Linha 4 do Metrô: grande avanço na mobilidade do estado

Essa semana o governador Pezão visitou o canteiro de obras da Linha 4 do Metrô. A boa notícia é que o cronograma das intervenções está, sim, em dia. E também estão em andamento os termos de referência para levar o metrô do Jardim Oceânico ao Recreio, Méier, Madureira e Praça XV.

Nove mil metros de túneis – cada um com 1,2 quilômetros de trilhos instalados – já foram construídos pelo método de detonações controladas. Por meio de licitação, será escolhida a empresa que vai elaborar o Plano Metroviário da Região Metropolitana (o PDM), que é o estudo de expansão da rede de metrô para os próximos 30 anos.

Daí em diante serão 12 meses até que sejam apresentadas análises sobre o uso do solo, a demanda e a viabilidade da implantação de novas linhas para ampliar o sistema no Grande Rio. Esse levantamento terá como base dados do Plano Diretor de Transportes Urbanos (PDTU), que analisa informações sobre os deslocamentos da população da Região Metropolitana do Rio.

Em abril, foi aberto processo de licitação para fazer o projeto básico do trecho que vai ligar a Gávea ao Largo da Carioca, no Centro, passando pelo Jardim Botânico, Humaitá e Botafogo. E outros três trajetos também serão licitados: Jardim Oceânico-Recreio; Estação Uruguai-Engenhão e Estácio-Carioca.

A Linha 4 do Metrô vai transportar mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa. O sistema entra em operação no primeiro semestre de 2016, e é mais um grande feito para a mobilidade do nosso estado!

Investimentos para a Linha 3 do Metrô

A Presidenta virá ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, no próximo dia 11, para oficializar a liberação da verba para a implantação da Linha 3 do Metrô.

Serão investidos R$ 2,7 bilhões na infraestrutura que ligará Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, em 14 estações, ao longo de 22 km, sendo 17,7 km por viadutos e os 4,3 km restantes em superfície. A estimativa é que sejam transportadas, em média, cerca de 700 mil pessoas por dia.

Com a Linha 3 continuaremos a receber o fluxo daqueles que se dirigem ao Rio, mas de forma mais organizada e com menos impacto no trânsito do Centro de Niterói. Será o maior projeto de integração do país e o primeiro a incluir um terminal aquaviário, por onde circularão aproximadamente 600 mil passageiros/dia.

Desde o meu primeiro mandato de vereador, em 2001, quando já defendia a questão da mobilidade urbana sustentável e o transporte público como prioridades, acompanho o desdobramento desse projeto. Nessa mesma época presidi a Comissão Especial que discutiu e fez importantes mudanças no projeto como a manutenção do trecho Arariboia X Carioca, por exemplo.

Estou confiante que, agora, a obra irá definitivamente sair do papel.

Mobilidade urbana em destaque

A mobilidade urbana está em destaque nos debates e projetos que temos acompanhado. Esse é um tema antigo que defendo e que ganhou forte aliado no inicio deste ano, quando o Governo Federal sancionou a Lei 12.587/2012 que institui diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Nesses últimos dias, participei de alguns eventos relacionados ao tema.

Na semana passada, estive presente no 2º Seminário Sobre Mobilidade Urbana Sustentável, no auditório da Universidade La Salle, em Santa Rosa. Discutimos questões de prioridade no planejamento urbano e tivemos um encontro muito proveitoso, que resultou na assinatura de um convênio destinado a estruturar as várias modalidades de deslocamento da população, firmado entre a Nittrans e o Instituto de Política de Transporte e Desenvolvimento (IDTP).

No seminário, assisti também uma palestra muito interessante da especialista inglesa Jessica Morris sobre a concessão de espaço para o uso de automóveis, com ênfase na valorização dos espaços disponíveis para as pessoas, os ciclistas e o transporte público coletivo de qualidade.

O domingo (17), participei de um passeio ciclístico de encerramento do seminário, que foi do Museu de Arte Contemporânea (MAC), no Ingá, até o Museu de Arte Moderna (MAM), no Aterro do Flamengo, no Rio, onde acontece a Cúpula dos Povos, um dos eventos do Rio +20.

Na terça-feira (19), participei de uma palestra sobre ciclocidadania, na Imprensa Oficial, no Centro de Niterói, onde foi possível refletir a mobilidade urbana e a inserção comunitária através do uso de bicicletas.

O projeto de uma nova ciclofaixa da Grota do Surucucu, em São Francisco até as Barcas, passando pela Avenida Roberto Silveira, deverá implantado em breve. Ao todo, são 18 quilômetros de ciclofaixas, cinco quilômetros de ciclorrotas, que são caminhos, sinalizados ou não, que demarcam a rota recomendada para o ciclista e quinhentos para-ciclos (estacionamentos para bicicletas) distribuídos pelo município. Este é um dos temas pelos quais também milito desde 2001, e que resultou, inclusive, no Estatuto da Bicicleta para Niterói.

Recentemente tivemos no Rio de Janeiro a inauguração do primeiro sistema BRT do Estado. O modelo segue em fase de teste até o dia 23, mas já representa um avanço na vida de muitos cidadãos que utilizam esse meio de transporte. Assim, como o projeto da Linha 3 do Metrô que em breve sairá do papel e evidencia que conceitos como mobilidade urbana e transporte sustentável estão na pauta das políticas públicas atuais.

Linha 3 do Metrô sairá do papel

Na terça-feira (12), o governo federal anunciou a liberação dos recursos para a implantação da Linha 3 do Metrô, que vai ligar Niterói a São Gonçalo. Esse é um projeto antigo no qual estou envolvido desde 2001, quando já defendia a questão da mobilidade urbana sustentável e o transporte público como prioridades. O empréstimo de R$ 3,6 bilhões faz parte do Programa de Melhoria da Infraestrutura Rodoviária e Urbana e da Mobilidade das Cidades do Estado do Rio (Pró-Cidades). Com o metrô serão investidos R$ 200 milhões.

A Linha 3 começa na estação Araribóia, que ficará onde hoje se encontra o terminal das barcas, e seguirá um trecho de 22 quilômetros, ligado por 14 estações. O projeto inclui um estacionamento e garagem para pequenos atendimentos e reparos, no Barreto, e um centro de manutenção, em Guaxindiba. O projeto vai compor o Caminho Niemeyer.

Com o metrô, continuaremos a receber o fluxo daqueles que se dirigem ao Rio, mas de uma forma mais organizada e com um impacto menor no trânsito do centro de Niterói. Por isso também será investido na aquisição de novas embarcações. As que hoje fazem a linha Rio- Niterói vão para Ribeira/Paquetá/Cocotá e as velhas serão vendidas.

Será construído um terminal intermodal, integrando os sistemas de metrô, barcas e ônibus municipais e intermunicipais. Circularão cerca de 600 mil passageiros por dia. Niterói também vai ganhar uma nova ciclovia ligando o bairro do Barreto a Gragoatá, com aproximados 8 quilômetros de extensão. Esta será a maior integração intermodal do país e a primeira a incluir um terminal aquaviário.

Também em 2001, durante meu primeiro mandato, presidi a comissão especial que discutiu e fez mudanças importantes no projeto, como a manutenção do trecho Araribóia x Carioca, que não será licitado agora, mas, futuramente, também fará parte dessa integração, sem excluir a ideia do túnel pela Baia de Guanabara.

Realizado pela secretaria estadual de Obras no âmbito do PAC 2, o metrô será responsável pela integração dos dois municípios, com possível extensão até Itaboraí, onde está sendo construído o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Em um mês, será lançada a modelagem do edital para a construção da Linha 3. Em outubro, o edital será lançado, e a previsão é que em janeiro de 2013 as obras possam ser iniciadas.

Vi de perto um sistema de ônibus que funciona, e bem

Esta semana embarquei com o governador Sergio Cabral para Medellín, na Colômbia, para conhecermos mais sobre projetos muito interessantes que são desenvolvidos no país e que em muito se assemelham ao que desenvolvemos para o Rio de Janeiro. Entre eles está o BRT (Bus Rapid Transit), desenvolvido inicialmente no Brasil, mas que evoluiu com os colombianos e hoje estamos aprendendo com seus avanços.

Na terça-feira (17), participei de uma reunião com os técnicos da MetroPlus, uma empresa pública que opera o metro, o BRT e os Metro Cables (teleféricos). Momento único e muito útil para ver como, de fato, funciona um sistema de transporte integrado a vários modais. O cidadão pode andar de BRT, metro e teleférico com uma tarifa única de R$ 1,50, cruzando toda a cidade. O teleférico, inclusive é um projeto muito interessante que o Governo do Estado adotou no Complexo do Alemão integrado ao sistema de trens da Supervia. Quem não conhece, deve conhecer!

O sistema BRT agrega um modelo específico de transporte coletivo. São veículos articulados ou biarticulados que trafegam em canaletas ou em vias elevadas. Só para se ter uma ideia, o BRT de Bogotá, por exemplo, transporta 1 milhão de pessoas, diariamente. Essa é a meta que o Governo do Estado espera atingir com a melhoria do sistema de trens do Rio.

O município do Rio saiu na frente. Já possui o sistema BRS (Bus Rapid System), que destina um corredor exclusivo para ônibus, cuja prioridade é a organização do tráfego, gerando mais fluidez no trânsito e mais comodidade para os usuários. Além disso, está construindo a TransOeste e irá implantar os projetos TransBrasil e TransCarioca.

Niterói também terá esse sistema, desenvolvido por Jaime Lerner, mesmo criador do BRT. Para a cidade, ele apresentou um belo projeto de readequação do sistema viário que deve sair do papel com a implantação do BRS na Roberto Silveira e Gavião Peixoto, em Icaraí, que logo deve se expandir para toda a cidade.

Estar em contato com países que vivenciam experiências semelhantes às nossas é muito positivo. Primeiro pela identificação. Depois, porque nos deparamos com os mesmos desafios e buscamos inspiração para superá-los. Continuamos em viagem. Está sendo uma experiência ótima.

Estado confirma obras do Metrô

O Governo do Estado lançou nova notícia hoje, ratificando sua disposição para a construção do metrô Linha 3. Este projeto é um sonho antigo da qual estou envolvido desde 2001. Nessa época, já defendia a questão da mobilidade urbana sustentável com o transporte público como ator principal.

No caso da Linha 3, este projeto visa a integração da Região Leste Fluminense.  O trânsito e o transporte desta região estão diretamente interligados e um investimento desse porte vai permitir uma nova relação entre seus habitantes e o transporte público.

Nesse contexto, Niterói está como a cidade referência. Ela vem se consolidando como um município fornecedor de serviços públicos e privados para toda região numa alternativa ao Rio de Janeiro. Milhares de pessoas chegam à cidade para fazer negócios, resolver problemas ou simplesmente consumir.

Niterói também é o ponto de ligação entre o Leste Fluminense e a capital do Estado. Com o metrô, continuaremos a receber o fluxo daqueles que se dirigem ao Rio, mas de uma forma mais organizada e com um impacto menor no trânsito do centro de Niterói. Haverá uma probabilidade maior de pessoas circulando e consumindo em nossa cidade e facilitar o acesso dos niteroienses à Região Leste. Nós que sempre vivemos em função do Rio de Janeiro, temos, com o Comperj, uma alternativa de trabalho e investimento na região.

Em relação à capacidade das Barcas, o projeto prevê a construção de uma nova estação, mais moderna, ao lado do Terminal Rodoviário João Goulart e do metrô, integrando, assim, todos os transportes públicos de massa.

O Estado está comprando nove barcas novas com ar condicionado e capacidade para 2000 passageiros cada uma. Sete embarcações farão a linha Rio x Niterói com saída a cada 5 minutos da nova estação e duas ficarão na reserva. As barcas que hoje fazem a linha Rio Niterói vão para Ribeira/Paquetá/Cocotá e as velhas serão vendidas.

Isso vai resolver por algum tempo a ligação entre Rio e Niterói. Ainda defendo o projeto do metrô atravessando a Baía de Guanabara. Contudo não será possível realizá-lo neste momento. Ficará para uma segunda etapa.

Maquete eletrônica do metrô Linha 3

Esta é a maquete eletrônica da Linha 3 do metrô produzida pela Secretaria de Transportes. Ela já se encontra no YouTube e, agora, ficará hospedada aqui no blog.  O governo estadual aguarda apenas a liberação do edital pelo Tribunal de Contas da União para começar as obras. A previsão é de que sejam iniciadas no final deste ano e concluídas em 2014. Falta pouco para este antigo sonho sair do papel.

Segue a descrição do vídeo:

Veja como vai ficar o metrô Linha 3, que ligará a Praça Araribóia, no Centro de Niterói, a Guaxindiba, em São Gonçalo. A via terá 23 quilômetros de extensão de vias elevadas. Durante as obras, serão gerados 1.600 empregos diretos, 6 mil empregos indiretos, além da contratação de 600 funcionários para a operação. Além de atender a uma demanda prevista de 350 mil pessoas por dia, a Linha 3 será fundamental para o fluxo dos funcionários do Comperj. Fonte: Secretaria de Transportes do Estado do Rio de Janeiro

Linha 3 do metrô sairá do papel

Tudo indica que o a Linha 3 do metrô sairá do papel em breve. O secretário de Transportes, Júlio Lopes, durante visita a São Gonçalo, afirmou que a verba para a execução das obras já existe. Falta apenas a aprovação do estudo pelo TCU. A intenção é fazer a linha funcionar em 2014.

A linha 3 de metrô é fundamental para toda Região Leste Metropolitano. Ela vai atender cerca de 350 mil pessoas das cidades de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí e será importante para o fluxo de trabalhadores do Comperj.

Por 10 anos tenho participado do debate sobre o projeto e este é o momento mais próximo da sua execução. O estudo prevê um traçado que vai da praça Araribóia, no centro de Niterói, a Guaxindiba em São Gonçalo. Particularmente, penso que a linha deva ir até Itaboraí e vou propor a extensão do trajeto.

Há alguns anos, conseguimos obrigar a vencedora da licitação a realizar um estudo de expansão para Zona Sul e Região Oceânica. Esse trecho seria de grande contribuição para minimizar os impactos do trânsito na cidade. Vamos continuar lutando.