Programa de pacificação: o Rio de Janeiro com mais segurança

Hoje, participei de duas reuniões nas comunidades da Rocinha e do Vidigal pacificadas neste fim de semana pela polícia do Rio com o apoio do exército. A pedido do governador Sérgio Cabral, todos os secretários estatuais estiveram presentes. Essa foi uma forma de estabelecer uma aproximação com os moradores que durante tanto tempo foram privadas pelo tráfico do exercício da cidadania.

O encontro contou com a forte adesão da população local que lotou as reuniões. Todos mostravam-se muito satisfeitos com o novo momento. E aproveitaram a oportunidade para falar, tirar dúvidas e fazer suas solicitações. Em nome do Governo do Estado, Pezao pediu desculpas a todos pelo tempo em que ficaram nas mãos do crime organizado. Sabemos que não é possível fazer tudo de uma só vez, mas o governo está empenhado em oferecer o possível para integrá-los à sociedade civil organizada.

Fico feliz em constatar que essa ocupação realizada pelas força de pacificação ocorreu com tranquilidade. Bem diferente das ações sangrentas do passado. Hoje o objetivo é usar a inteligência policial para cercar os traficantes e prendê-los.

Mesmo que haja fugas de bandidos para outras regiões, segundo ouvi do secretário de segurança José Mariano Beltrame, uma vez fora de suas comunidades, os traficantes perdem a sua rede de proteção, ficando vulneráveis. Nesse momento, o disque-denúncia torna-se um importante aliado dos moradores de regiões ainda não pacificadas e principalmente da polícia.

Ao todo serão 40 comunidades a serem pacificadas até 2014 e algumas cidades da região metropolitana estão contempladas no cronograma, entre elas Niterói. O prazo leva em conta o tempo de formação de policiais que vão compor as Unidade de Polícia Pacificadora. Apesar do contingente em preparação ser alto, o curso dura em média oito meses. Limitando a capacidade de instalações de UPPs na velocidade que desejamos.

O Rio de Janeiro está no caminho certo ao dedicar esforços para libertar as comunidades da presença de grupos armados. Assumirão as comunidades da Rocinha e do Vidigal soldados recém formados com treinamento para lidar com a população. E, em breve, os moradores poderão contar com diversos serviços públicos próximo de casa.

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Sobre Felipe Peixoto

Sou Felipe Peixoto, niteroiense com muito orgulho, casado com Graziela, pai de Clara e Mariana e vice-presidente do PSB. Tenho 40 anos, todos eles vividos em Niterói. Minha paixão pela política vem desde a infância. Comecei bem cedo, aos 9 anos, instalando na garagem da minha casa, no Pé Pequeno, em Niterói, um comitê mirim para a campanha de Darcy Ribeiro a governador do Estado do Rio em 1986. Adquiri muitas experiências ao longo desses 30 anos, 18 deles dedicados ao serviço público, e todos essenciais para o meu amadurecimento e preparo para seguir firme, adiante, na luta em defesa por melhorias da qualidade de vida da população. Conheça mais sobre minha trajetória no meu site: www.felipepeixoto.com.br. Acompanhe lá detalhes das leis que apresentei na Assembleia Legislativa do Estado do Rio e na Câmara Municipal de Niterói, cidade onde nasci, sempre vivi e escolhi para continuar com minha caminhada, servindo ao povo e criando minhas filhas.

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