UPP em Niterói

O anúncio feito pelo secretário de Estado de Segurança José Mariano Beltrame, no último dia 24, de que Niterói deverá receber, ainda no primeiro semestre do ano, uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) é mais uma resposta positiva a todos que pedem mais segurança para nossa cidade.

Essa, inclusive, é uma causa pela qual sempre lutei. Antes mesmo de ser vereador já liderava o movimento ‘Niterói com segurança’ que reivindicava melhorias na segurança da cidade. Já eleito, lutei pela implantação do policiamento comunitário e presidi a Comissão de Segurança por quatro anos.

Como deputado, desde que assumi o mandato, tive diversos encontros com o secretário Beltrame e cobrei ações para Niterói. Também realizei inúmeros encontros nos bairros da cidade para discutirmos juntos essa questão. Recebi a notícia da vinda da UPP para nossa cidade com muita expectativa.

São Gonçalo e a Baixada Fluminense também serão contemplados. Penso que um projeto que deu certo pode, sim, trazer resultados positivos para outras localidades que sofrem igualmente com a violência e a criminalidade. E nossa cidade merece uma atenção maior!

O Campo de São Bento merece uma atenção maior!

Quero aproveitar esse espaço do blog para repercutir o questionamento que frequentadores do nosso querido Campo de São Bento fizeram cobrando mais atenção e segurança no parque.

Este que sempre foi o lugar ideal para curtir com a família, como eu mesmo tenho o costume de fazer aos fins de semana, viveu dias de total desatenção.

Até bem pouco, a qualquer hora do dia, não havia quem cruzasse o parque sem temer a prática de furtos e a ocupação de moradores de rua no local, além dos usuários de drogas, gerando um cenário de insegurança aos frequentadores do lugar. Também me senti incomodado.

A poucos dias, o policiamento interno foi reforçado e há quem diga que houve melhora. Mas, ainda assim, quero fazer um alerta para, aos que forem de responsabilidade, que mantenham um posicionamento que não seja pontual, mas que permaneça.

O Campo de São Bento é um espaço de todos e viveu dias de total abandono. Não podemos perder um bem tão precioso que temos!

A inauguração da 81ª DP de Itaipu é um grande ganho para os moradores da Região Oceânica

A inauguração da 81ª DP de Itaipu, agora Delegacia Legal, foi um sucesso! Depois de anos de espera, hoje foi dado um importante passo para o fortalecimento da segurança de Niterói. Quem acompanha minha trajetória sabe o quanto luto por melhores condições na área da segurança em nossa cidade.

Quando fui vereador e presidente da Comissão de Segurança da Câmara Municipal, em 2005, lutei para incluir a 81ª DP no Programa Delegacia Legal. E nas inúmeras reuniões que tive com as autoridades do setor, essa demanda sempre esteve em pauta.

Como secretário de Estado, não foi diferente. Em 2012, estive na Secretaria Regional de Piratininga, onde a 81ª DP estava instalada, provisoriamente, e me coloquei a disposição para ajudar no que fosse possível, principalmente, nesse período em que a unidade contava com uma sede provisória.

A obra na sede atual da 81ª DP e sua transformação em Delegacia Legal é um ganho enorme para os moradores da Região Oceânica que terão um atendimento ágil e eficaz, além uma força a mais no combate à violência em Niterói.

Posso dizer, com orgulho, que a inauguração da 81ª DP é um sonho realizado. Sei que ainda há muito a ser feito pela segurança de Niterói, que carece de mais atenção.Com a chegada do coronel Paulo Henrique e do coronel Pacheco nas chefias do Estado Maior, espero que a Polícia Militar dê um basta aos atos de violência que sofremos. Estamos no caminho certo.

Nova Delegacia Legal para mais segurança na Região Oceânica

Amanhã será inaugurada a nova Delegacia Legal de Itaipu, a 81ª DP, com a presença do governador Sergio Cabral. Um sonho realizado para os moradores da Região Oceânica e para todos que anseiam por mais segurança em nossa cidade.

A segurança, inclusive, sempre foi uma das minhas prioridades. Como morador de Niterói, fico preocupado com a situação que a cidade passa. Desde 2005, quando presidi a Comissão de Segurança na Câmara, luto pela causa e apresentei o Projeto de Lei 164/2005 que, dentre outras proposições, solicitava a implementação do Programa Delegacia Legal na 81ª DP.

Desde novembro do ano passado, a unidade passou a funcionar no prédio da Secretaria Regional de Piratininga, de forma improvisada, quando o prédio antigo foi demolido para que pudesse ser construído o novo imóvel.

Foram usadas técnicas modernas de construção civil, substituindo as vigas de concreto armado por estruturas metálicas, também uma laje tipo steel-deck, que são lâminas de aço tratadas com materiais químicos para evitar a corrosão.

A nova Delegacia Legal terá computadores conectados à central de dados da Polícia Civil e todos os aparatos digitais indispensáveis, além do setor de investigação, salas de escuta, salas de custódia e adaptações para portadores de deficiência.

Essa construção de agora tem 400m², vai atender todos os moradores da Região Oceânica. Através de financiamentos com o BNDES e o Banco do Brasil, o Governo do Estado está investindo alto no Programa Delegacia Legal. Em Niterói, a obra está orçada em R$ 1,7 milhão.

Mais segurança para uma cidade mais feliz

O Instituto de Segurança Pública (ISP) divulgou no domingo (1), os índices de violência em Niterói, após dois meses da implantação do Programa Estadual na Segurança (Proeis).

Em relação a maio, no começo da operação, os índices de roubo a pedestres caiu 26,75% (de 243 a 178). Já os roubos de veículos recuaram 43,10% de 58 para 33). A maior redução, contudo, foi registrada em crimes classificados como homicídio e auto de residência, com queda de 50% (de 14 para 7). Esses números são expressivos e importantes para que a população possa ter a sensação de que a segurança realmente existe.

No começo da operação, o Proeis de Niterói contava com 100 homens. Hoje, são 146. As cabinas de policiamento também foram reativadas e funcionam como ponto de referência para os moradores.

Desde que a onda de criminalidade na cidade começou, insisti em maior atenção e investimentos sem segurança pública. Embora esteja sendo realizado um bom trabalho, acho que ainda não chegamos a um ideal de segurança, mas esse é apenas o começo e é preciso que a população entenda e contribua com a polícia para que Niterói volte a ser uma cidade segura.

Em abril, a secretaria de Segurança anunciou uma série de novas medidas de segurança para a cidade. Entre elas, estava a criação de uma base do Regimento de Polícia Montada para reforçar o policiamento ostensivo.

Em maio, participei do Café Comunitário promovido pelo 12º BPM. Sem dúvidas a melhor maneira de avaliar o desempenho de um trabalho é estando diretamente ligado a quem o recebe, nesse caso, a sociedade. Encontros da polícia com os moradores sempre deram certo, pois é o momento da população dizer o que está faltando e onde pode ser melhorado.

Antes de entrar para a política eu já promovia o debate sobre segurança. Continuarei fazendo, pois sei da sua importância.

Reforços no policiamento por uma Niterói mais segura

Na segunda-feira (14), foram reativadas todas as catorze cabinas de policiamento de Niterói. A medida já havia sido anunciada pelo secretário de Segurança Pública e Controle Urbano, Ruy França, e a partir desta semana, torna-se mais uma forte aliada no combate à violência na cidade.

A reativação das cabinas é uma reivindicação dos niteroienses. Elas funcionam como um ponto de referência de policiamento para a comunidade dos bairros onde estão presentes. Voltar a contar com as cabinas é uma importante conquista para os cidadãos. Vamos lutar para mantê-las ativas.

A medida está ligada à chegada do apoio de policiais militares do Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), fruto da parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Niterói. Em cerca de duas semanas de atuação, somam-se 136 soldados circulando diariamente pelas ruas da cidade. No início da operação, eram 100. Até o fim do mês, o efetivo deve aumentar para 150.

Niterói deseja o sucesso das ações realizadas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado. Semana passada, o coronel do 12º BPM, Wolney Dias, afirmou que, um mês após anunciadas as medidas de segurança pública pelo secretário Beltrame, os índices de criminalidade caíram na região de responsabilidade do batalhão. Já o balanço da Secretaria de Segurança Pública e Controle Urbano deve ser divulgado no início de junho, quando o Proeis no município completar um mês. Mas já é evidente o aumento da sensação de segurança na cidade por conta desse reforço. Tenho visto mais policiais nas ruas e sei que estão realizando um bom trabalho.

Gestão da Ceasa é tema de reportagem do O Globo

Saiu hoje no jornal O Globo uma reportagem explicando alguma de nossas ações na Ceasa-RJ. Reproduzo a matéria na íntegra aqui no blog e o link do original. Desde que assumi a administração do Ceasa, venho tentando corrigir algumas práticas de gestão com o objetivo de saldar as dívidas e dar liquidez às contas para que, em breve, possa retomar sua meta: a de estimular a agricultura familiar em nosso Estado.

 

Um ano após inauguração de novo batalhão, Ceasa acaba com desconto tiroteio nos aluguéis

Ruben Berta

RIO – Um ano após a inauguração de um novo batalhão da Polícia Militar – o 41 BPM (Irajá) – no terreno da Centrais de Abastecimento do Estado do Rio (Ceasa), o presidente da empresa, Leonardo Brandão, publicou uma portaria no Diário Oficial desta quinta-feira acabando com um benefício polêmico: o “desconto tiroteio”. De acordo com Brandão, uma outra portaria, publicada em 2006, havia criado o abatimento de 50% no aluguel dos boxes para cerca de cem locatários que têm seus estabelecimentos próximos à Favela Para Pedro e sofriam com constantes casos de violência.

- O “desconto tiroteio” não foi algo que eu criei. Estava escrito dessa forma na portaria de 2006. Como agora estamos tendo uma parceria impressionante com o novo batalhão, não faz mais sentido mantermos o benefício – justificou o presidente da Ceasa.

O texto que embasa o fim do abatimento fala ainda numa “ora inexistente faixa de Gaza” a que se referia a portaria de 2006 que implementou o desconto. Brandão, que assumiu o cargo há cerca de seis meses, disse que está sendo implementada uma série de ações para melhorar a segurança:

- Quando chegamos, a situação era terrível. Havia cracolândia e prostituição infantil, entre outros problemas. Até um caso de leilão de virgens constatamos. Com menos de uma semana, procurei o comando do batalhão e o setor de inteligência levantou todos os pontos de tráfico e prostituição. Já fizemos seis operações conjuntas com outros órgãos e retiramos de circulação cem armas guardadas na Ceasa, que foram doadas para campanha de desarmamento.

Ainda segundo Brandão, o fim do desconto faz parte de uma série de ações para regularizar as finanças da Ceasa. Ele destacou que quase 60% dos 638 locatários de boxes estavam inadimplentes no início de sua gestão. Agora, são apenas quatro.

O presidente da Ceasa acrescentou que há outras ações em curso para melhorar a segurança, como melhoria na iluminação e poda das árvores, além da implementação de um sistema de câmeras, que está em fase de planejamento.

Os casos de violência dentro e no entorno do entreposto eram constantes antes da inauguração do batalhão. Em setembro de 2008, o funcionário da Ceasa Antônio Carlos José da Silva levou dois tiros na perna durante um tiroteio entre PMs e traficantes da Favela Para Pedro. Em 2005, quatro jovens foram encontrados mortos dentro do centro comercial. A suspeita na época era de que eles praticavam roubos na região.

Originalmente, a Ceasa era federal, mas desde 1988 o estado assumiu a sua administração. Desde 1977, a empresa tem sido sempre deficitária. Sua área original, no Irajá, era de 2,5 milhões de metros quadrados, mas, com o passar dos anos, diminuiu para cerca de 1,4 milhão, perdendo espaço principalmente para a expansão da Favela Para Pedro.

- Hoje, a Ceasa ainda é dependente do Tesouro Estadual para se manter. Mas, ao menos, conseguimos arcar com o nosso custeio com o que arrecadamos. O grande problema é que temos dívidas acumuladas que parcelamos.

Uma outra medida adotada por Brandão para tentar sanar as contas da Ceasa foi um pente fino que está sendo realizado em carências de pagamento de aluguel concedidas em gestões anteriores. Segundo ele, há casos em que o locatário se comprometeu a fazer uma série de benefícios e, na prática, pouco fez. Pelo terreno do Irajá, circulam cerca de 60 mil pessoas por dia, com 2.200 empregados diretos. A Ceasa ainda possui um entreposto em São Gonçalo, além de quatro mercados produtores no interior.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/09/01/um-ano-apos-inauguracao-de-novo-batalhao-ceasa-acaba-com-desconto-tiroteio-nos-alugueis-925274539.asp#ixzz1Wpwn2ShP
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Estado volta a assumir a Ceasa de Irajá

[R7] Polícia combate exploração sexual em Central de Abastecimento do Estado do Rio

Fico feliz quando nossas ações para moralizar a administração pública são bem-sucedidas. Logo que assumi a Secretaria de Desenvolvimento Regional, deixei claro para minha equipe que esta seria uma das nossas prioridades. E foi o que aconteceu ontem à noite.

Estou muito satisfeito com o resultado da operação de choque de ordem de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes e ao crack dentro da CEASA de Irajá. A ação aconteceu com base em levantamento feito internamente.

Agora, o Estado volta a assumir a CEASA! A segunda maior Central de Abastecimento da América Latina (e a maior do Estado) merece um espaço organizado e seguro para trazer tranquilidade tanto para consumidor quanto para as pessoas que trabalham no local.

Agradeço o apoio do 41º Batalhão da Policia Militar e da Prefeitura do Rio com a Secretaria de Assistência Social. É uma prova da integração entre setores do Governo do Estado e com a Prefeitura do Rio. 

Quase 50% da população se sente insegura, segundo IBGE

A pesquisa “Caracterização da vitimização e do acesso à Justiça no Brasil”, realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revela a preocupação do brasileiro com a segurança. Na prática, 76,9 milhões de pessoas não se sentem seguras na cidade onde vivem, o equivalente a 47,2% da população.

O Rio de Janeiro é o segundo estado com maior proporção de insegurança, com 57,7%. O primeiro é o Pará com 63,1%.

A pesquisa mostra ainda que 21,4% da população não se sente segura nem mesmo em casa. No próprio bairro, a sensação de insegurança atinge 32,9% das pessoas. O medo da violência faz com que 60% dos domicílios usem dispositivos de segurança, como grades, olho mágico, alarme, câmera, entre outros.

Esta pesquisa foi realizada no último trimestre do ano passado, então acredito que esta sensação pode ter mudado após a invasão do Complexo do Alemão, no Rio.

As ações da polícia e do Governo do Estado do Rio em relação à Segurança Pública ganharam o apoio da sociedade nestes últimos meses. Gostaria de saber para onde caminhou a sensação de segurança. Será que aumentou ou diminuiu após os atentados realizados pelos traficantes e a consequente operação no Complexo? De qualquer forma, a pesquisa é mais um sinal do quanto precisamos caminhar na área de segurança em nosso Estado.

O papel do Exército na política de segurança

O presidente Lula afirmou hoje no Rio de Janeiro uma coisa importante: o Exército não deve ter papel de polícia. O trabalho que as forças armadas realizam na capital é de apoio às ações da PM e da Civil e não de policiamento propriamente dito.

Parece uma coisa óbvia, mas não é. Muitos defendem que o Exército funcione como polícia, o que seria um erro. Para pacificar uma comunidade, é preciso inteligência, integração e comunicação. Estas coisas só se tornam possíveis quando o homem que segura a arma é alguém que a comunidade conhece e respeita. É preciso, mais que qualquer outra coisa, que este homem tenha sido treinado para lidar com cidadãos e não apenas com inimigos.