Alerta: a baixa procura pela segunda fase da vacina contra o HPV preocupa o Estado

O Ministério da Saúde estabeleceu a meta nacional de 80% para a cobertura da segunda fase da vacinação contra o HPV, iniciada em setembro para meninas de 11 a 13 anos. No entanto, é de apenas 44% a procura pela vacina que protege contra o câncer de colo de útero. Na primeira fase da campanha, que vacinou meninas de 9 a 11 anos, o estado do Rio de Janeiro ultrapassou a meta estipulada pelo Ministério da Saúde e chegou a 88,41% de cobertura.

Importante lembrar que a vacina é segura e utilizada por diversos países do mundo. E recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O câncer de colo do útero é o terceiro tipo mais frequente na população feminina e a terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima a prevalência de 15 mil novos casos e cerca de 5 mil óbitos por câncer do colo do útero em 2014.

A vacinação é utilizada como estratégia de saúde pública em outros 51 países, que já realizaram a imunização de mais de 175 milhões de doses desde 2006. A vacina oferecida confere proteção contra quatro subtipos de HPV (6, 11, 16 e 18), tendo 98% de eficácia. Dos 92 municípios do estado, apenas sete já bateram a meta de 80% de imunização contra o HPV: Comendador Levy Gasparian, Três Rios, Miracema, Rio das Ostras, Campos dos Goytacazes, Itaguaí e Sumidouro.

De acordo com a OMS, aproximadamente 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV. No Brasil, cerca de 685 mil pessoas são infectadas por algum tipo do vírus a cada ano. O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa saiba que estava infectada. Uma vez feito o diagnóstico, o tratamento pode ser feito com medicamentos ou cirúrgico. Fica o alerta para a prevenção.

Campanha Nacional de Vacinação: vamos proteger nossos pequenos contra a poliomielite e o sarampo

Começa neste sábado, dia 8, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e o sarampo. O anúncio da ação, feito pelo Ministério da Saúde no último dia 30, tem o objetivo de erradicar a poliomielite no país e controlar os casos de sarampo, sobretudo no nordeste.

Há 25 anos o Brasil não registra casos de poliomielite. No entanto, apesar de a maioria dos países estar livre da doença, ainda há casos em regiões da África e da Ásia e, por isso, é necessário manter em dia a cobertura da vacinação. E não há outra alternativa se não a mobilização nacional e a intensificação da cobertura.

A campanha contra a poliomielite tem como meta vacinar 12,7 milhões de crianças por todo o país, tendo como alvo desde bebês de seis meses até crianças menores de cinco anos. Serão 17,8 milhões de doses da vacina oral poliomielite (VOP), a “gotinha”.

Contra o sarampo, a campanha terá como foco crianças de um a cinco anos, e espera-se que 10,9 milhões de crianças sejam vacinadas. A vacina que protege contra o sarampo é a tríplice viral, que também imuniza contra a caxumba e rubéola.

Numa breve explicação, a poliomielite – também conhecida como paralisia infantil – é causada pelo poliovírus, que pode ser transmitido por meio do contato com fezes ou secreções expelidas pela boca. A paralisia dos membros inferiores acontece quando o vírus atinge o cérebro atacando os neurônios motores. E se o vírus chegar às células nervosas que controlam a musculatura envolvida no sistema respiratório e de deglutição, a doença pode ser fatal.

Já o sarampo é provocado pelo Morbili vírus, que pode ser transmitido por secreções produzidas nas vias respiratórias, eliminadas pela tosse e espirro. O principal sintoma da doença são manchas avermelhadas pela pele, além de febre, tosse, conjuntivite, moleza, coriza, falta de apetite e manchas brancas na parte interna das bochechas. E a única forma de prevenção da doença é por meio da vacina.

Para ajudar no sucesso da campanha, o Ministério da Saúde lançou um aplicativo gratuito que funciona como uma carteira de vacinação eletrônica: a partir da idade e do registro das imunizações já realizadas, o programa emite alertas sobre as próximas vacinações.

Todas as vacinas oferecidas pelos SUS estão cadastradas e é possível registrar até 10 carteiras de vacinação diferentes. Quem tem Android já pode baixar o aplicativo, que, em breve, estará também disponível na versão iOS.

Serão duas semanas intensas de campanha: do dia 8 ao dia 28 de novembro. Porém, tanto a vacina contra a poliomielite quanto a vacina contra o sarampo, que vale também para a caxumba e a rubéola ficam disponíveis o ano todo no Sistema Único de Saúde (SUS).

Pais e mães responsáveis sabem da importância de manter em dia o calendário de vacinação das crianças. Eu tenho duas pequenas em casa e no dia 8 farei a minha parte. A vacina tomada na infância protege para a vida inteira. Vamos proteger nossos pequenos!

Vamos vacinar nossos pequenos

Começou no dia 18 de agosto (e sem data de término!) uma importante mobilização em todo o estado. É a campanha de prevenção contra a Hepatite A para os pequenos de 1 a 2 anos incompletos, aplicada em dose única.

A vacinação está incluída no calendário de imunização infantil. E a meta é imunizar, pelo menos, 95% do total de três milhões de crianças que temos no país, com essa faixa etária, nos próximos 12 meses. A vacina tomada na infância protege para a vida inteira.

Com isso, o Brasil passa a oferecer gratuitamente à população os 14 tipos de imunobiológicos básicos, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Estima-se que ocorram por ano 130 novos casos da doença a cada 100 mil habitantes. Por isso é importante a prevenção.

A Hepatite A é habitualmente benigna, e pode raramente apresentar uma forma grave. Mas, se agravada, pode levar à morte. As crianças menores de 13 anos foram responsáveis por 68,7% dos casos confirmados e constituem o grupo etário com as maiores taxas de incidência da doença.

A vacina tomada na infância protege para a vida inteira. Por isso é importante a prevenção. Em 100% dos casos, os níveis protetores de anticorpos contra o vírus são desenvolvidos no prazo de um mês após uma única dose da vacina.

Leve o seu pequeno para ser imunizado. Vamos cuidar das nossas crianças!

Ministério da Saúde lança 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite

Começou no sábado (02), uma importante mobilização em todo o país. O Ministério da Saúde irá lançar até o próximo dia 21, a 34ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite.

A meta é imunizar mais de 12 milhões de crianças entre seis meses e cinco anos de idade, nos 115 mil postos de saúde e unidades itinerantes de todas as regiões.

Em Niterói, profissionais de saúde atuarão em todas as unidades básicas, policlínicas e módulos do Médico de Família, de 8h às 17h. Após a campanha, as doses continuarão disponíveis nos postos de saúde. Importante não esquecer de levar a carteira de vacinação.

A poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença viral, altamente contagiosa. Não há tratamento, somente prevenção através da vacina, que é muito segura e não há contraindicações.

O último caso de poliomielite foi registrado no Brasil em 1989. O país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 1994, o certificado de erradicação da doença.

Além de fundamental levar seu pequeno para ser imunizado, é importante checar se o calendário de vacinação das crianças está em dia. Se não estiver, basta programar no posto o melhor dia para atualizar as vacinas.

Vamos proteger nossas crianças!