O Banco de Alimentos da Ceasa é um dos muitos exemplos que podem fazer a diferença no combate ao desperdício alimentar no estado

A edição do Globo Repórter da última sexta, dia 02, apresentou uma matéria especial sobre o desperdício de comida no Brasil. Um desperdício que poderia alimentar 840 milhões de pessoas que passam fome no mundo e gera um prejuízo de quase R$ 2 trilhões na economia mundial.

Mais da metade desse desperdício não chega à mesa do consumidor porque se perde antes mesmo de entrar nos mercados. São produtos mal armazenados, manipulados da maneira errada. Isso mostra o quanto é importante, sim, mudar a forma de tratarmos os alimentos.

E foi justamente com a finalidade de dar um destino correto para o resíduo orgânico gerado pela Ceasa-RJ que a Central de Abastecimento passou a desenvolver o programa Banco de Alimentos, de combate ao desperdício alimentar e à fome, criado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (a Sedrap).

Todos os dias, a equipe do Banco de Alimentos sai a campo, indo de pavilhão em pavilhão, de box em box, para buscar com produtores e comerciantes, doações de alimentos que não estão em condições ideais de comercialização, mas que podem ser consumidos.

Depois da arrecadados, esses alimentos passam pelo processo de seleção para, finalmente serem embalados. Os que estão em perfeitas condições de consumo tem destino certo: mais de 120 instituições cadastradas em todo o estado e mais de 10 mil famílias de nove comunidades pacificadas são beneficiadas.

Jogamos fora 1,3 bilhão de toneladas de alimentos, por ano. Um terço de toda a produção de alimentos do mundo inteiro. Existe comida suficiente para alimentar toda a população do planeta, mas o combate ao desperdício precisa avançar. E muito! O Banco de Alimentos é apenas um dos muitos exemplos de iniciativas simples, mas que podem fazer toda a diferença nesse processo.

Evitar o desperdício é, antes de tudo, uma questão de consciência e atitude.

IAB promove concurso para seleção de projeto para Centros Culturais de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty

O Governo do Estado e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Rio de Janeiro vão lançar na segunda, dia 6, o concurso nacional para a seleção de Projetos de Arquitetura dos Centros Culturais de Eventos e Exposições nas cidades de Cabo Frio, Nova Friburgo e Paraty.

Essa é uma importante iniciativa que visa desenvolver o turismo de negócios no Estado, aliado à cultura arquitetônica, no sentido de promover maior adequação entre as novas edificações e os contextos específicos de cada localidade.

Há muito que os concursos constituem a melhor forma de escolha de um projeto. Foi assim com a reforma do nosso Cinema Icaraí e será com o futuro Centro de Convenções na Ceasa em Nova Friburgo, na Região Serrana. É a forma que mais dá visibilidade e confere debate às diferentes hipóteses construtivas.

As inscrições para o Concurso de Centros Culturais de Eventos e Exposições acontecem de 07/01 até o dia 07/03 e podem ser realizadas no Instituto de Arquitetos do Brasil, na Rua do Pinheiro, 10, no Flamengo. Ou também pelo site do concurso.

Estado ganha um novo Mercado de Flores

Hoje, inauguramos um novo Mercado de Flores, no entreposto carioca da CEASA-RJ, em Irajá, que vai favorecer inúmeros produtores de flores no Estado do Rio que são, em maioria, de Bom Jardim, Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Itaboraí e Campo Grande.

O Rio é o segundo maior Estado produtor de flores no Brasil com destaque para os municípios de Bom Jardim e Nova Friburgo. E além de movimentar R$ 470 milhões de reais por ano, gera mais de 17 mil empregos.

Na CEASA-RJ, por mês, serão comercializadas 840 mil dúzias de flores. Isso vai fazer com que a Central de Abastecimento seja referência nesse tipo de mercado. Além de contribuir para o desenvolvimento da Região Serrana.

A ideia futura é transformar o entreposto em um polo cultural e gastronômico com bares, restaurantes, lojas de artesanato, adegas e espaço para shows e feiras de agricultura. Sem dúvidas, será um investimento de grande importância para a floricultura fluminense.

Com isso, o movimento atual de 50 mil pessoas por dia deve aumentar, no mínimo, em 30% nos próximos meses. É o mesmo percentual previsto para o acréscimo no volume de comercialização de produtos que hoje chega a R$ 2,6 bilhões por ano.

O Mercado de Flores funcionará de segunda a sábado, sempre das 2h às 12h.