Mudança na central de atendimento do Samu para melhor prestação de serviço

O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (o Samu), ganhou um importante aliado na otimização do trabalho das equipes com a mudança da sua central de atendimento para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova.

O Samu conta em sua estrutura com 75 ambulâncias espalhadas de forma estratégica por 34 pontos para atender as ocorrências da capital, numa média de 460 atendimentos diários e cerca de três mil ligações/dia.

Com a chegada do CICC, o Samu passou a fazer parte do Centro Integrado de Operações de Defesa Social, que já contava 204 atendentes do 190 da PM e 365 policiais do Centro de Controle Operacional da Polícia Militar, responsáveis por despachar os atendimentos para as ocorrências policiais diárias.

A equipe do Samu, gerenciada pelo Corpo de Bombeiros, ocupa um espaço de 380 metros quadrados no segundo andar do CICC. E com a ajuda do Video Wall, um telão de 17 metros de comprimento, cinco de altura e 98 monitores com acesso as imagens de mais de mil câmeras instaladas pela cidade e viaturas policiais, facilita muito a distribuição das equipes.

Essa junção das equipes num só espaço físico contribui para a redução do tempo-resposta no atendimento dos casos. Isso ajuda também na utilização dos recursos a serem despachados, como viaturas e ambulâncias. A intenção é agilizar o atendimento à população nos casos de emergência e trabalhar em conjunto com os demais órgãos do estado e dos municípios.

Hospital Estadual do Cérebro: um ano de funcionamento e exemplo de qualidade no atendimento

O Instituto Estadual do Cérebro (IEC), instalado no prédio que antes sediava o antigo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (o Into), acolhe pacientes do SUS que sofrem de doenças ligadas ao sistema nervoso e precisam de cirurgia. São pessoas acometidas por aneurisma, tumor, AVC, Parkinson ou epilepsia e que necessitam de intervenções complicadas. Uma estrutura sem igual que pude conhecer há poucos meses, que conta com um centro especializado de pesquisa e atendimento para pessoas com epilepsia. Atendimento de excelência que nenhuma rede privada possui.

Para esse tratamento de qualidade, que já é destaque em apenas um ano de funcionamento, o IEC conta com 44 leitos de UI, nove ambulatórios e 523 funcionários, sendo 180 deles médicos de variadas especialidades, além de enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos. Cada uma das quatro salas de cirurgia do complexo é dotada ainda de um neuronavegador, um aparelho capaz de fazer uma leitura tridimensional do cérebro e indicar com precisão milimétrica o local afetado.

Com mil cirurgias realizadas, o IEC se propõe a ser mais que uma casa de saúde. A ideia é agregar a pesquisa científica ao atendimento à população e também funcionar como um núcleo de formação de jovens médicos. Como exemplo, diariamente, a equipe se reúne para debater o prognóstico dos pacientes e detalhar as técnicas empregadas nos tratamentos. Em alguns casos as abordagens acabam estabelecendo parâmetros até então desconhecidos pela literatura médica.

Há pelo menos 200 anos os cientistas se dedicam a desvendar o intrincado mecanismo de funcionamento do cérebro, uma complexa estrutura que envolve a interação de 100 bilhões de neurônios. No Instituto Estadual do Cérebro, os procedimentos são executados em conformidade com os mais recentes protocolos internacionais. Nessa lista se inclui a estimulação cerebral profunda, que atenua os sintomas da doença de Parkinson por meio da implantação de um eletrodo no cérebro. O objetivo é regular a atividade encefálica, numa dinâmica semelhante à do marca-passo cardíaco.

No início de julho, foi concluída toda a pendência para a construção de um anexo ao lado da sede. Com investimento de quase R$ 50 milhões, o prédio terá 12 andares, UTI pediátrica, 135 leitos de enfermaria, laboratórios de pesquisa e centro de reabilitação. A previsão é que, quando a nova ala entrar atividade, em 2016, as cirurgias pulem de cinco para dez por dia. O IEC é, sem dúvidas, motivo de orgulho para a Saúde do nosso estado.

Estado investe na Saúde de Niterói com a chegada do centro de diagnósticos Rio Imagem

Excelente investimento em saúde pública, Niterói se prepara para receber, até o fim do ano, uma unidade do Rio Imagem, que vai funcionar no espaço do antigo Hospital Santa Mônica, no centro, num investimento de R$ 23 milhões.

O centro de diagnósticos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) já conta um Rio Imagem no Centro do Rio que funciona desde 2011, com equipamentos de última geração para atender aos usuários do Sistema Único de Saúde (o SUS).

O Rio Imagem 2 terá cinco pavimentos, numa área de cinco mil metros quadrados, com três salas de raio-X, duas de ressonância magnética, duas de tomografia, cinco de ultrassonografia, quatro de eletrocardiograma e duas de mamografia.

As obras começam essa semana. Depois de inaugurado, exames como os de tomografia computadorizada de artérias coronárias e ressonância de mama poderão ser feitos gratuitamente e os resultados poderão ser retirados na própria unidade em cinco dias úteis.

Também em Niterói, a SES deve inaugurar no Fonseca uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que vai oferecer atendimentos de emergência. Serão 59 UBSs em todo o Estado.

Sem dúvida, dois grandes investimentos na Saúde de Niterói que merece essa atenção maior. Estou na expectativa!