Doação de sangue: embarque nessa!

Todos os anos a Secretaria Estadual de Saúde promove, em parceria com o Hemorio, uma campanha pela Semana Nacional do Doador de Sangue. Essa campanha sempre me emociona porque sou doador e podemos salvar milhares de vidas com apenas um gesto. Uma tenda está na Cinelândia, no Centro do Rio, e ontem foi a abertura desse evento que é uma festa. A festa da solidariedade.

Cada uma das pessoas que se dispõe a vir doar sangue contribui diretamente para que muitas vidas sejam salvas. A verdade é que além do paciente que recebe a transfusão, o benefício desta ação é estendido aos familiares e amigos. Ou seja, a doação de sangue faz com que o bem seja multiplicado . A população do Estado do Rio está comparecendo e contribuindo muito para que os estoques de sangue, que nesta época de festas sempre ficam sempre baixos, sejam renovados. Mas é uma luta diária.

Tivemos no primeiro dia a presença de 456 voluntários. Vamos ajudar, vamos doar. O Hemorio é o responsável pelo abastecimento de sangue e derivados de cerca de 200 unidades de saúde. Antes, durante e depois da campanha, faço questão de frisar que o nosso Hemorio, que funciona na Rua Frei Caneca 8, no Centro do Rio, recebe doações diariamente, inclusive nos feriados e finais de semana, sempre das 7h às 18h. Esse é um belo gesto e vamos continuar essa corrente pelos outros 365 dias do ano.

Anime-se!

Ouvidoria Itinerante

O que a população acha dos serviços e unidades de saúde do Estado? Tem alguma queixa ou reclamação? Alguma sugestão para melhorar esse atendimento? Pois, a partir de agora, eu quero ouvir, cidadão fluminense, o que você tem a dizer para, a partir daí, melhorar o atendimento para quem precisa do serviço público de saúde.

Quem me conhece sabe que eu gosto de estar na rua, visitar hospitais e UPas. Com esse objetivo, nós criamos na Secretaria de Estado de Saúde a Ouvidoria Itinerante. Primeiro, estive na Central do Brasil lançando o projeto. Depois em Nova Iguaçu. Hoje, fui a São Gonçalo e, em breve, estarei em Niterói. Vamos percorrer todas as regiões do nosso Estado com esse objetivo: aproximar a secretaria de Saúde da população e melhorar nosso atendimento. Por isso, a sua participação é fundamental para sabermos onde está o erro e o que precisa melhorar.

Para mostrar como levo essa parceria a sério, porque acredito na gestão participativa e no olho no olho, já fizemos 180 atendimentos e resolvemos 85% dos problemas relacionados diretamente à Secretaria de Estado de Saúde (SES) e 49% para aquelas demandas que envolvem o Sistema Único de Saúde (SUS) nos municípios.

Eu garanto que tudo será encaminhado aos setores responsáveis para resolvermos os problemas. Contamos com uma equipe de profissionais competentes que vai atender a população sempre das 9h às 15h numa van criada especialmente para isso. Fique ligado porque, em breve, a Ouvidoria Itinerante estará na sua cidade. Participe com suas críticas e sugestões!

Forte abraço

Dia Nacional da Saúde

Hoje é o Dia Nacional da Saúde. Essa data tem que ser comemorada, sim. Quando fui convidado, no início do ano, pelo governador Pezão para assumir a Secretaria de Estado de Saúde, sabia que não seria fácil. Mas sou movido a desafios. Aceitei o convite, pois tive a certeza de que poderia ajudar as pessoas. É isso o que me fortalece e me enche de orgulho.

A crise financeira está aí e não é um problema exclusivo do nosso estado. Enfrentamos um momento econômico difícil. Mas mesmo com esse cenário nacional, não paramos serviços, nem fechamos unidades. Há duas semanas escrevi aqui os avanços da saúde em nosso estado em 2015, os quais eu gostaria de ratificar. Inauguramos, só neste ano, três Clínicas da Família, com capacidade para fazer 36 mil atendimentos por mês.

As 58 UPAs acabam de registrar mais um recorde, com 29 milhões de atendimentos, 24 milhões de exames realizados, 1,2 milhão de atendimentos odontológicos e 191 milhões de medicamentos distribuídos à população. Em 2007, antes das UPAs, os hospitais de emergência faziam, juntos, cerca de 2,5 mil atendimentos por dia. Atualmente, graças ao aumento da nossa capacidade, são realizados cerca de 20 mil atendimentos, diariamente, nas UPAs e emergências hospitalares.

O Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, de suma importância para a Região Metropolitana II, acaba de completar 70 anos, com a marca de 55 mil partos em sua história. Somente este ano, mais de 350 mil atendimentos já foram feitos por lá, um crescimento de cerca de 70% em relação ao ano passado. Prova que estamos avançando. A unidade conta com funcionários que dedicaram mais de 30 anos de suas vidas ao atendimento dos que ali procuram assistência médica.

Com os avanços que vêm sendo solidificados nos últimos anos, o Rio passou a ocupar o segundo lugar do país no ranking da doação de órgãos. Os serviços móveis de imagem (como tomografia, ressonância e mamografia) têm ajudado os municípios a economizar mais de R$ 42 milhões. Acabamos de expandir o número de leitos de UTI, credenciando mais 250 leitos, além da Reuni (central de regulação), que foi o pontapé inicial para a integração de serviços estaduais, federais e municipais, ampliando o acesso da população à saúde pública. Esses investimentos não podem e não vão parar. Trabalhar para implementar um programa de gestão eficiente nas unidades da rede estadual de Saúde é meu grande objetivo. Quero deixar claro para você, que sempre me acompanha aqui, que o compromisso que assumi foi com a saúde e o bem-estar da população.

A Saúde avança no estado

O jornal O DIA publicou, no dia 18/07/2015, um artigo que eu escrevi . Gostaria de compartilhar com vocês que acompanham meu blog.

São 20 mil atendimentos, todo dia, nas UPAs e emergências. Como estaria a população sem esse atendimento?

Rio – Sou movido a desafios. Estamos trabalhando para implementar programa de gestão eficiente nas unidades da rede estadual de Saúde. Fácil? Claro que não. E é isso que me faz ter a certeza de que estamos no caminho certo e trabalhando em todas as frentes para dar o melhor atendimento à população, manter as Emergências funcionando 24 horas por dia.

A crise financeira está aí e não é um problema exclusivo do nosso estado. Temos enfrentado esse momento difícil da economia, municípios vêm fechando suas unidades, e há, por isso, de fato, sobrecarga. Mas é isso o que quero: mesmo assim, todos os pacientes são atendidos. E é assim meu gabinete, sempre de portas abertas. Respeito e sempre serei parceiro do Cremerj e de toda entidade de classe que lutar por uma Saúde melhor.

Tenho muito orgulho do trabalho que vem sendo feito e conseguindo, mesmo com dificuldades, avançar. As 58 UPAs acabam de registrar mais um recorde, com 29 milhões de atendimentos, 24 milhões de exames realizados, 1,2 milhão de atendimentos odontológicos e 191 milhões de medicamentos distribuídos à população. Em 2007, antes das UPAs, os hospitais de emergência faziam, juntos, cerca de 2,5 mil atendimentos por dia. Atualmente, graças ao aumento da nossa capacidade, são realizados cerca de 20 mil atendimentos, diariamente, nas UPAs e emergências hospitalares. Sempre pergunto: como estaria a população sem esse atendimento?

Mesmo com o cenário nacional, não paramos serviços nem fechamos unidades. Inauguramos, só neste ano, três Clínicas da Família, com capacidade para fazer 36 mil atendimentos por mês.

Com os avanços que vêm sendo solidificado nos últimos anos, o Rio passou a ocupar o segundo lugar do país no ranking na doação de órgãos; os serviços móveis de imagem (com tomografia, ressonância e mamografia) ajudam os municípios a economizar mais de R$ 42 milhões. Acabamos de expandir o número de leitos de UTI, credenciando 250 leitos, além do Reuni, que foi o pontapé inicial para a integração de serviços estaduais, federais e municipais, ampliando o acesso da população à saúde pública.

http://odia.ig.com.br/noticia/opiniao/2015-07-18/felipe-peixoto-a-saude-avanca-no-estado.html

Atingida a marca de 1000 pacientes operados pelo Programa de Cirurgia Bariátrica do Governo do Estado

Quem frequenta as praias da Zona Sul do Rio de Janeiro dificilmente consegue ver físicos fora dos padrões de beleza e acaba não se dando conta de que a cidade possui um dos maiores índices de obesidade do país.

No ano passado, uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, da Universidade de São Paulo (USP) resultou em uma pesquisa com 53 mil entrevistados em todas as capitais do Brasil. O resultado impressiona: 53% da população do Rio de Janeiro está acima do peso e a porcentagem de obesos é maior que a média nacional.

O Programa de Cirurgia Bariátrica do Governo do Estado, criado em 2010 pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), surgiu para ajudar a mudar essa realidade e fez avançar muito o tratamento contra a obesidade no Rio de Janeiro: desde então, o número de cirurgias realizadas pelo Sistema Único de Saúde aumentou em 3.000%.

Estive presente no Hospital Estadual Carlos Chagas, onde o milésimo paciente foi operado pelo programa. Juntos, os pacientes que foram operados já perderam mais de 3,5 toneladas. Esse é um marco que considero muito importante dentro de um programa que é exemplo na saúde pública. Todo acompanhamento é oferecido aos pacientes, antes e depois da cirurgia.
Pioneiro no tratamento de jovens, o Programa já os tratava dois anos antes da divulgação de portaria do Ministério da Saúde, permitindo a realização da redução de estômago pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para pacientes a partir dos 16 anos. O objetivo principal é focar no atendimento especializado e preventivo, ou seja, a redução do peso com dietas. O motivo da opção prioritária pela não intervenção cirúrgica de imediato está relacionado aos eventuais danos psicológicos em pessoas tão jovens.
Esse tipo de cirurgia é primordial para transformar a vida de muitas pessoas, que por conta da obesidade não trabalhavam, tinham vergonha de comprar roupas, de ir à praia, também possuíam dificuldades de se relacionar e de se locomover. Há muito a ser feito ainda, mas vamos continuar avançando.

Mais de 600 mil exames diagnósticos realizados, em 2014, na rede estadual de Saúde

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) divulgou, ontem, um balanço de 2014 – quando registrou mais de 600 mil exames de diagnóstico por imagem realizados na rede estadual – incluindo o Centro de Diagnóstico por Imagem do Rio de Janeiro (o Rio Imagem) e os Serviços Móveis de Imagem.

Os Serviços Móveis de Imagem, inclusive, registraram 160 mil exames realizados desde a sua inauguração, em 2009. Já o Rio Imagem registrou quase 300 mil exames ao longo de 2014, sendo a ultrassonografia e a mamografia as especialidades mais procuradas.

Outro dado relevante divulgado mostra que o Hospital Estadual Getúlio Vargas (HGV), na Penha Circular, foi a unidade hospitalar que mais realizou tomografias, sendo responsável por mais de 4.200 exames realizados entre janeiro e dezembro do ano passado.

Nas unidades móveis, o Mamógrafo Móvel – que circulou pelos municípios do interior do estado – registrou 22.710 exames ao longo do ano. A Ressonância Móvel somou mais de 6 mil exames no mesmo período. Juntos, os equipamentos móveis de imagem realizaram, em 2014, quase 50 mil exames. Um excelente resultado.

Medicamentos terão redução de preços em aproximadamente 15%

Mais uma boa notícia para área da saúde do nosso estado. O governador Pezão assinou, no último dia 03, o decreto que altera as regras do ICMS nos medicamentos. A medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2015 e vai colaborar para que os medicamentos tenham uma redução de 15% em média.

Segundo o governador, a meta para os próximos quatro anos é aumentar a arrecadação, permitindo maior geração de emprego e renda. É preferível ter uma carga tributária mais leve, que permita arrecadar mais e melhorar o ambiente de negócios para o empreendedor.

Eu acho a redução do preço dos medicamentos uma medida justa e muito importante para o bem estar da população. Ela beneficiará todos os fluminenses, em especial aqueles que dependem de medicamentos de uso contínuo, para quem o peso dos remédios no orçamento é muito maior.

O decreto referente aos medicamentos aumentará o percentual de desconto aplicado sobre o Preço Máximo ao Consumidor relativo aos Medicamentos (PMC). Esse preço máximo com o respectivo desconto constitui a base de cálculo para o imposto. Nos medicamentos chamados de “de marca”, o percentual de desconto aumentará de 10% para aproximadamente 20% e para os genéricos será ainda maior: de 10% para aproximadamente 50%.

Mais Pezão para Niterói

Dando continuidade ao artigo que publiquei na semana passada sobre algumas das propostas de governo de Pezão para Niterói, hoje quero falar sobre seus objetivos para a Saúde, Mobilidade e Qualificação Profissional, áreas tão importantes e essenciais para que Niterói continue no caminho certo.

Com Pezão teremos um novo Hospital Azevedo Lima, que será totalmente reformado. Teremos uma unidade do Rio Imagem, com modernos laboratórios de exames radiológicos gratuitos, a exemplo da que existe no Centro do Rio, que completou dois anos de atividade em 2013, realizando mais de 270 mil exames, sendo referência para a população e para os médicos.

E por falar em médicos, teremos mais seis mil profissionais contratados para ampliar o Médicos de Família. Além de mais duas UPAs que serão construídas para garantir assistência integral e de qualidade a todos os moradores, agora com atendimento pediátrico e para a terceira idade. Assim como serão implantadas mais três Clínicas da Família.

Para alavancar a mobilidade de Niterói, Pezão vai investir na aquisição de mais nove barcas até 2015. Há também projetos como o BRT Corredor RJ-104 (ligando Niterói a Manilha, em Itaboraí, passando por São Gonçalo), e o BRT Corredor BR-101 (também ligando Niterói a Manilha). Projetos difíceis de tirar do papel, mas que a exemplo do Arco Metropolitano, com muita disposição, foi possível realizar.

Oportunidades de qualificação profissional serão oferecidas nas mais diversas áreas preparando os jovens para disputar uma vaga no mercado de trabalho. E para continuar avançando na facilidade de acesso ao emprego, Pezão vai criar mais quatro Centros Vocacionais Tecnológicos (os CVTs), atuando em parceria com a Faetec.

Com Pezão a mudança só começou.

Estado investe na Saúde de Niterói com a chegada do centro de diagnósticos Rio Imagem

Excelente investimento em saúde pública, Niterói se prepara para receber, até o fim do ano, uma unidade do Rio Imagem, que vai funcionar no espaço do antigo Hospital Santa Mônica, no centro, num investimento de R$ 23 milhões.

O centro de diagnósticos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) já conta um Rio Imagem no Centro do Rio que funciona desde 2011, com equipamentos de última geração para atender aos usuários do Sistema Único de Saúde (o SUS).

O Rio Imagem 2 terá cinco pavimentos, numa área de cinco mil metros quadrados, com três salas de raio-X, duas de ressonância magnética, duas de tomografia, cinco de ultrassonografia, quatro de eletrocardiograma e duas de mamografia.

As obras começam essa semana. Depois de inaugurado, exames como os de tomografia computadorizada de artérias coronárias e ressonância de mama poderão ser feitos gratuitamente e os resultados poderão ser retirados na própria unidade em cinco dias úteis.

Também em Niterói, a SES deve inaugurar no Fonseca uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que vai oferecer atendimentos de emergência. Serão 59 UBSs em todo o Estado.

Sem dúvida, dois grandes investimentos na Saúde de Niterói que merece essa atenção maior. Estou na expectativa!

Deputados aprovam a PEC do Orçamento Impositivo

A Câmara dos Deputados aprovou esta semana, em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Orçamento Impositivo, que torna obrigatório ao Governo Federal liberar as emendas parlamentares individuais. Nada mais é do que o dinheiro usado por deputados e senadores em obras nos seus respectivos estados e municípios.

A proposta, aprovada por 376 votos a favor e 59 contra, além dos cinco deputados que se abstiveram, do total de 440 votantes, será analisada pelo Senado, onde o governo negocia mudanças no texto aprovado.

Com a aprovação do Orçamento Impositivo, do limite de R$ 15 milhões que cada um pode indicar, os parlamentares têm direito a receber R$ 10,5 milhões por ano em emendas individuais, que o governo tem obrigação de pagar. Esse valor corresponde a 1% da receita líquida do ano anterior.

Em geral, as emendas parlamentares incluem no Orçamento despesas para obras de interesse local dos deputados e senadores onde possuem bases eleitorais. A presidente, no entanto, pretende destinar 50% dessas emendas para a Saúde, mas a proposta foi inicialmente recusada.

Por se tratar de uma PEC, é preciso ser votada em dois turnos em cada uma das casas legislativas. Por isso, também será submetida a duas votações no Senado, ainda em 2013. A ideia é negociar a mudança no texto com os senadores.

O posicionamento da presidente para vincular parte desses recursos à Saúde se fundamenta nas manifestações que mobilizaram o país quando milhares de brasileiros reivindicavam por serviços públicos de mais qualidade.

Esse repasse poderá servir para custeio e investimentos no setor como construção de postos de saúde, por exemplo. A Saúde está entre os problemas que mais angustia a população e por isso merece atenção maior.