Como escolher um candidato

Nas eleições de 2010 os escândalos e casos de corrupção no cenário político são alguns dos fatores que afastam os adolescentes das urnas. Indignados, eles afirmam que a maioria dos estudantes, com idades entre 16 e 18 anos, não vai votar no próximo domingo, dia 3 de outubro, porque não acredita em mudanças.

Há no meio estudantil certo desencanto dos adolescentes pela política até em função do que está sendo apresentado com tantos casos de corrupção. Por isso as escolas devem desenvolver o processo de reflexão nos estudantes desde pequenos para fazê-los acreditar o quanto a participação dessa faixa etária é importante.

Quando os adolescentes pensam em eleições, educação é a área que mais merece atenção de todos. Se por um lado há o descrédito nos políticos, por outro existe a certeza de que área como a educação precisa ser urgentemente melhorada. E ela é fundamental para que todas as pessoas desenvolvam o pensamento crítico, exigindo ética e transparência dos candidatos a cargos públicos, para que os jovens possam retornar à política e começar a cobrar seus direitos.

E essa política vem perdendo o foco por causa de tanta corrupção, em todas as esferas; mas acredito que ainda há um futuro promissor. Se todos os jovens se conscientizarem que só participando intensamente conseguirão mudar este estigma, a esperança irá prevalecer.

Gosto e faço política desde os 9 anos. Reconheço que os canais de tevê para jovens quase nunca abordam o assunto. Nem mesmo as escolas dão informações sobre eleições ou ensinam, por exemplo, quais as funções de cada político em sua cidade e em seu estado.

Os jovens precisam voltar a acreditar que podem mudar a política e escolher o futuro do nosso país. Sou candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro.