Cristo Redentor: 83 anos de um dos maiores ícones mundiais

Uma das sete novas maravilhas do mundo, o Cristo Redentor comemorou 83 anos no domingo, dia 12, com muita história pra contar. Uma história que começou em 1922, quando o Brasil comemorou cem anos como nação independente.

A ideia de construir um Cristo na capital do país (que na época era o Rio de Janeiro), no entanto, já era conhecida desde o século XIX, quando o padre Pierre-Marie Bos fez a sugestão para a princesa Isabel.

Após uma grande assembleia, o Morro do Corcovado foi escolhido para abrigar a imagem. E depois disso, um grande abaixo-assinado conseguiu fazer com que o presidente Epitácio Pessoa liberasse o início das obras.

O projeto foi do engenheiro Heitor da Silva Costa, desenhado pelo artista plástico Carlos Oswald, e seu escultor foi o francês de origem polonesa Maxmillien Paul Landowski, que a fez de pedra-sabão, com 38 metros de altura, em partes separadas.

As peças foram reunidas todas na Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado. E para chegar ao Corcovado, foram transportadas pelos vagões do trem que cortava a Estrada de Ferro do Corcovado, construída em 1884.

Há quem diga, erroneamente, que o Cristo foi um presente da França para o Brasil quando, na verdade, a obra foi erguida a partir de doações de fiéis de paróquias e arquidioceses de todo o país.

Tombado definitivamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (o IPHAN) em 2009, o monumento do Cristo Redentor passou por obras de recuperação em 1980, ano da visita do Papa João Paulo II.

Em 1990, sofreu ampla restauração por meio de um convênio entre a Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, a Rede Globo, a Shell do Brasil, o IBAMA, o SPHAN e a prefeitura do Rio. E em 2010, foi novamente restaurado pela Vale em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

O Cristo Redentor também é referência em obras cinematográficas. A mais recente é o pôster do filme ‘2012’. E na série de TV americana ‘Life After People’ (‘O Mundo sem Ninguém’, em livre tradução), um dos episódios exibe a imagem.

Em comemoração ao aniversário do Cristo, está sendo lançado o site www.cristoredentoroficial.com.br e iluminações especiais nas cores verde, amarelo, azul e rosa – por causa do Outubro Rosa – deverão continuar durante a semana. Parabéns a um dos maiores ícones mundiais, que é nosso!

Vem aí o 4º Festival Gastronomia do Mar

Começa no próximo sábado, dia 23, a 4ª edição do Festival Gastronomia do Mar, realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (a Sedrap), que é sucesso absoluto em Niterói e presença certa no calendário de eventos da cidade.

Além dos 70 restaurantes de Niterói e do Rio que estarão no circuito gastronômico e dos palcos gourmets montados no Mercado de Peixe São Pedro, na Rua Nóbrega (Jardim Icaraí) e na Praia de Copacabana, a novidade, esse ano, fica por conta da Orla Gourmet, em São Francisco.

Fico muito feliz pela boa aceitação do Gastronomia em Niterói. Um projeto que nasceu aqui, pela vocação histórica e natural que temos, com o objetivo de informar sobre a importância do peixe na nossa refeição diária e cultivar a cultura do consumo de pescado no estado.

E o aumento no consumo do pescado faz o comerciante vender mais e gerar mais emprego, enquanto o pescador pode cobrar um preço mais justo pelo produto. E o que se busca é exatamente isso, a valorização do pescador e o fomento da cadeia produtiva de pesca.

Não há como negar a vocação que Niterói tem com o mar. Dois terços do seu território estão voltados para a água. E os principais órgãos de pesca estão na cidade: a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj), a Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (Feperj), e o Sindicato dos Armadores de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Saperj).

E, claro, o Mercado São Pedro. O maior centro de venda de pescado do Rio. Por semana, são comercializadas cerca de 60 toneladas de peixes. O mercado é também um ponto turístico. É muito comum encontrar pessoas do Rio comprando peixe fresco ou almoçando nos restaurantes.

O 4º Gastronomia do Mar acontece de 23 a 31 de agosto. A programação completa, e outras informações,  estão na página oficial do evento. Bom festival a todos!

Os resultados da Copa em Niterói

Um estudo do Observatório de Turismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), realizado em parceria com a Niterói Empresa de Lazer e Turismo (a Neltur), divulgado no sábado, dia 19, mostrou o balanço da atividade turística de Niterói durante a Copa.

Foram quase 120 mil turistas e um impacto direto na economia da cidade de aproximados R$ 87 milhões. Essa pesquisa permitiu traçar o perfil de cada turista, informação que será usada no planejamento de políticas públicas para o setor.

Pouco mais de 48% do total de visitantes são estrangeiros e vieram de países como Chile, Estados Unidos, Argentina, Colômbia e México. Metade deles tem idade entre 21 e 34 anos. E as obras de Oscar Niemeyer foram apontadas por 42% desse público como a principal motivação para visitar a cidade.

Esses dados evidenciam o crescimento do turismo da cidade e confirmam a lista que o Ministério do Turismo chegou a divulgar em 2012, que mostrava Niterói entre os principais destinos turísticos durante os jogos do Mundial.

Esses dados também vão servir como base na preparação para outros grandes eventos que estão para acontecer, como, o Encontro com a África, e, 2015, e as Olimpíadas de 2016. Um cenário me traz grande alegria. Sempre acreditei no potencial da nossa cidade.

A Estrada Parque Paraty-Cunha: uma obra esperada há 50 anos

No começo do mês, o governador Pezão assinou um convênio de R$ 42 milhões para concluir a Estrada Parque Paraty-Cunha, que corta o Parque Nacional da Serra da Bocaina. A via é uma das rotas de fuga das usinas nucleares de Angra dos Reis, e de grande importância para o desenvolvimento do turismo da Costa Verde.

Para pavimentar a rodovia, que liga Paraty ao município de Cunha, em São Paulo, onde faz conexão com a SP-171, o DER – responsável pelas intervenções – está usando bloquetes de concreto, que é uma exigência ambiental. E as obras incluem passagens subterrâneas e áreas conhecidas como ‘bichodutos’, para evitar eventuais atropelamentos de animais.

Os recursos, frutos da parceria do Governo do Estado com a estatal federal Eletronuclear, são parte dos R$ 92 milhões que estão sendo investidos na pavimentação da estrada, que tem pouco mais de nove quilômetros de extensão, dos quais quase três já estão prontos. O trecho entre o Centro de Paraty e a entrada do Parque Nacional já está pavimentado.

Essa é uma obra esperada há mais de 50 anos e é a redenção de Paraty e Angra dos Reis para o turismo, que coloca o Vale do Paraíba e o Sul de Minas a menos de uma hora do mar. Além da distância entre as cidades de Paraty e Cunha que será encurtada em 270 quilômetros, diminuindo o tempo de viagem em duas horas entre o Rio e São Paulo.

E há muita história para contar. O trajeto entre Paraty e Cunha tem 47 quilômetros e já fez parte da então Estrada Real, por onde, na época do Brasil Colônia, eram transportados o ouro e os diamantes, além de mercadorias e escravos, de Minas Gerais em direção ao porto de Paraty, rumo a Portugal. Na época, a Estrada Real era conhecida como Caminho Velho.

A construção da Estrada Parque Paraty-Cunha é uma das exigências do Ibama e do Instituto de Biodiversidade Chico Mendes (ICMBio) para a concessão da licença ambiental de construção da Usina Nuclear Angra 3, em Angra. Isso porque a ligação vai servir como rota de fuga também em caso de acidente. A previsão é que a obra seja concluída no início do ano que vem.

A Paraty-Cunha é a segunda estrada parque do estado do Rio. A primeira é a RJ-151, ligando Itatiaia e Resende, inaugurada no início do ano, que é pavimentada com asfalto de borracha.

Conheça a Biblioteca Parque Estadual

No sábado, 29, estive na inauguração da Biblioteca Parque Estadual (BPE) no Centro do Rio, inaugurada depois de quatro anos de obras. O novo espaço com 15 mil metros quadrados vai oferecer multiplicidade de artes e cultura com capacidade para receber até cinco mil pessoas por dia, num investimento de R$ 71 milhões. O resultado final ficou fantástico!

As paredes da BPE estampam pensamentos de escritores e poetas como Clarice Lispector, Manuel Bandeira, Machado de Assis e Vinícius de Moraes, só para citar alguns. O acervo literário com 200 mil itens, vai desde filmes, a músicas digitalizadas e uma ampla coleção de quadrinhos.

Além dos estúdios de som e vídeo, teatro, auditório e salas multiuso para laboratórios e oficinas. Tem ainda as espreguiçadeiras, área de exposição, o café literário e um jardim suspenso. Sem falar dos computadores de acesso público e internet gratuita. Tem programa para todos os gostos e idades.

Na década de 1980, a instituição centenária foi abraçada por Darcy Ribeiro, que na época era secretário estadual de Cultura. Ideias como a do teatro e da biblioteca infantil foram pensadas por ele, mas só agora foram construídas. O projeto é de Glauco Campelo, o mesmo arquiteto que desenhou prédio original que ocupou o espaço até agora.

A ambientação arquitetônica e o mobiliário é de Bel Lobo. O paisagismo foi feito pela Fundação Burle Marx. Vai funcionar de terça a domingo, das 10h às 20h, e está instalada num lugar de fácil acesso – pela Avenida Presidente Vargas, pelo Saara e pelo Campo de Santana.

A BPE é acessível e conta com uma equipe especial para atender os leitores com deficiências motoras ou cognitivas. Integrada à sustentabilidade, a biblioteca tem o chão de madeira certificada. Os vidros das janelas reduzem o calor. A fórmica do mobiliário é feita de garrafas PET e a água captada pelo eco-telhado é reusada.

O conceito de biblioteca parque está no desejo que as famílias venham e passeiem pela biblioteca. Que não seja somente um espaço de estudo e pesquisa, mas de encontro e convivência. A programação de eventos já conta com a exposição “Vinícius de Moraes – 100 anos”, que faz parte do projeto Centenário de Vinícius de Moraes e fica em cartaz até 15 de junho.

Vale muito a pena conhecer a Biblioteca Parque Estadual. Eu recomendo!

O sucesso do nosso primeiro Pedal Cultural

Fico feliz com o sucesso do Pedal Cultural, projeto de cicloturismo que a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (Sedrap) realizou neste domingo (26) e reuniu amantes das bikes num passeio guiado pelos principais pontos históricos e turísticos do Centro de Niterói.

Partindo da Praça da Cantareira, o grupo seguiu em direção ao prédio dos Correios, Paço Municipal, Casa Norival de Freitas, Câmara dos Vereadores, Praça da República, Fórum, Igreja Nossa Senhora da Conceição, Palácio Arariboia e Teatro Municipal João Caetano.

O Pedal Cultural vai explorar uma região a cada mês, com roteiros programados para revelar importantes aspectos que muitas vezes passam despercebidos no nosso cotidiano. Unindo o útil ao agradável, o projeto busca também vencer o desafio de incorporar o uso das magrelas num país onde a cultura de progresso ainda é ter carro.

Niterói é uma cidade plana e fácil locomoção para bicicleta, o que permite desbravar pontos turísticos com paradas para contar a história do lugar. E, ao mesmo tempo, aproveitar as belezas naturais que temos e estimular o uso das bicicletas também como transporte.

Foi justamente essa discussão que me motivou a criar, quando fui vereador de Niterói, o Estatuto da Bicicleta. Pedalar é um hábito saudável que está conquistando cada vez mais adeptos. E não se pode esquecer que o Código Brasileiro de Transito já dispõe de normas para o transito compartilhado de bicicletas e veículos motorizados.

O cicloturismo é uma maneira saudável, econômica e socialmente responsável de se aventurar. Além de ser uma prática que está ganhando cada vez mais adeptos no mundo, que funciona como um meio de desenvolvimento da cultura e incremento do turismo local.

E quem pedala sabe que a bicicleta é capaz de causar uma ligação única com as pessoas. A bagagem cultural adquirida durante uma viagem sobre duas rodas é o que fica de mais marcante. Exercita o corpo e desenvolve a mente. Obrigado a todos que curtiram o Pedal Cultural. Até a próxima edição!

Conheça e cuide do Monumento Natural das Ilhas Cagarras

Reconhecido como um dos cartões postais da cidade do Rio de Janeiro, o Monumento Natural das Ilhas Cagarras, ou MoNa Cagarras, é uma unidade de conservação marinha ambiental, criada em 2010 por meio da lei nº 12.229, e gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (o ICMBio), que fica a cinco quilômetros da Praia de Ipanema.

O arquipélago é composto pela Ilha Cagarra e Filhote de Cagarra, a Ilha de Palmas, Ilha Comprida, Ilha Redonda e Filhote de Redonda, além da área marinha de dez metros ao redor de cada uma dessas ilhas, e tem a finalidade de preservar os remanescentes da Mata Atlântica insular, os refúgios e as áreas de nidificação das aves marinhas.

O Monumento Natural das Ilhas Cagarras deve ser visto sob o enfoque de ser também uma unidade de conservação urbana já que, por sua localização, fica claro que sua área recebe todas as influências antrópicas, de atuação humana, que incidem constantemente sobre as ilhas. E algumas dicas podem ajudar a preservar essa riqueza natural que temos.

Ao mergulhar, por exemplo, deve-se evitar ao máximo o contato com os organismos marinhos, que são frágeis e podem ser danificados com facilidade. Assim como não é bom não causar impactos sonos como buzinas, apitos ou mesmo música alta, que podem provocar a revoada das aves e a exposição dos ninhos aos predadores.

Não é recomendado, também, subir nas ilhas sem prévia autorização. Além dessa atividade não ser regulamentada, pode causar danos às muitas espécies que habitam o local. Assim como os acampamentos que devem ser autorizados pelo ICMBio. Não pratique a pesca ilegal e não contribua para o turismo desordenado.

Visite o site do Instituto Chico Mendes e saiba mais sobre essa e outras importantes reservas ambientais do nosso país. Conservar os bens naturais que temos é mais que um dever, é o exercício da nossa cidadania. Conheça e cuide do Monumento Natural das Ilhas Cagarras!

IAB promove concurso para seleção de projeto para Centros Culturais de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty

O Governo do Estado e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Rio de Janeiro vão lançar na segunda, dia 6, o concurso nacional para a seleção de Projetos de Arquitetura dos Centros Culturais de Eventos e Exposições nas cidades de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty.

Essa é uma importante iniciativa que visa desenvolver o turismo de negócios no Estado, aliado à cultura arquitetônica, no sentido de promover maior adequação entre as novas edificações e os contextos específicos de cada localidade.

Há muito que os concursos constituem a melhor forma de escolha de um projeto. Foi assim com a reforma do nosso Cinema Icaraí e será com o futuro Centro de Convenções na Ceasa em Nova Friburgo, na Região Serrana. É a forma que mais dá visibilidade e confere debate às diferentes hipóteses construtivas.

As inscrições para o Concurso de Centros Culturais de Eventos e Exposições acontecem de 07/01 até o dia 07/03 e podem ser realizadas no Instituto de Arquitetos do Brasil, na Rua do Pinheiro, 10, no Flamengo. Ou também pelo site do concurso.

Trilhas e circuitos da Serra da Tiririca

Depois de falar dos investimentos em segurança para a Serra da Tiririca que, recentemente, recebeu uma Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) que vai intensificar o combate aos crimes ambientais e manter a segurança no entorno do local, é a vez de falar das muitas opções de lazer e aventura que o parque oferece aos visitantes e aventureiros.

É muito importante a aproximação das pessoas com a natureza e o incentivo ao desenvolvimento do turismo na região, por meio de trilhas que atraem os moradores locais, regionais e até estrangeiros.

A primeira delas é a trilha no Morro das Andorinhas, de aproximadamente um quilômetro, com 45 minutos de duração que tem vista para a praia de Itacoatiara. Outra boa dica é a escalada no Morro do Tucum (Costão), com 330 metros de altitude, e vista para a praia de Itacoatiara, o Morro das Andorinhas e o Rio de Janeiro.

A Pedra do Elefante é o ponto mais alto de Niterói com vista para as cidades do Rio, Niterói e Maricá, onde é possível chegar depois de 1h30 de caminhada. Na Enseada do Bananal, cercada por rochas que adentram o oceano e formam uma espécie de “castelo das rochas”, são apenas 25 minutos de trilha, também acessível a crianças.

Tem também o Mirante de Itaipuaçu, um dos principais cartões postais do parque que proporciona uma vista única da baixada litorânea de Maricá e da praia de Itaipuaçu. E, por fim, a trilha plana pelo Córrego dos Colibris, com 10 minutos de caminhada de nível leve. O acesso é pela Estrada do Engenho do Mato.

O Parque Estadual da Serra da Tiririca, demarcado em 2007 e administrado pelo Inea, é um grande polo de ecoturismo e lazer de Niterói e Maricá. Uma área muito querida pelos niteroienses e sua preservação vai além de manter a flora e a fauna que a compõe. Niterói tem tudo para se tornar uma cidade onde se possa engrandecer o turismo.

Niterói em alta na mídia

Seja no cinema, na TV ou na internet, Niterói vem servindo de cenário para um número cada vez maior de projetos audiovisuais. Bom exemplo é o destaque mais recente das telonas brasileiras, o filme Minha mãe é uma peça, protagonizado pelo ator niteroiense Paulo Gustavo, que levou nada menos que 4,6 milhões de pessoas às salas de cinema este ano e provou que nossa cidade pode ser inspiração para qualquer produção de sucesso.

Bom exemplo também é a web série De repente, amor!, produzida exclusivamente para a internet, com o intuito de mostrar a rotina de Niterói que as pessoas estão acostumadas a ver, tendo como locação os bairros de Boa Viagem, Icaraí e Itacoatiara. Até a semana passada, os seis episódios colocados na rede já contabilizavam mais de cinco mil visualizações. O último da temporada será exibido no dia 4 de janeiro.

Outro projeto que tem Niterói como cenário é o canal de humor Vamo que vamo, disponível no youtube, criado por quatro atores niteroienses. O canal tem dois mil espectadores inscritos e os 15 vídeos já exibidos somam mais de cem mil visualizações. Inclusive, o programa exibe uma série chamada Jeitinho de Nikity que brinca com o cotidiano e as peculiaridades da cidade de um jeito único.

Há ainda um projeto em fase de conclusão de curta-metragem do cineasta Paulo Ballard, sobre a história de Niterói. Do lado de cá mostra, de forma bem humorada, situações das mais diversas vividas pelos moradores e mostra que nossa cidade tem muito a oferecer em entretenimento. O lançamento está previsto para março.

Fico feliz pelo espaço que Niterói está conquistando na mídia. Nossa cidade tem uma paisagem tão inspiradora como qualquer outra e merece essa notoriedade. Sem falar, que ganhamos com o turismo local. Niterói tem uma bela história que merece ser contada. E prestigiada.