empenho em tirar esse projeto do papel é certo. O litoral do Rio de Janeiro tem um grande potencial produtivo e precisamos investir na reativação econômica da pesca no Estado.

Mais um passo para a remoção das embarcações abandonadas e a recuperação da Baía de Guanabara

Na quarta (21), estive presente em mais uma ação para a retirada das 53 embarcações esquecidas na Baía de Guanabara. Essa é uma operação do Governo do Estado que vai remover todas as carcaças dos barcos abandonados na entrada do Canal de São Lourenço, no Barreto, em Niterói.

Em 2011, quando assumi a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap), tomei como prioridade a ação de permitir o acesso do pescador ao Centro Integrado de Pesca Artesanal (Cipar), pois não faz sentido ter uma estrutura como essa sem que se faça o devido uso. Quando visitei o local para vistoriarmos a área onde seria preciso realizar a dragagem para garantir esse acesso, observei ali os barcos largados, em processo de deterioração.

Percebemos logo que não havia como dar continuidade ao projeto sem antes retirar essa sucata do mar. Foi, então, que fizemos o levantamento desses barcos, fotografamos, marcamos a localização de cada um e entregamos um relatório completo sobre a situação ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e à Capitania dos Portos. Fornecemos dados concretos e fundamentais para a execução do processo hoje em andamento.

Do total dessas embarcações, 28 já foram retiradas. Oito pelo próprio Inea e 20 por iniciativa privada, depois do leilão que aconteceu em julho deste ano, em lote único, no Leiloeiro João Emílio, no Recreio dos Bandeirantes. Quem arrematasse o montante teria até o final do primeiro semestre para retirá-las e ficar com o valor delas.

Essa ação conjunta da Sedrap com a Secretaria de Estado de Ambiente (SEA), o Inea, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e a Capitania dos Portos faz parte de uma das 12 iniciativas do Plano Guanabara Limpa para a melhoria da qualidade das águas da Baía de Guanabara.

O processo de dragagem começará tão logo sejam retiradas todas as carcaças e está orçado em R$ 15 milhões, divididos entre o Estado do Rio, com participação de R$ 3 milhões, e o Governo Federal com o restante. Com isso, teremos espaço para o tráfego das embarcações e garantiremos a atividade pesqueira que por muitos anos permaneceu ignorada.

Essas embarcações formam um conjunto de problemas para Niterói. Elas atrapalham as manobras dos barcos, oferecendo riscos para a navegação, poluem o ambiente e representam um péssimo cartão de visita. A retirada desse material da Baía de Guanabara será um grande ganho para Niterói que tem 35% do desembarque pesqueiro do Estado do Rio.

Também uma conquista para a população da cidade para a dinamização das atividades do Porto, possibilitando que o pescador possa desembarcar seu peixe, amparado pelas normas sanitárias, até que o produto chegue com qualidade ao consumidor.